Quando Sorrimos
Quando penso que já era, sinto teus olhos...tiro à roupa, pés descalços ...Escancaro alma, coração...E de novo tudo outra vez !
02/03/2020
Quando estamos convictos de algo, achamos que o outro está errado porque pensamos diferente.
O mesmo se passa com o outro.
Quando bater aquele desânimo, pense na melhor canção, pessoas que te inspiram faça algo que goste para comer, pois quando estamos focados em alguma coisa não sobra tempo para pensar naquilo que não agrada.
Conclui que muitas vezes não dá para apenas desenhar, quando a mente é cega tem que usar até massa de modelar.
As palavras são vãs quando não se tem sentimento, mas elas continuam sendo poderosas porque elas fazem viver ou podem matar.
Você ficou ao meu lado
quando a ansiedade bateu.
No momento mais difícil, lembrei
que havia alguém
pra me apoiar quando nem conseguia falar
Pois minha garganta seca
me impediu de sequer me defender.
Enquanto me sentia sem rumo,
você me fez lembrar que o caminho certo
era ao seu lado, fosse pra qualquer local
que a estrada nos levasse.
Você me fez ser alguém sem ressentimentos
porque sua presença me fortaleceu.
Me tornei alguém melhor até pra mim pois
Não guardei mágoas e aprendi a superar.
Quando falamos de amor é porque amamos, quando falamos de ódio é porque odiamos, quando falamos de fé é porque temos certeza quê vai acontecer.pois a boca fala do quê o coração tá cheio.
Turvo Sentido
Quando nos azuis astrais das águas geladas,
O coração não for mais o cavalgar do corcel,
Serei eu nas lágrimas das amenas cavalgadas,
Navarca na luta com a fantasia, ou na rua, menestrel.
Enquanto uns entretêm,
Outros lhes dão sentido.
Muitos riem!
Enquanto os mesmos lhes dão ouvido,
Monocórdico gemido na noite esguia,
Eu no escuro sonho com uma luz que brilha.
Luto ao som da trovoada em noite fria.
Se eu ao menos tivesse sido pardal de gente,
Erigido na mente, renascido diamante do bruto,
Não tragaria de mim constante que se lamente.
Não faria da noite dia, nem da esquiva morte, luto!
Filho do cravo mudo
E da espingarda silente.
De que muitos riem!
Enquanto outros lhe dão com tudo.
Decibel de incertezas turvas no brilho do escuro.
Capitel donde assisto à peça humana no teatro mudo.
E é tudo um drama, onde nada gruda em dia de entrudo!
Enquanto a geada não cresta o fundamentalismo besta,
O arrebatar de um sino toca o feudal preço do cinismo.
Sonho com o fluido escuro que entra por uma fresta,
Sou eu a humanidade que não presta... a sonhar que cismo!
Enquanto o amor for tudo
E tudo o que amei só:
Ridículos riem;
Poucos terão dó!...
E a poucos eu direi,
O quanto eu amei só!
Quando te encontre pela primeira vez me apaixonei…
Depois voltei e percebi que não era paixão
Não era desejo
Não era afã
Não era serventia
Não era quereres
Mais sim era amor Ilê Aiyê.
Era fim de tarde…
quando estava a esmo na frente de casa….
brincando com uma bola rasgada…
na rua de terra batina…
você apareceu de repente
como um raio de sol que entra pela janela de uma casa do interior.
Gostaria que aquele instante se eternizasse, meu amor.
Quando as palavras verbais acabam, as do coração nos alcançam, elas costumam sair pelos gestos, lindos gestos...
