Quando Sorrimos
MENSAGEM DE FORMATURA : Mulheres, quando se formam... :Era uma longa escadaria, compridíssima. Você foi subindo degrau por degrau, com esse todo cuidado que caracteriza nós, mulheres. Os cadernos cuidados, os livros pesados mas conduzidos com flexibilidade, os trabalhos apressados tudo por um compromisso : essa luz do saber que nos faz mais almas e úteis ao mundo. Agora foi só um passinho ( talvez tenha ajudado saber um pouco de balé!...rsrsrs...) ___ eis aí você __ e o céu esplende de luzes... : Denise, Marta, Clotilde ___...chamam o teu nome. Com chama você recebe o canudo. Abre aos amigos e o mostra : uma só flor cheia de folhas de ... Parabéns !... Parabéns merecidos e lindos. nesse Saber que te eleva__ e leva às coisas mais altas diretas... É aí que a tua __ direção __ Começa !... Parabéns !...
Quando a gente deixa um homem sente o coração partido no meio. Quando a gente se deita na cama, morre de saudade dele. Toma café o café da manhã sentindo falta dele. Corta os cabelos e acha que ninguém alem de você mesma vai notar.
Amar não é dificil, o dificil e acreditar que encontramos a pessoa certa quando tudo parece estar errado...
E então quando não existirem mais palavras para expressar a poesia, verás que os mais belos poemas estavam contidos no corpo de uma mulher.
Estou aprendendo a domar meus pensamentos e ideias. A orquestra que toca quando fecho os olhos é muito alta ...
A coroa do amor a Deus é a resistência, o mal jamais se transformará em bem! Quando fugimos disso, nos apegamos às alternativas. E acreditamos que a satisfação é a recompensa do amor, e esquecemos que a recompensa do amor é Deus.
O silêncio as vezes se torna a melhor maneira de se dizer algo quando as palavras já não adiantam mais...
Sinto a profundeza de minha humanidade quando me deparo com minhas piores falhas. Não como uma condição de perpétua culpabilidade, mas a conexão segura entre o eu, a vontade de acertar e as oportunidades ofertadas pela vida.
E quando chega a hora do adeus, mudamos a página começamos uma nova história, quando na verdade, deveríamos fechar o livro.
Vazio
Mesmo quando passamos pelo mesmo caminho e tudo parece tão igual, ás vezes nos surpreendemos com algo diferente simplesmente por que muitas vezes não pararmos para observar.
E isso nos leva a refletir, o que mais estamos deixando passar despercebido ? O que mais perdemos por não ter tempo de prestar atenção ?
Quantas vezes paramos para olhar pra nos mesmos, e perguntar :
O que nos deixa feliz ou triste ? O que precisamos mudar ou investir ? O que temos vontade de fazer e ainda não colocamos em pratica.
A maioria das pessoas não saberão responder estas perguntas sinceramente pelo simples fato de não ter parado verdadeiramente para pensar.
Se continuarmos assim estaremos caminhando para nada ao encontro do vazio.
Só conhecendo a nós mesmos poderemos descobrir que a felicidade e a satisfação pessoal vem de dentro pra fora, mas temos que aprender a ter tempo para observar...
Ás vezes uma decisão impensada pode mudar o rumo de uma vida.
Felizes quando acertamos, mas trágico quando erramos...
Não existe formulas para que tudo corra bem, temos mesmo que nos arriscar.
Mas o que vale o preço ? O que vale a pena ? Até onde ir ?
O que a consciência cobra é somente reflexo dos nossos atos.
Tenham convicção do que desejam, arrisquem somente se valer a pena, sejamos íntegros com as nossas escolhas e fortes para arcar com as consequências.
Quando fazemos algo errado no passado esse erro volta para nos assombrar como alma penada no presente e por todo o seu futuro.
"Quando se é super-suficiente, acredita-se que tem tudo. Porquê na verdade se é 'tudo'. No entanto, quando se vê cercado do outro e ali nele, deposita-se parte do que você tentou não ser e vê-lo partir, descobre-se que é no outro que o meu pouco pode está. Sabe-se então que não é o 'todo' do tudo que nunca esteve aqui. Reconhecer o 'todo' que estava ao nosso lado, mas o 'nosso' que controlava o outro que cada um tinha na relação, simplesmente desapareceu. Os dois 'tinha' tudo para dar certo."
Texto de: Douglas Melo - As Crônicas Da Guerra - As Crônicas dos Amores.
Quando toca uma música bonita, minha ironia assovia mais alto. Um assovio sem melodia. Um assovio mecânico mas cuidadoso, como tomar banho ou colocar meias. Outro dia tentei chorar. Outro dia tentei abraçar meu travesseiro. Não acontece nada. Eu não consigo sofrer porque sofrer seria menos do que isso que sinto. Tentei falar. Convidei uma amiga pra jantar e tentei falar. Fiquei rouca, enjoada, até que a voz foi embora. Tentei aceitar o abraço da minha amiga, mas minha mão não conseguiu tocar nas costas dela. Não consigo ficar triste porque ficar triste é menos do que eu estou. Não consigo aceitar nenhum tipo de amor porque nenhum tipo de amor me parece do tamanho do buraco que eu me tornei. Se alguém me abraçar ou me der as mãos, vai cair solitário do outro lado de mim.
A gravidade das coisas tomaram um peso maior quando completei vinte e cinco anos. Estou talvez na metade do tempo, se ainda tiver sorte, e meu metabolismo brinca de ser adolescente, as pessoas começam a sentir mais minhas palavras e não justificam a tal fase como desculpa para ignorar o que realmente penso. Acordar se tornou algo insuportável, e já sinto a minha coluna e a responsabilidade do meu futuro incerto. Flertar se transformou em algo patético, o meu olhar cansado já começa a demonstrar interesse em um relacionamento mais consistente, pois, as festas perderam o sentido e conversar sem a percepção de horário é a melhor coisa que descobri. Meus amigos tomaram rumos complicados e não me esforço para entender, afinal, há atitudes imaturas em nós que começam a incomodar, mas os visito nos feriados para a seção nostalgia. O desconhecido é tão atraente e revigorante. Decidi mudar de cidade e ficar mais comigo mesmo e percebi o quanto sou chato, cheio de manias e ideias confusas sobre a vida, assim, começo o processo de mudança e o meu terapeuta diz: "Você não é louco, o que lhe falta é uma dose de loucura pra ser feliz". Já saio sozinho ao cinema e bebo cerveja nas quartas e sextas-feiras para esquecer os problemas do trabalho e não mais para me divertir. Bom, pode parecer que estou exagerando, mas cada dia é um mesmo dia. No jornal violência, corrupção, na vida monotonia, amores iguais e falta de entusiasmo, afinal, não é fácil chegar aos vinte e cinco e notar que o "tudo" se resumi "nisso" ou "naquilo", entretanto, tenho a oportunidade de concluir hoje, não tudo o que deveria, mas ao menos este relato.
