Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
#POEIRA
Fim de noite...
De quem sou eu...
Um cigarro...a saideira...
Nem tão tonto...
Sem zueira...
Uma última catuaba...
Subir costurando...
Pela calçada...
Quando eu for...
Poeira no vento da madrugada...
De tudo serei um pouco...
E de pouco serei nada...
Sono chega de mansinho...
Saindo à francesa...
Devagarinho...
O tempo se encarrega de me cobrir...
Partirei só com a minha alma...
Tal qual como nasci...
Conversa demais...
Chega...
Não posso mais...
Que perfume é esse?
Que sinto agora...
Não condiz...
Com essa hora...
Homem cheiroso ...
Na madrugada...
Na hora vazia...
Balança tarda...
Já tô chato...
Melhor seguir um rastro...
Minha aldeia está morta..
Não se vê...
Nada nas sombras das casas...
Janela fechada não me protege da vida...
Em meu destino...
Esperança triste...
Me resta a saudade...
Linda assim...
Me entrego...
Menino sem medo...
Tudo vai ficar bem...
Seguir adiante...
Ave Maria...
Amém...
Na pista é onde eu me perco e me encontro com você,em cada batida vejo o seu rosto,até o dia amanhecer.
Eu amo,
Eu amo tu, eu amo ela,
Amo sem ver, amor verdadeiro,
Eu também me amo,
Amor magistral,
Isto é,
Amor incondicional.
Vida longa ou abreviada.
Nessa vida...
Após décadas vividas e sofridas....
Um certo dia....
Eu li e analisei...
Vi e emergi...
Que senti algo mais forte que o amor...
Um choro meu naquele momento bastou...
E foi as minhas lágrimas que me perfurou...
Foi aí que percebi....
O golpe certeiro que tinha levado...
Comecei a criar..
Uma pintura no meu estrelado...
Desenhei no espaço da minha imaginação...
Um mundo real cheio de inspiração...
Galáxias e planetas...
Mata verde e oceanos...
Rios ,lagos e seus encantos....
Com um objetivo único...
Colocar em meu mural...
E registrar os dias que aqui vivi...
Fiz quadros inimaginaveis...
E agora estou aqui...
Desejando viver ou morrer...
Apreciando o fôlego que foi me dado...
Aguardando minha chegada...
Nessa vida longa...
Ou abreviada...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que voa.
Enviando os melhores desejos de aniversário para você, querido amigo. Eu realmente não sei o que seria da minha vida sem a sua companhia. Obrigado por tudo!
Comecei a me perguntar: lá no fundo, o que é que eu quero? Nem sei direito, já que todos dizem como viver minha vida.
Fragmento
Poesia: Amizade
(...)
Não se sentir sozinho
Mas ter alguém parecido com o eu.
E no final do dia
Ter certeza que tudo aconteceu.
(...)
A vida é inconstante, intensa e dura... Eu prefiro ser questionado, julgado e criticado do que como Pilatos ser execrado por lavar as mãos... O mundo quer que você o escute ...para depois te condenar por não ter tido atitude.
Eu não acordo cedo e já penso... "como vou estragar o dia daquela pessoa". Eu acordo cedo, rezo, tomo meu café e trabalho. Quero que cada um cuide da sua vida e ponto.
Eu estou correndo em um labirinto onde a morte tenta me capturar;
Meus olhos veem o que nada vê;
Eu corro por uma saída;
Oh, uma surpresa;
Corra!
Corra!
Corra!
Antes que minha própria ilusão me cerque de destruição;
Eu sou o olho da vida;
O olho do amor;
O olho da certeza do correto.
Eu estou rodeado de pessoas más;
Eu estou rodeado de pessoas estranhas;
Eu estou rodeado de pessoas falando mentiras;
Eu sou uma verdade;
Minha verdade é de que eu nunca escaparei;
Nós nunca escaparemos;
Nunca escaparei da minha vida;
Mentiras, mentiras, mentiras;
Sobre mim;
Sobre a terra;
Sobre a existência.
Eu sou a realização dos seus males, eu sou a gota de água que completa um mar de emoções, eu sou a única ponta de esperança num mar de aflição; é, eu existo e tu não podes me tirar a vida.
