Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
TALVEZ…
Se eu tivesse aproveitado mais aquele dia
e tivesse te deixado segurar a minha mão…
Eu não tivesse que salta-la
para vê-lo entrar naquele ônibus
e nunca mais voltar.
Se um dia eu desaparecer... não compartilhem minha foto como desaparecida.
A perdição pode ser um novo caminho para eu me encontrar.
Por que eu temeria a maldade dos maus, por que eu temeria a minha destruição, por que eu teria medo de alguma coisa ou de algo. Tenho um Deus que é maior que todos. Um Deus que promete estar comigo onde eu estiver. Meu Deus me sustentará e me guardara. E não deixara que caia um fio de cabelo da minha cabeça sem a Permissão dele. Se Deus é por min quem será contra min. Confiarei sempre em Deus e a minha vida entregarei a Ele. E que meu inimigo seja meu acusador e meu adversário o Juiz se eu perde a fé naquele que sempre me desviou do mal e me sustentou no caminho da retidão. Tudo que eu tenho nesta vida foi Deus quem me deu e só ele poderá tira de min.
A CAPA DO LIVRO DA MINHA HISTORIA
olhei a tua face e vi que não era o que eu queria
mais sim as paginas do ceu coração
e ali que eu quero edificar minha historia
A minha inspiração constuma vim de como estou em relação da música que meu coração permite que eu curta.
Um dia eu acordei feliz, mas minha felicidade era uma felicidade com um sentimento de ausência, então me perguntei. O que falta? eu estou vivo, com saúde, meus pais estão bem, minha família esta bem…
E um dia eu dormi do seu lado, e acordei feliz, senti que essa felicidade era estranha, era uma felicidade completa, perfeita, não tinha nada faltando, estava tudo bem, e eu estava com você!
Então parei pra pensar, e vi que não preciso de você para ser feliz, mas ao seu lado a minha felicidade é mais completa e perfeita.
Você não é a minha terceira, nem a segunda opção. Você é a minha escolha. E amanhã quando eu acordar vou te escolher novamente.
Então, tudo começou a ficar escuro; lentamente, eu via imagens se destroçando na minha frente, coisas que estavam lá, e coisas que não estavam. Palavras soltas rodavam a minha volta, números e relógios me acertavam com pancadas fortes na cabeça. Eles se destroçavam enquanto faziam suas funções tortuosas. As pancadas dos relógios eram fortes, não era como sentir um relógio simplesmente batendo na sua cabeça, era bem mais profundo que isso, eles tentavam entrar em meus neurônios, roubar informações, com pancadas.
Chacoalhei minhas mãos em volta de minha cabeça, mas os relógios continuavam a me bater, os números continuavam a girar e as palavras continuavam a aparecer. Após essa tentativa em vão, tentei me levantar da cama, então o chão se desmontou na minha frente, os móveis do meu quarto começaram a andar pra traz na tentativa frustrada de fugir do desabamento, então resolvi tomar a mesma decisão.
Tentei me afastar do buraco que se abria, mas parecia que quanto mais eu andava pra traz, mais ele me seguia e se abria como um vulcão em erupção. O fundo do buraco não era preto, não era branco, ele não tinha uma cor definida, eram várias cores misturadas, jogadas aleatoriamente naquele buraco, elas formavam algo como uma sinfonia, as cores eram tão surreais que podiam se transformar em som, não um som desordenado, mas uma sinfonia, não uma sinfonia qualquer. O hino de Aletunia! O som se propagou pelo meu quarto em forma de cores e números, tentei escapar, mas eles tentavam me devorar, como se eu fosse uma presa de um caçador.
As cores foram se transformando em líquido, um líquido colorido e aleatório, que ia enchendo o meu quarto, com os relógios batendo em minha mente, tentei jogar o líquido pra fora de meu quarto, mas não era possível. Era como se o líquido não estivesse ali, mas ele estava me afogando, estava alcançando o meu joelho.
Era possível ver a parede descascando e se transformando no líquido que subia em meus joelhos, olhei a minha volta, aquilo não parecia meu quarto, não era mais meu quarto.
