Quase

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O bom de tentar as coisas impossíveis é que quase não há concorrência, às vezes nenhuma!

Nessa vida de ilusão e quase ilusão, a pessoa com virtudes sólidas que pode ser admirada por algo mais substancial do que sua fama normalmente se revela como o herói não celebrado: o professor, a enfermeira, a mãe, o policial honesto, o trabalhador em tarefas solitárias, mal pagas, desprestigiadas e desconhecidas. Invertidas as coisas, estes podem permanecer heróis, precisamente porque permanecem não celebrados.

Cometi erros a qual me entristeço, uns que poderia ser evitados outros quase impossíveis. Nair Lima

Quase sempre é normal pra quem ama, ter um amor não correspondido.

Quando você me deixou, meu bem
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci

Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos, quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais

E que venho até remoçando
Me pego cantando
Sem mais nem porquê
E tantas águas rolaram
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você

Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos, quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz

A solidão rodeava meus sonhos, dias de sol já não eram belos como antigamente, quase nada já me fazia sentido. Talvez pelo fato de não ter mais alguém do meu lado, me acostumei em sempre ter, acabei caindo na pior das ciladas , a armadilha da rotina. Que faz você sonhar com outros mundos, outras pessoas outras vidas. Sem perceber te perdi, já não havia mais a minha rotina, porem a solidão e a dor de não te ter ao lado, tomou conta de mim, me fez refém dos meus próprios erros, da minha própria decisão.
Passei a não olhar mais como olhava. Tranquei-me,Com medo de sofrer tudo de novo, com medo de errar como errei, com medo de assumir algo que é digno de ser sofrido. Essa coisa de amar é tão louca de se pensar, essa coisa de querer e a dor de não poder ter. Mais sinto que algo mudou, sinto já não sentir dor. Sinto que já me recuperei, eu falava “jamais amarei”. Ate que um momento, um acontecimento, as coisas já não faziam mais sentido, aquela dor que temia sentir já não era obstáculo, sem explicação, sem tradução, sentia a sensação, como na primeira atração, não entendendo meu coração. Poderia ser traição? Refém da minha própria emoção. Você apareceu e tornou tudo diferente, me fez olhar o mundo de novo como uma criança no parque de diversões, me fez sentir vontade de querer gritar igual um louco, curou minhas magoas. Agora posso ver que sou capaz de amar novamente, agora posso sentir que o amor não é apenas um retrato da felicidade de uma pessoa, mais que o amor pode surgir em cada sorriso não reparado, de um abraço apertado, da vontade de estar ao seu lado. Mesmo que não de certo, mesmo que não fica por perto, eu sempre serei grato, pois agora vejo o que é de fato. O amor não tem explicação sentido ou razão. É o combustível da vida, o que faz e motiva, sem amor nada dura, não tem graça, se satura.

Tanto tempo sem saber,
Que quase sem querer,
espero te encontrar,
E se a certeza for em vão,
Eu busco outra razão,
Para nunca mais voltar.

Sou uma espécie estranha e rara, que às vezes se encolhe de medo da vida até quase sumir. Mas, quando resolvo me reerguer, sou capaz de me tornar grande, bem grande... Na verdade, enorme em minha infinda capacidade de auto recomposição.
Sou como uma velha águia, que se esquiva e se esconde... Envergonhada, se isola do mundo á sua volta, esperando pelo fim e prepara-se para morrer. Solitariamente, entra em um processo de auto flagelo, rogando apenas para que ninguém chegue tão perto, a ponto de perceber as suas fragilidades.
Ás vezes, me mutilo emocionalmente e arranco as minhas vontades e expectativas a unha. E, quando penso que já vivi tudo e que vou morrer, brota em meu ser uma força descomunal. Subo ao topo da montanha da vida, levanto voo, e recomeço novamente.

Então ele disse: ” Você quer sumir da minha vida?”. Eu o respondi, quase sem fala: “Sim, eu quero, será o melhor pra nós dois” Ele retrucou: “Mas eu não vou sumir da sua vida…. Mesmo você me pedindo o contrário.” Sei lá, nunca gostei tanto de ser contrariada em toda minha vida.

⁠Quase Movimento

Hoje não começou cedo.
Nem com sol, nem com grandes planos.
Só um pouco de silêncio, e o barulho habitual das coisas andando devagar.

Ainda assim, há algo pulsando
uma vontade miúda,
que não grita, mas também não se apaga.

Temos carregado tanto peso,
e mesmo assim há espaço para mais um passo.
Não para chegar onde sonhamos ainda,
mas para sair do lugar em que paramos ontem.

Às vezes, continuar é só isso:
não desistir no meio da manhã,
abrir a janela,
respirar devagar,
e escolher, mesmo sem certeza,
não virar as costas para si mesmo.

Frívolo é pensar que sua força está contida no seu auto. Busque reforço Superior. Pois quase sempre, sua fortaleza está firmada no alto (com L.)

