Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Sei que é triste afirmar essas coisas das quais só eu sei, mas gostar de mim é um tiro no pé.
Não faço parte do time das melhores namoradas do mundo, nem participo das caminhadas das gurias mais meigas da região, não sou uma lady e nem tenho estômago para isso.
Sou qualquer coisa que você não tenha imaginado, posso mudar a qualquer instante, hoje estou aqui, amanhã já peguei minhas coisas e fui embora, mas não pense que foi por mal. Mal seria ficar, quando meu coração pede pra ir embora, imediatamente.
Eu jamais poderia ser a mulher da vida de alguém, é muita responsabilidade, você não acha? Então não tente colocar esse peso sobre mim. Nem pensar!
Há muito tempo sou a mulher da minha vida, e já é difícil, vai por mim.
...nem estás errada, nem eu estou certo; não há valor intrínseco de acção...talvez seja preciso acordar e entender que isto, nada mais é que, uma singularidade de ser...
Dizem que a vida é viver sempre em equilíbrio entre o bom e mal, mas eu não sou trapezista, quero viver no extremo da felicidade e do prazer!
Sergio Fornasari
(...) "Durante muitos anos
eu economizei dinheiro;
Economizei sentimentos;
Palavras...
Economizei a vida pra amanhã!
Um dia percebi
que não tinha nada guardado.
E então, hoje eu sei
que o agora já é o amanhã de ontem..."
E ainda me perguntam porque que eu fico sorrindo o tempo todo. A vida é uma só, ela não para, não volta, apenas segue em frente, aproveito o tempo pra ser feliz, qual tempo? se precisar o tempo todo.
A AMÉRICA LATINA PERDE MAIS UM ÍCONE
Se eu pudesse mensurar a grandeza de uma obra e de um autor que fez valer cada pensamento, cada palavra e cada ação eu diria que esse pensador foi Eduardo Galeano, não só pelas obras que escreveu e que embalou várias gerações, mas, pela coerência e visão de alcance em campo minado como foi e continua sendo até hoje a América Latina. É triste constatar que após mais cinco séculos a vida dos latino-americanos pouco mudou em sua condição de pobreza, exploração e falta de investimento.
Ninguém melhor que Eduardo Galeano no século XX conseguiu traduzir essa famigerada derrota em seu livro: “As veias abertas da América Latina”.
Logo na introdução dessa obra ele escreveu: “É a América Latina a região das veias abertas. Do descobrimento aos nossos dias tudo sempre se transformou em capital europeu, mais tarde em norte-americano, e como tal se acumulou e acumula nos distantes centros de poder. Tudo: a terra, seus frutos, e suas profundezas ricas em minerais, os homens e sua capacidade de trabalho e de consumo, os naturais e os recursos humanos. O modo de produção e a estrutura de classes de cada lugar foram sucessivamente determinados do exterior, por sua incorporação á engrenagem universal do capitalismo”.
Galeano exerceu e continuará a exercer um papel fundamental na conscientização dos jovens latino-americanos que buscam respostas para tanto sofrimento e discriminação perante o resto do mundo, é como se nascer na América Latina o indivíduo já carregasse uma cicatriz passível de investigação. Isso acontece porque segundo Galeno: “nos já nascemos perdendo”. E tudo isso resultou num fracasso, quando poucos ganham e a maioria perde ninguém ganha, porém, quem conta a história são os vencedores que por sua vez não precisam justificar “a ruina do pampa chileno do salitre, a floresta amazônica da borracha, o nordeste açucareiro do Brasil, as matas argentinas de quebrachos e certos povoados petrolíferos do lago Maracaibo”. Toda riqueza que Deus deu ao povo latino os espertalhões tomaram, mas não conseguiram minar totalmente a capacidade de luta desses povos. Perdemos uma grande preciosidade que se chama Eduardo Galeano, isso entristece a todos nós latino-americanos, contudo, ele nos indicou um caminho em suas obras, basta ler nas entrelinhas que as respostas estão todas lá, para que ele permaneça vivo em nosso meio devemos continuar estudando e pesquisando sua linha de pensamento, pois só manteremos nossa esperança de um dia ver a América Latina livre e independente. Eduardo Galeano escreveu vários livros e aqui citarei alguns são eles: “Bocas do Tempo”, “Os Nascimentos”, “Dias e noites e noites de amor e de guerra”, “Futebol ao sol e á sombra”, “O teatro do bem do mal”, “As veias abertas da América Latina”, “Os Filhos dos Dias”.
