Que meus Pes me Levem
Pensar em você machuca, pensar em não ter você dói mais mais ainda.
E o que fazer para que meus sentimentos não se afogue em mar de dúvidas nem em um mar de tristeza me faz bem está com você, me sinto completa é como comer açúcar e não ficar com diabetes.
As vezes acho que você é a própria diabete silenciosa e mortal.
Não é que eu não queira fica ou que eu queira me afasta de você, não não, não é nada disse só é pensamentos que estão se afogando em mar de desespero entre ser como o açúcar que pode sempre adoçar sua vida quando sentir amargo ou a diabete silenciosa e mortal e tudo causado pelo açúcar.
Assim é meu amor assim sou eu doce e mortal o suficiente para te perder de qualquer jeito.
Açúcar ou não saiba que vou sempre ser a quantidade que deseja para você mais nunca o suficiente pra você.
Pois meu amor é mortal, a falta dele é como ser incompleta sem ter experimentado de tudo e a vide com meu amor demais é o exagero cometido por você não saber até onde foi bom para você.
E como disse Buzz Lightyear
Ao infinito e além, assim vão meus sentimentos por você
Regando sentimentos por você que florescem dentro de mim com minhas lágrimas
Os números são insuficientes para dizer quanto eu gosto de você
O infinito é pouco para você
E o além não existe se você não está lá
Desejo me alinhar com sua constelação, quero ser sua Ursa Maior pois a menor não cabe tanto amor
Te vejo em cada detalhe, em cada lugar
Tentativas fracassadas de te fazer feliz
Mas não vou desistir de você
Fuja comigo desse mundo louco e vamos criar um mundo novo
Você é meu alimento
Ao infinito e além é assim como me sinto quando olho para você
Tipo cena de filme de época
O protagonista da minha história
Por uma questão de humildade,não escondo os meus fracassos; Por uma questão de sabedoria escondo os meus planos; Por uma questão de experiência sei que assim eles terão muito mais chances de se tornarem um visível sucesso!
Por questões óbvias o que ninguém sabe ninguém torce contra.
Baseado em fatos reais, faço minhas conclusões, meus sofrimentos e minhas dores me serviram como tutores. lembro bem de tudo que não devo fazer e por onde não mais andar. Pois, Deus tem sempre algo a nos ensinar, independente da situação,basta entender seus sinais e acreditar .
As nuvens da minha dor dissolveram-se e bebi na luz. Com os meus pensamentos recobrados virei-me para examinar a face da minha médica. Girei os olhos e os fixei nela e vi que era a minha enfermeira, na casa de quem eu fora cuidado desde a minha juventude – a Filosofia.
Tudo em seu devido lugar. Quem se afastou teve seus motivos, assim como eu sempre tenho os meus. Deixo a porta aberta e meu 'seja bem vindo' a você, que aos poucos se aproxima, mas que fique bem claro: se for pra ficar, que fique por longos tempos. Se for pra ir embora, nem entre; porque agora a minha memória só tem espaço para o que há de melhor.
Meus amigos sabem que são meus amigos, porque se eu não os digo a cada momento, eu demonstro, mesmo que sutilmente.
Procurei o Tempo para que curasse minha ansiedade, ou me desse a mão para atravessar meus diversos momentos difíceis. Pedi ao Tempo apoio nas horas de pouca fé e desilusão. Gritava por socorro diante da perda da esperança, suplicava para que me fizesse esquecer, implorava bom amor, e o Tempo o tempo todo ali, atento, olhando nos meus olhos. O Tempo me esperou secar as lágrimas e, com um leve sorriso, colocou suavemente a mão direita no meu ombro e disse: - Deixe-me passar...
Há livros meus que deveriam ter sido escrito muitos anos antes. Livros que deveriam ser reescritos. E... livros que eu não deveria ter escrito. Para que essa ausência tivesse, em relação inversa, mais significação que sua presença no mundo. Tenho leitores que ainda não nasceram – e, via de regra, é para eles a quem escrevo. Meus livros, publicados, já não me pertencem mais, mas a quem os lê e algum proveito tira disso, seja qual for.
Na névoa dos meus devaneios soturnos, sou o eco vazio dos risos noturnos. Marionete, sim, fui um dia, em gestos incertos, mas agora sou tempestade, em meus próprios desertos.
