Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Um mais um é bom, o terceiro é o resultado da união, muito mais do que isto, perde se o controle e já é multidão.
Os eventos, as festas, os shows internacionais milionários nas áreas mais nobres em todas as cidades, só se justificam se forem atreladas as politicas sociais, educacionais, artísticas e culturais, com as múltiplas periferias da grande cidade. O poder publico, toda vez perde uma boa oportunidade de reajustar valores para as famílias e os trabalhadores que vivem longe como dormitórios e no pé da subjugante grande pirâmide social e econômica. Falta em si, a inclusão social e o exercício de cidadania como plataforma, toda vez estes grandes eventos acontecem, ora por parte dos governos, das empresas publicas e dos patrocinadores.
Cada vez mais me sinto capacitado, para tanto e de todos a receber do que humildemente por boa vontade e generosidade tenho a oferecer.
O mais alto conhecimento maçônico sem a fraternal paridade com o amor incondicional, a compreensão nas diferenças e a compaixão universal, não tem valor algum.
Todas as soluções mais complexas deste mundo, advém da observação criativa, imparcial e emocional das coisas mais simples.
Por mais que exista uma farta iconografia artística por diferentes trabalhos sobre o nascimento, vida e crucificação de Jesus de Nazaré, desde os primeiros anos do cristianismo e avançando pela idade media, nenhum artista teve a total liberdade criativa, pois as obras eram fiscalizadas pela inquisição da Igreja ou eram custeadas pelo Clero. Sendo assim, as criações tem mínimas diferenças mas engessadas pelos textos canônicos da liturgia da fé.
A vida é um eterno renascer, a cada arvore que tomba mais uma florzinha desabrocha. Não necessariamente com a mesma idade e intensidade mas que medida assertiva tem a vida para profetizar a importância do que acontece.
O ativismo cultural politico é a parte mais covarde de plataforma doutrinaria frente a uma população carente de oportunidades.
A verdadeira felicidade condiz em buscarmos sempre os mais simples e os semelhantes, que são alegres por que vivem, e celebram a existência a cada encontro, na alegria que nos acolhem.
Após de mais de 50 anos eu falando, parece que agora a cultura, ate as comunidades indígenas sobreviventes aprenderam que nunca nenhum verdadeiro índio morre. Isto é coisa imposta pela catequese européia. Na verdade todo índio quando para de soprar, ele retorna a terra dos velhos ancestrais, logo "ancestraliza".
Poucos percebem com gratidão, todo esforço e bondade passadas de uma velha amizade. Cada vez mais as pessoas são efêmeras e preferem, por comodidade, mesmo que artificialmente viverem na superfície das relações do agora.
A mente e o pensamento é o veneno mais nocivo para o ser sem rumo mas o coração e o sentimento puro é o maior remédio para todo ser que crê.
Ricardo Vianna Barradas, pegando as inicias de meu nome, R mais E, V mais ER e B mais ERA, surgiu a muitos anos minha principal vocação existencial. REVERBERA. Quem não está preparado para criar, copia.
Tempos de politica de " Coliseu ", não mais eleitores mas sim torcedores se alegrando com a barbárie alheia.
Hoje em dia é bem mais fácil, acreditar cientificamente, em uma capacidade cognitiva, paranormal de alcançar dimensões, freqüências e registros de esferas passadas da vida do que acreditar simplesmente na reencarnação.
Aproximo me da universal fraternidade maçônica na construção de um mundo, mais livre, mais digno, mais justo e melhor mas distancio me de todos que apadrinham escolhidos, na construção de um mundo pequeno, recobrindo eleitos por orgulhos toscos e pelas tolas finitas vaidades.
