Quase Morto
Autoconfiança nos traz muitos progressos, nos leva adiante, nos torna capaz de quase tudo. Mas que a gente sempre saiba perceber bem a diferença entre autoconfiança e presunção, uma nos traz o que temos de melhor e a outra nos traz estagnação. E infelizmente elas são muito parecidas!!!
Tem gente que se acha a última bolacha do pacote!
Faz sentido, afinal quase sempre a última bolacha é a mais detonada.
Convivio quase que diariamente com minha insônia, tanto que, até me refiro a ela como uma qualidade. Em consequência a ela, que atualmente vivo melhor. São nos momentos de insônia, que consigo parar, pensar, refletir e criticar. São nestes mesmos momentos, que a vida torna a ter algum sentido. Sábios são aqueles que aprenderam a usar ela a seu favor, e não somente torná-la mais um dos males do século.
Sinto ciúme, faço fofoca, falo palavrão e tenho dias azedos. Sou quase normal e quase louca. Não sei muita coisa, mas procuro estar com os olhos e ouvidos abertos para absorver tudo que a vida me dá. Adoro viver, a ideia de um dia morrer me assusta. E eu amo, amo demais. Tenho um amor imenso pelas pessoas que são importantes na minha vida. Hoje, consigo separar e saber quem é meu amigo, quem é colega, quem é conhecido. Apesar disso, convivo bem com todos. Pouca gente sabe a fundo da minha vida e de mim, eu disfarço. Não gosto de me expor.
“A gente aprende que “eu te amo” é quase como um “bom dia” e passa a endurecer o coração por causa disso. E passa a desacreditar no mundo de sonhos e passa a querer ficar trancado no quarto pra não ouvir mais mentiras. Pra se proteger de todas as palavras que só magoam e enganam. A gente aprende que a grande diferença entre amar e ficar é, na verdade, o caminho. Porque quem quer permanecer não liga se o trajeto é estreito e se falta água, comida e sol às vezes. A pessoa apenas fica e concede a felicidade nestes detalhes que a vida dá e que nem percebemos. Porque entre dizer “eu te amo” e amar, de fato, há uma distância de 2589200254860 metros a ser percorrida.
"Nos momentos de insucesso eu me aguento e não me estresso;
Sacudo esta pressão que quase me põe submerso;
Vou vivendo de cabeça erguida;
Enfrentando os obstáculos vou fintando as armadilhas da vida"
Em momentos de tristeza, quase perdemos a esperança e achamos que é o fim, mas é justamente nesse momento que precisamos respirar fundo, manter a calma e entendermos que não é o fim, é apenas uma CURVA!!!
No princípio tudo ou quase tudo era inesgotável.
O cuidado, o carinho, atenção.
O alimento do dia a dia.
Amor.
O tempo passa e fica petrificado esse sentimento.
Não há nada ou quase nada que pode abalar.
O quase nada, se ocorrer. Será passageiro.
Momentos distantes, tempestades, raios e trovões.
Retorno e calmaria.
Nem tanto.
Notícias trágicas ou quase trágicas.
Se a morte seria melhor?
Só vivendo pra saber.
O dia vai chegar.
O amor vai continuar.
E como estaremos?
O que sentiremos?
De algo tenho certeza.
Só o amor constrói.
Se é amor, tudo passará.
Tudo continuará como sempre deveria ser.
Te amo e sempre te amarei.
E você?
Beijo
Nossa cara já está dormente de tanto apanhar. Tanto que a gente quase não sente mais nada, nem por nós mesmos, que dirá pelos outros.
Café da Manhã
Um belo domingo para um café ao ar livre. O céu azul, quase sem nuvens, revela um sol de um horário inadequado para se levantar, entretanto, é domingo!
Com o café ao leite e um grande e redondo pão-de-queijo fui buscar alento sob um enorme abacateiro em frente ao jardim, para alimentar meu desejo poético de viver.
Uma daquelas cenas cômicas que costumam desabar em série a personagens patetas em filmes de categoria B veio abarcar o poeta.
Da árvore, a sua raiz exposta no chão torna-se cadeira. No súbito movimento de sentar-me, percebi um emaranhado de teia de aranha envolta ao rosto. Enquanto desvelava com uma das mãos ocupadas, a teia sem fim, a cadela inquieta espreitava o momento de acercar-me com seu focinho apurado o meu pão-de-queijo.
Prevendo o perigo, com uma das pernas procurei espantar a cachorrinha, sem sucesso. A outra perna, uma formiga, tipo cabeçuda, fez o favor de aplicar uma picada certeira, provocando meu desequilíbrio e consequente desperdício de um pouco de café, escorrido pela perna.
Um quarto de minuto, talvez... Bastara um quarto de minuto para decidir-me pelo retorno a uma cadeira rotineira com minha xícara e pôr fim ao café, inspiravelmente desastroso.
Nunca reclame do que tens, pois tem muitos que tem bem menos ou quase nada... Conformar-se? Nunca! Buscar o melhor SEMPRE!
As vezes acho que não vou conseguir, fico a beira do abismo quase caindo, mas sempre DEUS me dar forças de levantar a cabeça e no final sempre acabo conseguindo o que quero, ainda bem!!!”
