Quando Morremos Sorrimos
PERMITA-SE
Quando se sentir feliz, permita-se extravasar
Permita-se andar por novos caminhos, permita-se criá-los também;
Às vezes é preciso também dizer “não”, permita-se;
Permita-se ficar horas de seu dia no tédio, você e você por um momento;
Permita-se escutar músicas que não costuma ouvir;
Permita-se conhecer pessoas, desconhecê-las também;
Permita-se perguntar;
Permita-se duvidar;
Permita-se ouvir antes de falar;
Permita-se encher-se de paz;
Permita-se orar, de todo o coração;
Permita-se abraçar, perdoar;
Permita-se acordar mais cedo para apreciar o nascer do sol;
Permita-se ler como quem tem um tesouro perdido nas entrelinhas;
Permita-se viver.
Quando a madrugada acariciar a escuridão
Em suas noites mais profundas
Perceba-me em sua alma
Se os desafios cruzarem seus caminhos
No turbilhão da vida
Na sua serenidade e força
Firme-me em seu pensamento
E se aí não couber
Todo amor que nos une
Com sua ternura e determinação
Guarde-me em seu silêncio
E quando transbordar
O carinho que nos conecta
Em sua doçura e resiliência
Encontre-me na calmaria
E quando provar o paladar da felicidade
Pelos dias da nossa vida
Perceba-me... Firme-me... Guarda-me... Encontre-me...
Quando alguém próximo a nós morre, é como se diminuísse a memória sobre nós no mundo. Uma pessoa contemporânea leva consigo muitas memórias e histórias que se perdem com o tempo. Cada amigo e pessoa amada que nos deixa é uma maneira de sentirmos a brevidade da vida, a fragilidade e a potência dos encontros, da memória e da partilha
Morrer é indolor e inexorável. O fim de todas as dores e de todas as vaidades.
Quando chegar minha vez, serei apenas uma lembrança na memória de poucos.
Quero ser a razão pela qual você acorda com um sorriso no rosto e sente minha falta quando a noite chega.
quando vc passa meus olhos brilham
meu olho dilata e meu coraçao se irrita de amor
quando vejo seus olhos
distantes dos meus
eu so oro a deus e peço
para que um dia eu possa ser teu
essa e mais uma poesia que eu posso te dedicar
para que talvez um dia
vc possa me amar
te vejo de londe sempre distante de mim mas eu sempre desejo que um dia vc esteja aqui
"A única coisa que eu sei do futuro é que ele nunca chega. Quando ele chega não se percebe, pois já é presente, e quando você terminar de ler essa frase, já é passado."
A tristeza fica mais intensa no silêncio, quando ela vai repavimentando a estrada para pensamentos ruins do passado e, desta forma, se fortalece e me sufoca.
“A verdade é imensa demais para caber em apenas palavras; a verdade é sempre melhor absorvida quando a palavra se faz encarnação…”
Quando o homem não sabe, amar uma mulher, do jeito que tem que ser, ele abre vaga no coração dela para a concorrência. Fica a dica!!
Descobrimos que somos mais fortes do que nunca quando o coração sangra tudo que tem que sangrar e continuamos de pé..sem perder a fé na vida e a essência da alma....
Se dói tanto de um modo frenético, se dói quando precisa mostrar a dor, se a dor for intensa e fraca, Use seu coração para criar a melódico e sua mente pata trazer a Letra da dor.
Kethelyn Cristina da Silva Pereira. Compositora, cantora, mesmo que sem fama.
Devaneio neurodivergente
Quando eu era criança, me imaginava como um cavalo selvagem, galopando livremente pelos campos da existência. O vento, cúmplice silencioso, acariciava minha crina, e meus cascos batiam em compasso com o pulsar da terra.
Naqueles devaneios, eu era mais do que carne e osso; eu era a própria essência da liberdade. Acreditava que, um dia, me desvencilharia das rédeas invisíveis que a vida impõe. Sonhava com a plenitude de correr sem amarras, sem medo, sem olhar para trás.
Mas o tempo, esse sábio implacável, me ensinou que a liberdade não é um galope desenfreado. Ela reside na consciência de nossas próprias limitações, na aceitação das rédeas que nos moldam. O erro, esse fiel companheiro, também tem seu papel: ele nos forja, nos humaniza, nos conduz à sabedoria.
Hoje, olho para trás e me pergunto: será que sou o cavalo selvagem que idealizei? Talvez não. Talvez a verdadeira liberdade esteja na compreensão de que somos todos cavalos, às vezes domados, às vezes indomáveis, mas sempre parte desse vasto campo de possibilidades chamado vida.
