Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
mais uma manhã se inicia "espero não me frustar hoje novamente,estou cansada de ficar parada sem solução alguma,sol bate na janela.me despertando lentamente..... Mais me pergunto que insolente,deveria ter escurecidos mais o quarto.mais não adiantaria o frio como seu cúmplice vem encomendar também acho que e hora de acordar. Acordar espírito a mente o corpo e a alma! Obrigada
Foda-se a depressão
Ainda não chegou minha hora
Ainda tenho que aprender pelo menos
mais dois idiomas
Ler centenas de livros
Assistir milhares de filmes
Eu ainda tenho que saltar de paraquedas
ÉVORA -
Ir àDescoberta de Évora é ensinar a todos os interessados, mais ou menos conhecedores da cidade, que olhem para Évora com outros olhos, que descubram nas actuais pedrarias, ruas e edificios quem, como nós, a já habitou, viveu e construiu. Outros Tempos, outras Eras, outras Idades, tudo ainda subjacente ao aqui e ao agora que vivemos. Pormenores que desvendam épocas agora encobertas pela actual modernidade mas tão presentes ainda.
Virgilio Ferreira que a habitou escreveu certa vez:
"Évora é uma cidade branca como uma capela. As veredas dos campos convergem para ela como os rastos de esperança dos Homens. E, tal como uma capela, Évora é habitada pelo silêncio dos séculos e dos campos que a envolvem ..."
Por sua vez, Florbela Espanca descreveu-a nos seus sonetos como "(...) Ruas ermas sob os Céus cor de violetas roxas ... ruas frades pedindo em triste penitência a Deus que nos perdoe as miseras vaidades."
Cecilia Meirelles, poetisa Brasileira que certa vez a visitou, chamou-lhe Évora Branca e disse que sentia "como se o escultor tivesse querido imortaliza-la. Porque há em Évora um silêncio de cetim, franzido apenas de repente pelo fernesim dos pombos, pelo frémito da água esverdeada ... amo a sobriedade gráfica das suas muralhas que caminham para longe como o dorso eriçado de um animal ante-diluviano, e as torres quadradas, e os parapeitos sobre os arcos, e o vulto maciço dos palácios ... tudo tem uma grandeza, uma dignidade que o cimento armado, a meus olhos, não consegue ter ..."
Miguel Torga cita-a: "Não tenho nas minhas veias, nem o templo de Diana, nem a praça do Geraldo, nem a brancura redonda da água das tuas fontes..."
Em Évora Romântica Ricardo Louro escreveu: E vejo o Templo, a Sé, em longas margens de sossego, na serenidade dos heróis, na tristeza das fachadas, na dolência dos jardins, na quietade dos olhares, na plenitude das gentes, que, pela vida, agora, tantos anos volvidos, ainda vão passando, serenas, imutáveis, imberbes!
Venha ao encontro de Évora onde tanta vida se já viveu, tanta vida se vive agora e tanta há ainda por viver.
A vida é uma piada sem sentido, por mais que sejamos boas ou más com as pessoas, se no fim estaremos no mesmo buraco.
" A miséria espiritual pode permanecer por milênios, ou mais tempo, porém a miséria de bens materiais quase nunca chega a 100 anos".
Uma boa amizade dura não pq estão sempre juntas... Ou todos os dias se falando. Mais aquela que, mesmo não se vendo ou estando em distância... continua com a mesma essência quando se vê!!!
Por mais difícil que tenha sido o dia de hoje, não deixe de acreditar que amanhã poderá ser um dia bem melhor.
Mais um ciclo de novas e antigas metas. Que eu seja como água nessa cachoeira cheia de pedras que é a vida.
Se preocupar com coisas inúteis é a maneira mais rápida de perder tempo e encurtar a vida que é um bem tão precioso.
Não nos tornaremos mais sábios antes de aprendermos que muito do que fizemos foi muito tolo.
Bem-vindo Agosto!
Mais um mês começa!
Que venha leve! Que chegue doce!
Que traga boas vibrações e energia positiva!
Por mais que seja o nosso desejo não podemos ajudar a todos, sempre tem um passarinho que cai do ninho.
Hoje em dia, ninguém mais conserta as coisas, às vezes, nem é porque não têm conserto, mas porque a troca é mais fácil. Parece que tudo já é feito com uma obsolência programada, inclusive os relacionamentos. As pessoas são atraídas pelo fácil, pelo efêmero, pela emoção passageira. Dessa forma, os relacionamentos acabam não durando mais que uma estação. Em meio a esse caos programado, o grande desafio é fazer a diferença, é discernir o que pode e merece ser consertado do que não vale mais a pena ou não tem mais conserto.
Minha estante de memórias está clamando por mais peso. Mais uma vez a submissão da vida pressiona meu âmago com seu peso divino. Pego uma caneta e uma carta e anoto o instante que se passou desde minha última anotação. Ao terminar de escrever está na hora de preencher minha estante de memórias. Pego um isqueiro e incendeio a carta. Minha estante de memórias está sendo preenchida com mais cinzas e brasas. No momento em que coloco fogo ouço a ponte se quebrar mais uma vez. Volto a caminhar ainda com a carta em chamas. Não há nada mais gratificante do que ter o futuro iluminado pelas chamas do passado.
A esperança é aquela voz que nos momentos mais difíceis da vida, sussurra ao nosso ouvido que não é hora de desistir.