Eu estava em algum pedaço aleatório de uma galáxia distante, em alguma fenda de tempo desconexa à dimensão em que vivemos. As cores continuavam subindo, agora estavam em minha barriga, eu podia senti-las, sentir seu cheiro e até ouvi-las. Não ouvir elas em si, mas sim o hino de Aletunia.
Peguei as cores na mão, e elas foram seguindo pelo meu braço e tomando conta de mim, logo percebi que os relógios não me batiam mais, eles estavam se derretendo e entrando em minha pele, eu sentia ponteiro por ponteiro no meu braço. As palavras em latim agora estavam soltas no meio do líquido, dando mais cores a ele.
O líquido foi me afogando, lentamente.
Lentamente fui perdendo a respiração...
Lentamente perdi a consciência...
Lentamente me perdi...
E com um belo sorriso no rosto, ela saiu e disse:
A felicidade é minha; e eu a conquistei com minha fé. Passando por vários desafios e acreditando em mim.
Por isso, não é qualquer coisa que vai abalar a minha
confiança em mim mesma.
Eu preciso de Deus. Se para Ele não me volto, corro o risco de me desprender de minha possibilidade de ser feliz.
EM BUSCA DO EU PROFUNDO
I
"Um dia, minha mente decidiu descer os recônditos das cavernas dos pensamentos.
Nestes vales escuros e sombrios, encontrei o Feitor de todos.
Disse assustada:
- O que fiz com tanta curiosidade? Quem sou eu?
O Feitor respondeu:
- Tu és Tu. E Eu sou Eu.
Atônita falei:
- Não pode ser. Desci tanto assim e tenho esta resposta?
Feitor:
- Pergunte então 'as margens que encontrares.
E vi crianças sentadas ao redor de uma mesa nas laterais de nosso caminho. E no escuro de uma das cavernas, uma mesa a margear rios.
Perguntei:
- Ei, você lá! O que és Tu?
Uma menina responde:
- Eu sou Eu. E Tu és Tu.
Mais adiante ao voarmos, vi outra mesa repleta de crianças e um menino de sorriso largo. O mesmo que estava pousado em fotos e quadros. E o mesmo menino conversando com outro Feitor.
Eu disse:
- Este tem um sorriso pousado no quadro. E ele quem é? És Tu?
O menino, que comandava os outros meninos, em obediência ao Feitor dele, disse:
- Sou a imitação de mim, mas Eu sou Eu, e Tu? Quem és?
- Mergulhei tanto para aprisionar no meu Eu mais profundo, e foi aqui, que cheguei- respondi reflexiva e com um profundo silencio interno- Eu sou Eu. E Tu és Tu."
T.S.
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II
"Não vendo informação.
Vendo conceito.
Vida com estilo, direito torto.
Um menos que não faz do suficiente o insuficiente ineficiente.
A informação sem rodeios, sem e com meios.
Não vendo idéias, eu vendo inovações do pensamento sem forma.
Não vendo a comunicação, pulverizo formação.
Sou milionária das palavras e o valor é a nulidade do ato castro.
No tradicional sou a informação em movimento e o progresso aparente.
Sou contundente.
Sou o olhar diferente sobre o que construí e destruí.
Documentários pequenos com duração de 5 minutos por episódios foi o que decidi me doar, mas eles encurtaram o meu pensar.
A vida é mais que um simples documento- é um testamento póstumo.
Histórias contadas por mim e por nós passaram em minhas mãos e os tomei: vendi vidas.
Vendo histórias com um jeito de viver interiormente.
Tens vinténs, niqueis, tiques ou chiliques?
Um olhar mais dentro e exposto é bem mais bonito que faz gosto.
O pra fora sempre chega sem demora. O pra dentro sempre cobra o que sustento.
Um olhar de fala reclama e ordena o que mata. E não aceita devolução.
A sustentação a prova de crises existenciais do ser humano não tem contra-indicação.
Aqui você paga o que terá vida amanhã.
A história contada não morre, ela tem preço, cobra, e não dorme."
T.S.
Minha sombra é a única coisa que ainda me acompanha. E quando eu estou no escuro, até ela me abandona.
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