Quase Morto
A natureza é perfeitamente justa e selvagem. A calma e a quase exatidão só se consegue por aproximação tecnológica mas aos olhos experientes do bom observador que não só olha mas também vê percebe que é muito artificial.
Assim é o tempo e a vida das formas e das cores.Nunca pode se confundir o efeito visual do reflexo na sombra e o efeito visual do reflexo na penumbra, são muito semelhantes mas bem diferentes.
Ser menos. Ter muito menos. Aparentar ser quase nada. Acreditar mais.Sonhar mais.
Fazer mais.Duvidar menos. Compartilhar e perdoar mais e mais.Muito mais.E mergulhar em amor em cada um à frente, sempre e sempre.Afinal só pelo coração apaixonado que caminha se de braços dados, com a verdadeira alma da gente.Não morno mas quente. Muito quente.
Colher o fruto la do alto da arvore, onde eu quase pensei que não alcançaria. E com ele nas mãos retiro a pele. Separo e dou o melhor pedaço da fruta madura para você, saborear. Alegro me com o doce da seiva do fruto e da flor que aviva seu olhar infantil de muitos sonhos frente ao mar.Ouvir baixinho seus suspiros. Orar e rogar aos anjinhos dos caminhos que sempre haja flores silvestres, passarinhos cantadores e borboletas de todas as cores por onde você nesta vida passar.Descobrir que o sentimento mais puro de querer bem vem por doação espontânea e não por qualquer tipo de troca, permuta ou reciprocidade. Afinal tudo acontece do seu próprio modo e no seu tempo e local particular. Amar.
Odeio, quase sem perdão, quem me tira da solidão, promete ilusão e fica com joguinhos infantis dizendo não.
Em um mundo contemporâneo globalizado quase em sua totalidade venal mercantilista, as boas paixões são aquelas que permanecem a custarem bem pouco ou melhor ainda, chegam a nos gratuitamente. As paixões por liberdade, ainda continuam fortuitas.
Sou fruto e flor de um universo criativo e generoso. Um lugar quase hipotético mas que existe, nos que tem fé e são mansos de coração. Vivo na preocupação diuturna com as crianças, com os filhotes e todas as sementes, por que sei que delas dependerei no meu futuro. A vida segue e só o amor vence.
Nossos sonhos são somente nossos sonhos, aqueles que estão por vir nem sempre e quase nunca, abraçam. Logo os bons sonhos devem durar apenas uma existência.
As palavras rebuscadas e sinônimos eruditos geralmente são utilizados em exagero, na fala dos quase analfabetos. Pois no discurso coloquial dos letrados, é visível o uso de palavras simples e diretas com ampla e perfeita compreensão.
Palavras... palavras, simplesmente palavras. O som ensurdecedor do silencio é quase tocante, mas ainda não as substituem. Pois o que os ouvidos nos contam, ainda é e será o norte de nossas paixões.
[...] ao entrar na sala, avistei um rosto pálido, com pouco ou quase nada de vida e brilho. Sabia que ali existia uma razão maior, um motivo qualquer, que por curiosidade me fez entrar.
Mesmo fadado ao silencio, me dediquei a sentir, e somente assistindo a brisa passar pelos ouvidos, entendi que já era hora de partir. Não dali, mas de nós. [...]
A vida sem ti seria imperfeita, quase nada.
Forma incompleta, linha reta, maçã mordida.
O mundo sabe que sem você não teria a mesma beleza, posto que faltaria peça principal de seu quebra cabeça.
- “O que que a gente faz agora?” Pergunta ela.
- “Não faço a menor ideia”. Responde ele.
[…] pensei eu comigo - que instante vazio, quase imemorável.
Mas são as coisas mais bobas que deixamos passar, que arrancam nossos sorrisos num futuro nem tão distante assim.
Na espera do que vem a seguir, cheguei a conclusão de que eu me enganei, em quase toda minha vida. E eu falhei, não em compreender a minha imortalidade, mas falhei em não aprecia-la, e como resultado, eu falhei em aproveitar a maior parte da vida.
"A voz mais poderosa para um ser humano é aquela que carrega-o por quase 9 meses! Ela é a primeira mentora da sua vida! A palavra do mentor é graça ou desgraça na vida do outro (mentira do(a)). A palavra é cura ou doença l dependendo de como você-a professa." (CH² - Mentor de alto impacto Empresárial e Relacionamentos, terapeuta emocional)
No Meio do Quase.
Amor que desafia a razão
Cabe em equações?
Ou a lógica falha
diante do que o coração sente?
É um jogo de xadrez,
onde as peças se movem sozinhas,
e o xeque-mate nunca chega.
Ou será que o jogo nunca termina?
Amor que se impõe,
mesmo quando não deveria:
arde na ausência,
esconde-se em suspiros e silêncios.
É uma contradição:
quanto mais se tenta calcular,
menos se compreende.
Ou será que entender não é o essencial?
Distâncias que se encurtam e se afastam,
como mãos que quase se tocam,
corpos que se atraem,
ímãs que buscam o abraço,
mas hesitam no último instante.
Por que o quase dói tanto?
Palavras tentam, mas falham...
O vento, ao passar,
carrega o que não expressamos.
E o sabor do beijo que nunca se deu...
os lábios guardariam
um gosto doce ou amargo.
Ou será que o calor no ar
já é suficiente para alimentar o desejo?
A dúvida é parte do fascínio,
o fascínio está na dúvida.
Que persiste, mesmo quando parece impossível,
queima na ausência,
um fogo que não se apaga.
Talvez seja isso:
a magia está no quase,
no quase toque,
no quase revelar,
no quase ser.
E no meio do quase,
o amor se faz presente,
em silêncios que dizem tudo,
desafiando a razão,
e nos lembrando que,
às vezes,
o que não se completa
é o que mais nos move adiante
A grande vantagem do não inteligente, é não entender as pessoas; por isso, está quase sempre feliz!