Sei que com a facilidade de consumo da atual conjuntura, dispersa o interesse dos homens em algo mais profundo, todavia, acredito que esse materialismo em excesso criará um vazio que levará os homens de volta á sua busca original que é o caminho do bem e do belo, e que o hedonismo moderno não é capaz de substituir. Essa nova era se esgotará em si mesma e os suicídios aumentarão cada vez mais até que o homem reencontre o Deus verdadeiro em estado puro e sem barganhas.
Nada de importante posso fazer para o mundo,
Mas cada passo que eu dou, modifico um caminho,
Altero um Percussão, E mudo uma opinião.
Sempre tento lembrar o passado, e vejo que podia ser diferente , mas eu esqueço que estou no presente e posso fazer o passado do futuro que lembrarei.
A única promessa que eu posso fazer...
É de tentar ser sempre melhor do que já sou pra continuar vivendo cada dia ao seu lado.
FIGUEIRA DA VIDA
Eu nada sou, para lá desta dor
Recolho os pedaços, fio das lembranças
Gritos na alma dos meus contos
Que são quadras de amor, de dor
Recomeço na figueira da vida
Já não tenho tempo para ilusões
Sei que a figueira que plantei
Olha-me entre as ramagens das suas folhas
Observa-me nesta minha quietude
Quietude onde agradeço todas as decepções
Em cada dificuldade e nos tombos dados
Que tive ao longo da minha vida
Sei que a figueira que plantei
Alberga agora um ninho de pássaros
Que as folhas veem-me entre os livros
Desfolham-se nas asas em lágrimas de pedra
Resguardo sem destino de sol e chuva
Envolto de nevoeiro nas palavras
Orvalho nos lábios das folhas da figueira
Que plantei com o recomeço sem ilusões.
Se tem uma coisa que eu faço bem é valorizar a quem reconhece o meu valor. Mas se existe uma coisa que eu faço melhor ainda é ignorar quem não me dá importância.
Ódio antigo
Então vamos encarar a verdade, isso nunca foi o que
você queria.
Mas eu sei que é divertido fingir.
Agora, olhares em branco e ameaças vazias
São tudo o que eu tenho.
Então me afogue..se puder.
Ou nós podemos apenas conversar.
E eu caio, eu caio, eu perco o equilíbrio
Te encontrei antes de partir.
E agora você fala de ódio antigo.
Embora seu mundo todo tenha acabado em chamas.
E não é demais descobrir que você não vale nada?
E o quão seguro é se sentir seguro.
Então me afogue..se puder.
Ou nós podemos apenas conversar.
E eu caio, eu caio, eu perco o equilíbrio
Te encontrei antes de partir.
As coisas que fazemos pra ficar vivos
As coisas que fazemos só pra nos manter vivos.
"Eu não consigo ser tão egoísta ao ponto de achar que a terra é o único planeta a abrigar vida, porém, não sou tão lúcido ao ponto de ter certeza que existo."
Eu , luto contra o câncer .
Olá amigas , eu vivo a causa
desta superação.
Um ato de amar-se,é não
desistir de viver,
voltar a sorrir.
Mesmo em meio a esta tempestade
não deixemos o EU FEMININO
sucumbir .
Não permitiremos que esta doença
nos tire a esperança.
Já que possamos gerar uma
vida em nós,
porque não tentar?
Porque deixar de acreditar?
E na escolha do bem-me-quer,
escolho a vida,
sou lutadora aguerrida,
prefiro seguir em frente
à deixar de ser mulher.
Parei de colocar expectativas em cima das pessoas. Porque aprendi que somente eu sou a culpada pelas decepções. Cada pessoa oferece aquilo que pode oferecer.
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