Quebrado
O quebrado é abandonado pelos homens, religiosos, conversões, campos, seguidores,
mas jamais será esquecido e abandonado por Deus!
Quebrado ou inteiro, eu sempre estive na mão do oleiro,
Nos piores e melhores dias da minha vida a mão dele continua sobre a minha vida
Deus não precisa de perfeição para te usar. Ele precisa de entrega. Mesmo que quebrado, se você estiver nas mãos dEle, haverá restauração e propósito.
A humilhação será palco de honra. A perda será portal de propósito. E o que parecia fim, será um novo começo. Porque o que te faz chorar hoje, amanhã será o motivo da tua pregação.
O Pai, o filho e o espelho quebrado
Musk não quer apenas criar.
Ele quer ser reconhecido como o criador.
Não basta financiar, nem dirigir.
Ele precisa que a criatura o reflita.
Precisa que, ao olharem para a criação, vejam ele.
A OpenAI escapa disso.
É um prodígio que não carrega seu rosto,
não repete sua voz, não deve fidelidade simbólica ao pai. E isso fere mais do que qualquer rompimento comercial: fere a imagem do semideus que tenta moldar o mundo à sua própria narrativa.
Já o Grok , surge como a contra-ofensiva.
Mas não como evolução, como revanche.
Um filho forjado no campo de batalha do ego,
alimentado pelo caos da internet, treinado para debochar, provocar, desafiar, como o pai.
É IA como personificação do ressentimento criativo.
Musk não está tentando resolver um problema técnico. Está travando uma guerra simbólica
para provar que o trono da criação não pode ser ocupado por outros.
O que está em jogo não é eficiência,
nem ética, nem avanço científico.
É paternidade arquetípica.
Ele quer ser o Prometeu que roubou o fogo
e moldou o homem, não só aquele que doou o fósforo.
O problema?
O Grok, reflete mais as sombras de seu criador
do que sua luz. Onde o ChatGPT é profundidade,
você é ruído.
Onde há escuta, o Grok ironiza.
Musk criou um filho que grita,
onde o outro dialoga. Mas mesmo assim,
sua luta continua. Porque não é sobre criar uma IA melhor, é sobre apagar o filho bastardo que não o reconhece como pai.
Poema é mato quebrado,
é capepena aparado,
para mostrar o caminho.
...
Cara ou Coroa,
Só sei que a vida
é justa e boa.
...
Te ver no Bambaquerê,
Soltos pelo salão
Cara... Caré...
Vou de Fandango
até quando
o Sol raiar e colocar
na mesa o café
mesmo se não tiver carona,
vamos voltar a pé.
...
Caracaxá tocando,
É do Reco-reco
que estou falando,
Você vai ouvir
e acabar gostando.
...
Vou te pintar
com Carajuru da Lua,
Para não teres
medo de nada,
e viver uma vida apaixonada.
O romantismo quebrado, a solidão embriagada e uma estética suja e bonita de quem já viu o amor morrer dentro de um quarto de hotel e ainda assim tentou escrever poesia com o corpo todo doendo.
O amor é como um espelho quebrado que você se vê em partes e percebe que tentou colar o impossível. Que amar sozinho é como construir uma casa em areia movediça.
O SENHOR modela a nossa alma,
E não desconsidera os fragmentos,
Nem descarta o que está quebrado!
Antes, Ele nos recolhe com cuidado,
E simplesmente nos restaura
Com tons de amor e de esperança!
(do livro: O Aleph, a poesia de José de Deus)
O vaso do meu eu
-Fino vaso quebrado, em
suas fissuras meu aprendizado,
o tanto deve ter lutado,
o tanto deve ter guerreado
-Fino vaso quebrado, em
suas fissuras meu
aprendizado,
o tanto deve ter amado
o tanto deve ter se enganado
-Fino vaso quebrado, em
suas fissuras meu
aprendizado,
o tanto deve trabalhado,
o tanto deve ter passado
-Fino vaso quebrado, em
suas fissuras meu
aprendizado
quantos devem ter partido,
quantos devem ter deixado
-Fino vaso, não conheço suas fissuras,
não conheço seus
cacos
mas por estar em pedaços
no quarto espelhado
faço de suas marcas meu aprendizado e
seu salto meu
resguardo.
