Que Saudade dos meus 15 anos
Incrível essa saudade que sinto, são tantos anos sem te ver.. Sei que você está tão bem, eu também estou... mais na verdade queria mesmo era estar com você, te abraçar, cuidar de você, te dar todo aquele carinho que te prometi e não te dei... Não porque eu não quisesse, mais sim porque o destino mudou nossos rumos...
Só sei que hoje bateu uma saudade de alguns anos atrás, de quando eu era criança e não sofria como eu sofro hoje.
O que saudade que tenho da aurora da minha vida, da minha infância querida que os anos não trazem mais.
Carícias
Anos contemplei
A saudade do meu amor.
Deveras não conhecia!
Deveras amo te amar!
31-12-2002
Dez anos, dez dias, dez segundos...
A saudade não entende a contagem do tempo.
O tempo da saudade é o infinito.
Minhas lagrimas, não cessaram depois de tantos anos. Tudo que faço é chorar da saudade de um amor inesquecível. Coração, chora de dor! De um amor que nem o tempo acabou.
“Saudade, moeda rara e especial no universo da alma,
preço de dias, semanas, meses ou anos passados...
Quero que a saudade do amanhã ou depois seja ainda
maior, do tipo que dói ou sangra no peito.
Quero sentir saudades do que fui ou imaginei ser,
pois sonhar também é viver, sentir saudades dos doces
planos não realizados, mas que me deram forças
para seguir em frente, acreditando em dias melhores.
De nós dois quero sentir saudades dos encontros e
dos planos realizados ou não, isso não importa; pois
no amor vale mesmo é o que aqui dentro aconteceu!
Lá no fim da estrada quero chegar cheio de saudades,
único sentimento que quero levar ou deixar...
Único registro da alma, capaz de reproduzir com replay
os momentos inesquecíveis dessa curta estrada, nossa vida!”
O tempo me mostrou
(Duddu)
Hoje, exatamente 10 anos se passaram, mas, a saudade da gente ainda insiste em invadi minhas memorias. Realmente, eu não imaginava que esse amor que vivemos seria tão forte, tão real e mesmo depois de anos sem nós vermos, ainda vejo que esse amor ainda persiste em mim, alias, a cada dia sinto mais forte. Vejo cenas do no meu dia-a-dia, musicas que a gente gostava e até mesmo quando penso nos conflitos, brigas de nós dois, sinto saudades. Olha, hoje não estamos mais aqui, mas, não importa, na minha lembrança estaremos sempre por perto, onde quer que iremos. Lembro-me de cada olhar, cada sorriso, cada beijo, das conversas jogadas fora, da gente olhando pro céu a noite e fazendo tantos planos, do nosso casamento, dos filhos, sonhos que não se concretizaram, mas, também nunca vai morrer. Talvez, que sabe, um dia voltamos a nos reencontrar, nos cruzamos em qualquer esquina por aí. Nunca haverá um final para as coisas que amamos, mesmo tudo parecendo se acabar cabe a gente acreditar naquilo que nos faz felizes. Aprendi que a vida nem sempre e igual à ficção, só de momento bons, o tempo me mostrou de as dificuldades, os barreiras existem para podermos dar mais valor no objetivo alcançado.
Penso no que fizemos a 4 anos. Sinto saudade do seu sorriso e de sua espontaneidade. Meu grande amigo, nunca vou esquecer de você.
Sampa... que saudade da
"minha infancia querida que os anos não trazem mais..."
Rememoremos, pois, neste 464º aniversário...
Ósculos e amplexos,
Marcial
UM RETRATO DE SÃO PAULO
Marcial Salaverry
São Paulo sempre teve espírito pioneiro.
Foi daqui que sairam as Entradas e as Bandeiras,
que desbravaram o território brasileiro...
Os grandes acontecimentos, sempre tiveram
São Paulo à testa,
e isso a História o atesta.
Bandeirantes, entradistas,
e também líderes abolicionistas,
foram eminentes paulistas...
Em São Paulo sempre tramou-se a independência,
e tiveram paciência,
para esperar a hora certa...
Entre Santos e São Paulo, D. Pedro recebeu o recado fatal,
e proclamou a independência, afinal...
assim conta a História,
e São Paulo detém esta glória,
de ter sido aqui finalmente proclamada
a Independência tão sonhada...
Marcial Salaverry
(Êste poema foi escrito para o Dia da Independência, 7 de Setembro de 1952, pelo aluno do Grupo Escolar Arthur Guimarães, Marcial Armando Salaverry, aluno da Profª Rosina Pastore, encontrado entre algumas relíquias do passado...)
A VELHA SAMPA... AQUELA SÃO PAULO DA GAROA
Marcial Salaverry
São Paulo, sempre foi uma das grandes cidades do mundo, e sempre a maior do Brasil. Mas quem vê esta metrópole alucinada de hoje, e a conheceu em outras épocas, forçosamente sentirá a saudade batendo forte no peito.
Era outra vida... Tempo das serenatas... Aqueles rapazes pretendiam conquistar suas eleitas, cantando sob suas sacadas, e as donzelas, sempre suspirantes, assomavam às janelas, sorrindo enlevadas para seus apaixonados. Eram lindos romances.
As crianças dessa época apenas sabiam brincar, ignorando totalmente essas coisas de namoro. A infância vivia uma verdadeira infância, sem queimar etapas. Existia algo chamado inocência. Apenas na entrada da adolescência que começava a existir aquele namoro “de portão”, e assim, as serenatas eram um meio para os rapazes demonstrarem seus sentimentos às jovens. Hoje, bate uma saudade incrível desse romantismo gostoso. Piegas, porém, muito gostoso.
