Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
A Oração é a forma mais singela e menos pesarosa das formas de se ajudar. É tão inerte como um mosquito na teia, talvez a forma menos humana de ajudar um ente querido. Estendamos a mão e ajudemos a levantar o ente, tratemos a fome, não com migalhas, aliviemos a dor com confortáveis abraços, mas, é mais fácil entrelaçar dedos, juntas as palmas e prostrar-se de joelhos perante a cruz e mover apenas a cabeça para cima e para baixo, em ritual e repetição ainda com olhos fechados, onde tudo Transcorre por numa imaginação. “O criador de tudo não faz parte da criação, também não toma café da manhã comigo na mesa de migalhas, não segura a minha mão ao atravessar a rua, nem alivia o cansaço dos meus pés”. Crê-se que ele habita em outro espaço, mas, está em tudo que se lê e se escreve, e, em toda a folha que cai. O criador das leis que condenam, não está sujeita as leis que os criou, não atende as súplicas nem está exposto ao sol que arde. Assim detém-se medo de estar errado, de ser condenado por ele, o que impede percorrer o caminho da verdadeira plenitude. Não é nenhum privilégio pertencer a alguma santidade. (A. VALIM).
Se cada um doasse mais de seu potencial contribuiria para não diminuir o potencial do outro. Se houvesse mais coragem, menos temor e menos perversidade teria menos compromisso com os problemas do passado e menos demanda com o futuro. Amauri Valim
“Quarta-feira, Sexta-feira” Não comer a carne é um ato de autopunição, a maneira mais fácil para dirimir o pecado. Bendito seria esse o prazer do mendigo, comer a carne com o mendigo é um ato quase impossível. Sendo assim é muito mais fácil à autopunição. A autopunição também pode ser um ato de covardia diante da falta de atitude por uma causa mais nobre. “Porque um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come legumes”. O que come não despreze o que não come; e o que não come, não julgue o que come. (Romanos 14:2-3).
Onde dois ou mais estiverem reunidos sem noção de espaço, de tempo e distância, eu estarei questionando.
O que mais une a humanidade são as tragédias da natureza e o que os separam os humanos dos humanos são os pequenos eventos; os insignificantes.
Responder uma pergunta com uma pergunta é mais inteligente do que dar resposta a uma pergunta como verdade única.
O pecado é a mais forte relação entre deus e o homem, o diabo é apenas um capricho de valor mutante.
ESPÍRITO: O único propósito mais elevado do corpo, extra ao humano, ponte para dar legitimidade à ideia de Deus.
O homem criou o Diabo com boa estratégia para castigar os impuros, em vez disso, deveria criar mais sabores de cervejas.
JESUS agora humano sabido não mais voltará, nem mesmo o DIABO, para não correr o risco de nova crucificação, e dos fins e afins dos planos divinos.
Deus na concepção do homem é o mais poderoso ser vivo para a função da seleção natural de sobrevivência da espécie humana. Para a seletividade de Deus não requer compreensão humana, mas a concordância com um ser onipotente e imutável. A seleção por Deus não é percebida em Darwin, nessa ideia se conota que Deus não é uma espécie como um ser vivo.
É mais fácil se acomodar a uma opinião pronta e ser normal numa sociedade moralista a que correr os riscos na criticidade.
O Diabo é o maior valor simbólico da rebeldia, o mais forte aliado de Deus. Se ambos existissem não teriam valor algum.
