Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Quanto mais inteligente torna-se uma pessoa, proporcionalmente ela evoca o silêncio e troca a fala por observação e análise.
O inverno
Quanto mais frio melhor, esse tempo acinzentado, nos faz pensar em como qualquer pessoa do mundo gosta de calor e compartilhar o mesmo sem importar-
se com o modo de amar , talvez os invernos, sirvam mais para aproximar as pessoas do que as congelá las . S.C
Quanto mais prazeres que não são naturais mais desgraça será a vida da pessoa, pois quando há um pico muito alto a queda também é mais alta e mais dolorosa.
Minhas conquistas são invejadas por muitos
mais muitos não sabem o quanto batalhei e
quantas pessoas perdi
Quanto eu chorei pelo simples fato de tentar
e muitas vezes errar
mais nunca me deixei desistir
porque para conseguir nossas conquistas
temos que insistir
A vida não é para sempre
temos que viver os momentos
sem arrependimentos
Quando você for contar seu problema para alguém, lembre-se de escolher a pessoa certa. Quanto mais gente errada envolvida, pior.
Quanto mais você ama, mais você se magoa. E o que é pior, você magoa a pessoa que ama, bem como magoa a você mesma
Nem sempre você tem do seu lado a pessoa mais legal contigo. As vezes ela não é tão bonita quanto os seus olhos gostariam. Aí avocê tem que decidir: - O que vale a pena na sua vida?? Quando a beleza acaba, ficam só as lembranças dos bons momentos e, tomara, boas risadas. Beleza não é tudo, atitude é o que nos move.
Quanto menos você quer, mais você encontra a pessoa, mas, ao contrário isso não dá certo. Você percebe?
E eu já sei, eu já vivo. ! assim percebi o quanto vc se tornou a pessoa mais especial que esteve ao meu lado. Não são dias de convivência, SÃO ATOS NA CONVIVÊNCIA que me fizeram me apaixonar !
O amor romântico é regido pela impossibilidade. Quanto mais difícil, mais apaixonada a pessoa fica pelo outro.
Finalmente, esses dias, admiti para mim mesma que não sou mais uma pessoa tão aberto ao amor quanto era há dez anos.
O mundo, afinal, é um espelho, dizem, e vemos sempre nossa cara.
Se ouvia batidas na porta, eu a abria.
Amor, basta querer. É um potencial.
Pois eu não acredito no amor como uma coisa pronta: ele aparece com uma possibilidade e você a desenvolve, com suas forças, com sua energia, com a pequenina sabedoria que nós humanos temos.
Com seu próprio amor.
O amor entre duas pessoas é desenvolvido através do amor de cada um dos participantes. Do quanto eles querem se entregar a esse desenvolvimento e colocar trabalho amoroso nisso. Como ingredientes que se acrescenta pouco a pouco ao longo dos dias, semanas, meses, anos ou, às vezes, se retira.
O amor entre duas pessoas é uma oportunidade. Um investimento para diferentes e simultâneos prazos.
Você olha para uma semente de mostarda e, mesmo sem conseguir ver a árvore, você rega.
Não penso que os amores que dão mais certo são aqueles em que a coisa é instantânea. Não acredito em amor à primeira vista (embora também não duvide).
Quem acredita em amor à primeira vista está sempre procurando. E sempre encontra. Um atrás do outro.
E, assim, por diversas vezes estendi a mão a outras pessoas. E, quando pensei que nossas mãos iam se tocar, o outro braço se recolhia.
Claro, tive encontros de outra natureza nesse meio tempo. Mas era outra coisa.
Claro, também recolhi o braço para mãos que se estendiam para mim.
Porém, sinto uma exaustão emocional, quase uma incapacidade ou uma falta de vontade de abrir a porta, de construir algo tão grande como já, com outra pessoa, cheguei a construir.
Porque, no fim, tudo desmorona mesmo... é como me sinto agora.
O mundo é um espelho. Talvez eu esteja encontrando também pessoas indispostas a isso. Sinto tudo muito superficial. Sinto as pessoas querendo só a superfície, ainda que eu busque a profundidade.
Mas mesmo havendo as possibilidades, não tenho tido à vontade o ânimo de acalentar.
Não sei nem se estou me tornando amarga. Mas está me faltando vontade de investir, de deixar alguém se aproximar, tudo me parece tão sem sentido, tão vazio, que me falta coragem para recomeçar, se é que tem algo para recomeçar...
Nem sempre eu tô feliz como parece.
Enfim...
Talvez eu já tenha vivido mais coisas do que é comum para a maioria das pessoas nesse quesito e já devia me dar por feliz.
Talvez eu esteja chegando a uma fase da vida em que eu devo aprender outros tipos de amores.
Não os arrebatadores. Nem os construídos cuidadosamente.
Mas os inevitáveis. Os resignados. Os que já vêm prontos e a gente aceita com um sorriso e lágrimas de gratidão.
Quem sabe se aí tem coisa...
quanto mais inseguro acerca do sentido da vida se está, mais a pessoa dá asas á fantasia da alma; e nunca faz a viagem sem voltar com uma musa (ou muso) inventada nos porões da alma, ainda não iluminados pela luz da realidade e da proximidade.