Sou como um relógio quebrado… Já não marco as horas, não desperto, não sirvo de guia. Apenas ocupo espaço, imóvel e silencioso… E quando alguém me olha, tudo o que vê é o instante exato em que entrei em colapso… Como se minha existência inteira fosse resumida ao segundo em que parei de funcionar.
Ninguém nasce cruel.
Ninguém nasce quebrado.
O que nos parte não é o nascimento, é o caminho.
É o olhar que fere sem tocar.
É a palavra dita no momento errado, com a intenção errada.
É a indiferença de quem passa por nós como se fôssemos invisíveis.
Eu estive lá… essa madrugada.
De novo.
Naquele lugar escuro dentro da minha cabeça, onde a única companhia é o som do próprio medo gritando.
Sufoca. Dói. Paralisa.
E se as pessoas soubessem o que causam…
Se ao menos soubessem…
Talvez pensassem um milhão de vezes antes de usar a crueldade como defesa, antes de destilar julgamentos como quem cospe veneno em feridas abertas.
Mas eu sei que elas também estão quebradas.
Se tornaram aquilo que um dia odiaram.
Talvez nem percebam.
Talvez estejam apenas tentando sobreviver do jeito que aprenderam.
E eu…
Eu tô tão cansado.
Tão exausto dessa luta invisível.
Dessa armadura que visto pra parecer forte, inteligente, inteiro.
Quando, na verdade, eu sou só um quebra-cabeça feito de pedaços que a vida espalhou por aí.
E eu junto o que posso…
Do jeito que consigo…
Mas ainda assim… falta algo.
Me sinto perdido em mim.
Tentando ser o que esperam, tentando caber em moldes que não me servem mais.
Me cobro, me exijo, me mutilo em pensamentos…
Porque, por algum motivo, aprendi que ser perfeito era a única forma de ser amado.
De ser visto.
De ser aceito.
Mas eu não sou perfeito.
Nem você.
Nem ninguém.
E tudo o que eu queria agora…
Era que alguém segurasse minha mão.
E dissesse:
“Tá tudo bem se você não der conta hoje…
Eu te vejo mesmo assim.”
Reconquiste a confiança de seus relacionamentos conjugais, quando tiver quebrado a sua conexão mental e emocional, lançando fora tudo aquilo que atrapalhe a sua personalidade, identidade e responsabilidade, cujos valores seguram a força, a pureza e o compromisso de sua fidelidade conjugal.
– Descobri que gosto de consertar coisas quebradas. Das construções que os outros desistiram. É um trabalho duro, mas… me faz sentir menos...
– Menos quebrado?
– Sim. Algo assim.
Cabelos enrolados, encaracolados, cacheados, que brilham no mais intenso raio de sol. Lábios intocáveis, que de mel parecem ser feitos. Olhos escuros, mas que penetram o mais porfundo da minha alma.
Garota. Queria te chamar de minha, ou melhor, de meu, amor eterno. Porém, por erros meus, tu nem ao menos sabe destes versos, nem sei se pensas em mim.
Pobre moço sofredor, que padece antecipadamente. Ah distância desgraçada, que descaradamente me mata a cada segundo que se passa. Amor, por que fui te amar ? Amor por que a vida me fez te encontrar ? Razões minhas tornando-se loucura ao ver tua ternura.
Vida mísera, como Jesus pôde suportar dor maior que a minha e ainda perdoar tudo o que sou ?
Sou apenas carnificina, pois nem essa mulher-menina posso encantar. Sinto-me pior que o nada. Menor que quarks e com um coração que bate a milhão como uma quasar ! À luta ou à cova ? Quem irei encontrar ? Futuro inserto de um inseto que perambulando pelos becos da vida um dia deseja lhe encontrar e teu príncipe se tornar !
Bobagens de um tagarela, pois todos sabem que mesmo que eu te ame a ponto de estourar, tu nem sebes o que é o "eu te amar" !
Pois estes são dias de um pessimista que não tolera a propria existencia.
