Que meus Pes me Levem
Antônimos...
Fazes impune a festa de seu carnaval
Leve, pés que quase não tocam o chão
Delicados, flutuam no compasso
De meu insano e apaixonado coração
Sem planos de ser aclamada ou quista
Com teu olhar fitando o vago vazio chão
Estrela da noite, quiçá, a mais bela que há
Metade brilho, metade cais e solidão
Voas no ritmo, com o passar dos janeiros
Atriz, dona dos suspiros de minha alma
Tens de mim o reverso de cada meu verso
Quase santo, quase herege, em mim imerso
Me tomo por desabitado em minha natureza
Fico a admirar-te, capitã de meu lamento
E parto, estradeiro, cafuzo, sem norte
Me entregando silente ao revés da sorte
Seu sorriso
era como o nascer sol
que todos os dias
eu admirava
sentando com os pés na areia
sentindo no rosto
a brisa suave da praia.
Quando você desce do ego, desce da vaidade desmedida, põe os pés no chão, então percebe que o simples tem tanta alegria, tanta felicidade, tanto amor.
Adrenalina
Medo Adrenalina
Guarda corpo, adrenalina
Pés descalços, adrenalina
Mãos tremendo, adrenalina
Gravidade puxando, adrenalina
Vento contra a face, adrenalina
Frio na barriga, adrenalina
Zumbindo na cabeça, adrenalina
Falta de ar, adrenalina
Estimulo cardíaco, adrenalina
Velocidade aumentando, adrenalina
Colisão, fim da adrenalina
Somente os teus pés te levarão ao topo da montanha, nada ou ninguém te conduzirá à lugar nenhum sem os teus esforços. Reinaldo Vasconcelos
Pessoas de caráter constantemente serão vítimas de risos dos invesojos sempre que acontecer algo péssimo em suas vida.
"O fofoqueiro é igual ao piolho que vive por cima do pensamento.Vive com os pés em cima da cabeça dos outros,transformando a vida num verdadeiro alvoroço,que vê na vida alheia seu próprio tormento!".
(Rodrigo Juquinha)
Traquinas
O mar leva a areia sob os pés da gente
porque nos quer plantados na sua frente.
No fundo, um brincalhão.
Ou será medo da solidão?
eu vos digo não estamos no século da depressão/ansiedade, estamos no século da carência, onde as pessoas são egoístas entre elas e no fim acabam em um mar de carência, e por conta de seu egoísmo e orgulho dão falsas justificativas.
#Me #arrumei...
Creme dos pés à cabeça passei...
Com bom perfume, me perfumei...
"Quem não se enfeita por si se enjeita"
Diz o ditado...que é fato...
Ao DÓ RÉ MI eu fui...
Mesa cativa...
Junto à janela...
Dali observo até a língua mais tagarela...
Pedi bife com batata...
Garçom me perguntou se eu queria salada...
De bons modos recusei...
A farofa, também recusei, quem diria...
Não sou pomba-gira...
Mas amo essa iguaria...
Desfiz também da limonada...
E passei a ouvir a Solarata...
Comi bastante...
E bem satisfeito...
O tempero estava no jeito...
O antendimento também é muito bom...
Não tenho preferência por nenhum garçom...
São todos educados....
Sabem atender...
Conversam muito bem...
Ótimo proceder...
Sempre dão um jeitinho ...
De me alegrar...
Para eles, o cliente sempre tem razão...
Isso nos enche de satisfação...
O proprietário digo à parte...
Com respeito e sem maldade...
Sabe conosco brincar...
E sugere com vontade...
O que vamos comer...
Dessa forma fico a vontade...
Estar ali é um prazer...
Comi tanto e não aguentei...
Que pedi ao "bifão" embalar...
Fui para casa dormir...
E agora que acordei ..
Vou já jantar...
A barriga até cresceu...
Com a fartura fornecida...
É só prestar a atenção....
Abaixo na fotografia...
Sandro Paschoal Nogueira
Conforme a gente vai descendo dos ombros da vaidade, colocando os pés no chão, se livrando de muita cultura que nunca foi nossa, vai percebendo beleza, sentido e outras coisas mais em pessoas, situações, lugares que até então não existiam, ou evitávamos.
Uma pequena semente se torna uma árvore , então são os simples gesto que alegram ou destroem uma pessoa
— Meu nome, a tua altura o meu chão a teus pés, meu pão o teu vinho vem de uma substância chamada nada ou pé de um todo nenhum . . .
Sonhador não é aquele que tira os pés do chão para alcançar as estrelas, é aquele que mesmo sem tirá-los do chão consegue correr entre elas.
Devemos observar mais as atitudes das pessoas, e só falarmos o que for
necessário,Assim agem as pessoas com um ''Eu'' maduro.
O mundo em frente, as estrelas acima, os paralelepípedos a seus pés, tudo em torno dele perdeu a nitidez. Achou que já tinha passado por aquela situação, a mesma, igual, igualzinha, alguma vez no passado ou agorinha mesmo, e não entendeu o que era nem por que seus olhos tinham se enchido de lágrimas. Outra vez isso, pensou, outra vez essa… essa… o quê?, tomava conta dele como um aperto no corpo inteiro, como se algo estivesse machucado, ralado, ardendo. Mas lá. Dentro. Uma pontada. Não uma dor: pontada. Fina, fina, fininha. Doía fino. E levava tempo para passar. Ou, ao menos, amainar. Quando finalmente parecia sumir, deixava uma vontade de ficar quieto, de não rir, de não conversar, de não brincar, de não sair.
