Estou no soprar dos ventos
A solidão me visita mais uma vez na hora da minha reflexão. Sopra o vento lá fora e eu tento sentir seu cheiro solto pelo ar. Ouço o barulho tépido que se lança nessas janelas fechadas. Notas que cabem numa melodia. Música que embala meu sonho despertando meu corpo para os desencontros da saudade.
A paixão de momento, sopra como o vento. Está cada vez mais próxima, e eu com certeza vou abrir as portas do coração para está nova paixão.
Vento que sopra , a brisa que me refresca
A que me envolve , trás calma
A tua essência eu trago dentro de mim
Todos os dias são, um novo renascer
O vento que balança as folhas das árvores, parece sua a voz
As margens de um lago , observo vejo sua criação
Como um espelho , contemplo o teu poder no caminho que passeio te sinto do meu lado
Seguirá minha mão
Se o vento sopra em seu rosto balançando seus cabelos
Sou eu pensando em você e se sentir uma alegria por dentro sou eu lembrando desse seu sorriso lindo
Se derrepente se surpreender tocando seus lábios lembrando meus beijos
Sou eu desejando te beijar
Sei que o vento te fez pensar em mim também num sopro te toca
Nosso amor é elemento fundamental do que somos em nós
Pergunte ao vento o quanto te amo
E o vento responderá sempre que sua brisa passar e de mim se lembrar.
Eu sinto o vento soprar contra o meu rosto, trazendo-me as inspirações de escrever o que reflete à mim mesmo;
No lugar onde eu moro
O vento sopra de noite
Quero-quero canta de dia
Às vezes os papeis se invertem
E o vento sopra de dia
Quer-quero canta de noite
Horas há, também
Em que tudo se mistura
E o vento e o quero-quero
Sopram e cantam noite e dia
E ambos se divertem
em me ver
na dúvida mais pura
Abrindo a janela
e fechando as cortinas
Abrindo as cortinas
e fechando a janela
Centenas de vezes ao dia
e às vezes
Também de noite.
Edson Ricardo Paiva.
A chama de toda vela se apaga
E todo vento que sopra
Passa por mim sem ser visto
Mas eu posso ver, sentir e ouvir
As coisas que o vento move
A brisa no rosto
O ruído do sopro
Na alegria da chama da vela
Que faz festa e que dança
Sempre que o vento passar por ela
Sem saber se cera e pavio
Vão poder queimar até o fim
de vez em quando ela chora
E lá fora, feliz a folha balança
Sabendo que o verde amarela
Em seu tempo, toda folha cai
Pode ser que um sopro mais forte
Precipite a folha, apague a vela
A existência da dúvida
Incerteza constante
Vem por graça nesta vida
Bruxuleante, a vela desconhece
Em qual instante
Há de extinguir-se a chama
Senão, nenhum vento
Seria bom o suficiente
Por mais tempo a folha tivesse
Se houvesse certeza
Nada nunca seria o bastante.
Edson Ricardo Paiva
Eu Sou tua sorte quando o vento sopra forte
Eu Sou o Teu Deus
Quem te guarda e livra os teus
E quem impede agindo Eu
Te chamei e tu és Meu
O vento sopra, tentando me abalar,
Mas Tua mão vem me segurar.
Se eu afundar, Tu me levantas,
És fiel, Tua graça me alcança.