O que quer que eu pense sobre Deus, acredito na aleatoriedade. No barulho do universo que se move sem se importar conosco, nossos planos, nossos desejos, nossas motivações, nossas ações. O ruído que existirá independentemente do que escolhemos ou não escolhemos fazer. Variâncias. Chances. Aquilo que não podemos controlar, não importa o quanto tentemos. Mas você realmente pode nos culpar por tentar?
UMA XÍCARA DE CAFÉ
Sentado, diante do meu café, pensar é uma sina. Tudo o que eu queria era desligar um pouco disso... Gosto de café quente porque preciso queimar os arquivos deste peito. Tudo isso arde como o vapor que sobe da xícara.
Cansado de me culpar, não fiz isto. Doei meu coração para sua alma, mas era pouco. Era o que eu tinha... Talvez um pouco de lucidez e suaves letras, que rasgavam meu peito em cifras. Letras... Elas não podiam sentir minha inconsolável inquietação, mas eram algo em que eu ainda acreditava...
Sem ter nada, enchia-me de versos que diria para você, mas meus mudos suspiros eram o tipo de show que você não sabia apreciar. Uma confusão dentro de mim... Uma dose mais e um pouco de silêncio. Não faz sentido esse barulho... Tudo em mim grita por dentro e não há nada que eu possa dizer para te ter aqui.
Como em uma conexão banida, escrever é o meu jeito de saber que você sente também. Cada letra rabiscada escorre um pouco do meu amor. E longe... Onde quer que esteja, pode me sentir... Amores profundos podem nos afogar às vezes. A fumaça larga ardia meus olhos como teu sorriso largo... como tal dedicado a outrem.
Náuseas são apenas parcelas... Perco meu eu em imagens translúcidas das recordações. Como farpas atiradas, conviver é uma loucura. Linda... Com seus olhos cor de infinito e estes lábios cereja. Trocaram meu mundo por sonhos...
Como um castelo de cartas, construímos nosso amor. Os maus ventos de uma enorme janela sopraram a terra tudo em que acreditei. Como renda que se tece, todas as peças juntaram-se e me vi traído. As cores borradas embriagavam meus olhos inchados.
Como folha seca no outono, me vi cair e tudo o que eu queria é que, o vento de uma estrada qualquer, me levasse para longe dali. Me lembro como que em um raio devastador das coisas que costumávamos conversar e cada laço que minha boa memória revive, desfeito, se torna corda, enforca meu peito.
Chove forte e em minha cadeira de balanço, deixo-me escorrer como o céu. A melodia que teu peito toca em meus braços... seu respirar pesado e teus olhos perdidos em devaneios... Algo só meu...
A cada vez que meu peito pulsa, vejo você sair pela porta outra vez... As noites sem luz e as cores pálidas... Girando comigo nesta roda que gira para o fim. Árvores e pastos deixados para trás girando em vultos frios de um dia sem sol. As estradas sobem e descem, meus olhos pesam.
Charutos não são um problema quando amar alguém é sua droga. Um dia, por acaso, um pouco te sacia, mas cada vez que se olha no espelho precisa de mais. Parte de você não está ali. E cada fio de sua barba sente falta de cada tom rosa das bochechas de alguém.
Correr como gado solto em um campo distante e pensar em seus olhinhos confusos, verdes como as folhas... E se eu te pudesse ver o que faria a essas alturas? Não quero pensar em você com alguém porque ao seu lado é o meu lugar. Posso senti-la como sinto minhas mãos...
Prenderam num copo minha vela. Esperanças vazias são o que me resta. Como em um conto, tudo poderia simplesmente “desacontecer” e trazer você aqui para perto outra vez.
Você é tudo de que eu fujo.
Como a mosca foge da aranha.
Não por receio da morte, mas sim pelo medo da vida.
Eu, que guardei tantas dores,
Acumulei desilusões
E chorei tantos dissabores,
Agora sei rir sem motivo aparente.
Tudo que sofri acabou com apenas um toque.
Vi que toda névoa se dissipou
E agora tudo faz sentido.
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