Andava-se tranquilamente pela cidade. Era possível brincar nas ruas. E existiam aqueles jogos de “uma na mula”, “dono da rua”, jogava-se futebol nas calçadas, e com bolas de meia. Alguém sabe o que é uma bola de meia?
Claro que havia indivíduos que viviam fora da lei. Eram chamados malfeitores. Mas nem eles agiam com violência, principalmente com essa violência gratuita que vemos nos dias de hoje. Até para isso havia uma certa ética que eles respeitavam. Tivemos alguns nomes que marcaram época, como Meneghetti, Sete Dedos, que entravam nas residências, roubavam e saiam, sem que ninguém notasse sua presença. Tudo dentro da mais estrita “ética profissional”. Sem qualquer tipo de violencia...
Não havia esse consumo desenfreado de drogas, essa maldade que se encontra hoje, quando as pessoas de bem precisam viver enclausuradas, com medo da violência das ruas. A rua era nossa, podia-se passear e brincar à vontade. Em costume da época, vizinhos reuniam-se à porta de uma das casas, colocavam cadeiras na calçada, e o papo avançava noite a fora... Não havia a tal da televisão... Havia uma convivência saudável, e havia um enorme respeito das crianças e jovens pelos mais velhos. Sua palavra era quase lei.
São Paulo com seus bondes, com o charme fantástico da Avenida Paulista, e seus palacetes, com que os “barões do café” ostentavam sua opulência, sem que precisassem temer serem sequestrados. O que dizer então da Avenida São João, e seus lindos cinemas, como Metro, Art Palácio, Paysandu, programa obrigatório dos fins de semana. O Ponto Chic, e seu famoso “Bauru”... Isso sem falar nas salas de espetáculo como Odeon, na Rua da Consolação, com as Salas Azul, Verde e Vermelha. No carnaval, os bailes do Odeon eram o ponto alto naquela bela Sampa. Na esquina com a Av. São Luiz, havia a Radio América, onde nos fins de semana assistia-se a monumentais shows musicais. Por exemplo, os Quitandinha Serenaders, um conjunto que arrasava... Não podemos esquecer de um jovem que tocava bandolim genialmente, chamado Jacob do Bandolim... os Titulares do Ritmo, que era um conjunto formado por cegos, e que a todos encantavam com sua arte... Não podemos esquecer uma menina em começo de carreira que arrasava corações juvenis, chamada Hebe Camargo. E um garoto que ela chamou de “principezinho de olhos azuis”, ganhando um gostoso beijo nas bochechas...
Nessa época, ainda havia a famosa garoa... Acho que a poluição matou a garoa... E como era gostoso passear a noite, curtindo o friozinho saudável dessa velha garoa... Av. São Luiz, Praça da Republica, Av Ipiranga... Nos dias de jogo no Pacaembu, o charme era voltar a pé, para uma paquera na Praça Buenos Ayres, um dos pontos mais lindos daquela São Paulo, descer pela Av. Angélica até o Largo do Arouche, para ir patinar num rinque de patinação, que era o ponto de encontro da rapaziada, sempre naquela tentativa de um namorinho com as meninas que lá iam, sempre com seus pais. As meninas “de família”, jamais saiam sozinhas...
Essa era a São Paulo daquela época... Não é para sentir saudade? “São Paulo da garoa... São Paulo que terra boa...”
Rememorando, ainda é possível pensar em ter UM LINDO DIA, como aqueles outrora vividos, e que jamais serão esquecidos...
e se ao deixar-me notar logo no primeiro instante
que a saudade que sentes, soa como anos distante de minha presença.
ai então saberei que me amas, e lhe presentearei com o meu coração.
(Andy Souza)
Saudade
Já se passaram anos e não tem como negar a saudade está grande.
Mas te vejo por ai em qualquer lugar
Em qualquer lugar...
Hoje 7 anos sem você .
Hoje fa 6 anos que você nos deixou...E quanta
saudade...
Saudade de seu sorriso,de sua companhia,das
vezes em que a
Gente ficava batendo papo só pra passar o
tempo...
Enfim,saudades de você...
É difícil encontrar palavras que possam expressar
a falta que você faz 6 anos se passou e,nesse tempo,apesar de você não ter estado mais aqui
Você continuou viva em nossas lembranças...
E continuará pra sempre...Pois uma pessoa como
você jamais será esquecida...
E eu tenho o maior orgulho de poder ter
convivido contigo...
E de poder guardar essas lembranças pra sempre
comigo...
E,talvez o mundo seja muito injusto por ter te
levado tão cedo ou ,talvez Deus
Tinha um plano melhor pra você...vai entender...
Fato é que a gente queria muito que você
estivesse aquí com a gente
Com a mesma simpatia,animação e carisma que
eram suas marcas...
Mas,quiz o destino que fosse diferente...e à
nós,só nos resta entender...
Aceitar...jamais...
Elisangela ,é muito triste não ter mais você aqui
entre nós,mas,
Saiba que,em meu coração, você viverá para
sempre...
Muito obrigado por tudo!..
Saudade
As lágrimas secaram.
Os anos se passaram.
A vida tomou curso.
E o coração se fechou.
O amor cessou.
O retrato ainda na parede.
De uma lembrança a dois.
O seu beijo, ainda sinto.
A vontade de ver, você mais uma vez.
Você foi meu primeiro amor de anos atrás
Hoje, de fato, não é mais
Se transformou numa saudade boa
E guardei numa gaveta do meu coração
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