Rebeldia com causa, na alma se entrelaça, ergo meu ser, em desafio ao absurdo, não temo sofrer. Na escuridão profunda, vou além do plano. Sou o vazio, a negação encarnada, em meio ao caos, minha alma desolada. A marionete que um dia se libertou, do controle do destino, enfim se encontrou, despertou, se revoltou, é meu dedo do meio erguiado para o gepeto.
Leviatã indomável, grito corrosivo, nas profudenzas do meu ser. Anos passam, e ainda persigo. Nos mares da existência, desprezo os levianos, que ousem me deter.
Eu vou alcançar o lugar que almejo, mesmo que isso me leve anos. Você pensa que me matou, mas só me causaram leves danos.
Minha busca é insaciável, implacável, ferido, mas não derrotado. Eu sou como a cena do Thor chegando em Wakanda. Então, leve-me a Thanos. Na suposta arrogância insana, que venham os desafios, eu vou e mostro que sou a própria chama, pois sou imparável. Anos podem passar, mas eu persistirei, na busca incansável pelo que desejei. Alcançarei meu destino, a despeito do que inclusive pensei. Desafiando a esperança, dançando na dor, pensaram que eu sucumbia, que desvanecia, enquanto a cada dia só florescia. Aprendi com meu fardo, sou libertado, não estava rendido, dos escombros, renascido.
Pensaram que eu tombava, que estava condenado, mas apenas feriram a superfície.
Na escuridão do abismo encontrei meu refúgio, onde o mundo treme e outros temem entrar, é lá que encontro minha verdade. Onde outros não ousam eu vagueio, minha liberdade floresce, enquanto outros se perdem, minha alma engrandece. Assim como Harry, no sussurro das cobras, nas estranhezas do mundo, encontro minhas obras.
A liberdade reside onde outros não ousam pisar, eu escolhi o caminho da serpente, foi no abismo que encontrei a força para criar.
Sussurros do passado me assombram.
Quando o mundo foi dormir, fico com nada além dos ecos de meus gritos silenciosos, em um anseio por um doce esquecimento.
Ninguém entende a minha dor, nem sabe o que se passa em meu interior. Sou um estranho em um mundo sem amor, e a solidão é o meu único senhor, a solidão se torna minha única amiga.
Despindo-se das amarras e das convenções.
A mente mergulhada em trevas, e o silêncio dos sonhos que se esconde entre os escombros.
Os relógios marcavam o tempo, e o som ecoava por toda a casa, enquanto eu pensava em meu destino, e em como a vida pode ser tão escassa.
Mas não, eu não temo a morte, pois a vida já me matou, e várias vezes.
Ela sabe dos meus esconderijos
Ela sabe onde me encontrar
Ela sabe onde se esconder
Ela sabe onde me enfraquece
Ela sabe não permanecer
E mesmo assim nunca deixar de estar sempre perto
Eu tenho medo dos meus abismos, e creia, não é por não saber o que existe dentro deles, é exatamente pelo contrário.
O som que eu gosto
O som que sempre gostei
Faço repetir aos meus ouvidos
Como um acalanto ao coração
Como um reviver
Como trazer a presença
Mesmo que distante
Antes de eu tocar num pincel, eu já havia mergulhado meus olhos nas melhores obras já vistas.
O pássaro que voa tranquilamente; o sol que sai de casa de manhã, banhando o mundo com seu perfume gostoso de quentura; assim como também o canto dos pássaros em minha janela, toda vez que a abro para servir como porta-voz de doces vozes melodiosas.
Eu gostaria de guardar cada traço dessas lindas imagens em algo além do que apenas em meu coração, mas uma câmera digital é rápida demais, pois faria com que a missão de capturar o belo fosse ligeira como um trem — e o que desejo é me sentar num canto qualquer desse mesmo trem, (não mais em movimento) e sentir contra o corpo o mesmo vento que não pôde ser pintado naquele trem apressado.
Olho para uma foto que tirei de uma linda paisagem, mas não sinto seu calor.
Olho para a mesma imagem numa tela coberta de tinta e, no mesmo instante, meu coração se aquece.
De imediato...
Posso compreender que meu vento não está no mundo lá fora, ele já mora aqui dentro de mim.
Para fazê-lo sorrir, devo olhar para os únicos palhaços que conseguem pintar dentes reluzentes em meus lábios.
Dito isso, sentada numa cadeira do vagão, olho pela janela e vejo o circo acontecer diante de mim, com apenas a dança da gaivota e o vento seguindo o som do compasso do trem apressado.
A vida é um sopro.
E nesse sopro, eu vou vivendo.
Te levando e te guardando sempre em meus pensamentos.