Podemos vencer inteligentes, estudiosos e até sábios, com um simples argumento; mas, é quase impossível, qualquer racionalidade, com quem é ignorante, alienado ou enviezado ideologicamente.

Prof. Eduardo Henrique Cabrera

"Srinivasa Ramanujan, matemático indiano — um gênio que o mundo quase não teve."

Eu já te amei… e nesse amor depositei uma fé quase sagrada, como quem entrega a própria vida a um destino sonhado. Acreditei em você, não apenas como pessoa, mas como promessa de eternidade. Achei que meus sentimentos eram verdadeiros, e talvez tenham sido mais reais que nós mesmos. Quando se imagina uma vida com alguém, não se projeta apenas um futuro, cria-se um universo inteiro, feito de gestos, silêncios e possibilidades. Mesmo quando o amor morre, esse universo não desaparece; ele permanece suspenso, habitando um lugar secreto dentro de nós, como se fosse um eco do que poderia ter sido. E esse eco… nunca se apaga por completo.

Não é prudente seguir o coração, pois quase sempre ele está onde não deveria estar, olhemos para o alto.

Poema do solito.


Sou assim, tenho muy pouco,
por sinal, quase nada;
me basta uma payada
num galpão ao anoitecer,
vendo uma estrela se perder,
quase se apagar na coxilha.
Eu, deitado na encilha,
com cheiro do colorado,
o candeeiro enfumaçado,
pendurado no travessão,
que sustenta a velha quincha,
apertada como sincha
na coberta do galpão.


Minha cama é um catre,
pelego é o meu colchão;
e nas noites de invernada
tenho a alma abrigada
e amadrinhada no xergão.
Por vezes, no imaginário,
nessa coisa de solidão,
penso em outros tempos
enquanto sopra o vento,
assoviando no oitão.


Nesse silêncio velado
de campo e alambrado,
quase no fim da pampa,
donde o gaúcho é estampa
que mantém a tradição.
Quis assim o destino:
que eu, paisano e fronteiriço,
índio, guasca mestiço,
fosse guardião destas terras.
A tropilha, o gado que berra,
o tarrã no banhado,
o quero-quero entonado
no ofício de posteiro,
desconfiado do orneiro
que segue barreando o ninho,
pra não terminar sozinho
igual este rude peão.


Não quis china nem cria,
mas me contento solito:
companheiro, o mate, o pito
e o colorado que fiz pra mim.
Enfrenei, domei e, por fim,
vivo nele enfurquilhado.
Às vezes vou ao povoado
ou no bolicho da ramada,
onde se junta a indiada
pra carpeta, algum bichinho…
E o meu pingo, ao relincho,
me espera na madrugada.


Renato Jaguarão

Era uma vez um quase-amor... Intenso, confuso, bonito, mas mal vivido. Não faltava sentimento — faltava coragem. Ela amava com presença, ele respondia com ausência. E nesse vai e vem, perderam um ao outro sem nunca terem se tido por inteiro.

Ela foi embora pra se proteger. Ele ficou, tentando disfarçar saudade com distrações. No fim, o que restou foi silêncio onde havia conexão, e um “poderia ter sido” que pesa mais que qualquer adeus.⁠

⁠Nem todo recomeço é bonito. Às vezes ele nasce da dor, do cansaço, do quase. Aprender a soltar o controle. Fazer a sua parte e deixar o universo agir. Tem horas que não é sobre fazer mais… é sobre soltar.

A coisa mais linda o mundo fez.

Pulou do ventre da raridade, e trouxe-me felicidade.

Quase não pude esperar que o mundo tivesse de dar algo tão belo a um simples sabiá.

Que nem proeza de cantar tivera para lhe dar.

Ainda não pudia imaginar que a Vitória viria na cor do riso mais querente.

Nobre amor virgem de alegria, era o meu e nem sabia.

No meu peito segurei o canto invasor do amar, em minhas lágrimas a felicidade caia.

O quanto tempo voei derrotado por paixões, no aterrissar encontrei-a olhando outros pássaros a voar.

Juntei-me a ela em descansar, depois do rico folego de companhia nos pusemos a voar.


Juntos em liberdade, aprendi que o amor deixa livre, deixa voar. Acompanha nos momentos tristes. O amor traz a alegria, traz palhaçada, traz acreditar, motivar. O amor é sempre ele, assim como você é sempre você, ele sempre irá te aceitar do jeito que você aprendeu a amar. O amor é matemática, esquenta um pouco a cabeça com suas bobagens, mas todo riso que vem é de verdade. O amor é cor de mar, só navega quem sabe remar. Só leva na maré da vida quem realmente ama, quem tem de ficar.

"O segredo para sair do 'quase' é trocar o 'e se' pelo 'acontece'. A vida não espera a perfeição do rascunho. Ela premia a coragem da primeira linha."






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