Quando Morremos Sorrimos
Quando foi a última vez?
Quando foi a última vez que escutou o silêncio,
Ou o barulho de tudo, em seu violento desalinho?
As gotas da chuva, em cadência, no chão em relento,
E você, na pressa, perdeu-se do caminho.
Quando foi a última vez que encarou o mar,
Sem pensar, apenas vendo a imensidão engolir o céu?
Onda após onda, o mundo a sussurrar,
E você, vazio, preso ao próprio réu.
Quando foi a última vez que olhou as estrelas no manto,
Sentiu o frio cortante da verdade infinita?
A Lua, em seu brilho, despiu seu encanto,
E você, esquecido, sob a noite maldita.
E a última vez que de uma árvore colheu,
Saboreando o fruto, sentindo sua seiva correr?
Ou passou sem notar, sem saber o que perdeu,
Correndo da vida, deixando-a escorrer?
Quando foi a última vez que realmente viveu,
Sentiu o pulsar, o ardor em cada veia?
Ou será que, sem perceber, já morreu,
Na correria insana, sem lutar por uma ideia?
Feche os olhos, deixe o desconforto invadir,
Permita que o silêncio, com fúria, te abrace.
Quando foi a última vez que parou de fugir?
Ou será que nunca... Vai deixar que a vida o ultrapasse?
“Quando te digo amo-te”
Quando me sinto seguro... Quando me perco pensando em nossos momentos... E quando no silêncio em me sinto em um vazio.
Quando no momento, calo-me, para te ouvir e liquidifico tuas ideias e delas tiro doces poemas...
Quando não faz sentido e tudo quando se faz o único caminho é percorrer até onde você estar...
Quando todo passo que dou é em sua direção e quando tudo que quero é me multiplicar para você...
Quando te digo amo-te, não preciso escrever basta você olhar nos meus olhos, decifrando todas as minhas verdades e quando nos meus braços te espero, para te aquecer.
Quando sinto falta do seu rosto, do seu lindo sorriso... sorriso pelo qual conheci o mistério e suas lembranças. Digo amo-te.
Ninguém vive só,
pense antes de falar, filtre o que ouvir. Ganhamos quando respeitamos os limites de cada um.
O capitalismo é a concentração de trabalho transformado em energia. Afinal, quando uma pessoa tem muita energia, ela pode ajudar outras.
Antes que a morte nos tome...
Quando a morte chega, fria e implacável,
E leva quem amamos ao reino insondável,
É então que o coração, em pranto se curva,
E entende o valor que a vida dali pra frente será oculta.
Em vida, deixamos passar o brilho no olhar,
O riso que encanta, o dom de amar,
Mas é na ausência, no vazio que se expande,
Que percebemos o quanto o amor nos prende.
Cada palavra não dita, cada gesto esquecido,
Transforma-se em lamento, em pesar contido,
A dor nos invade, o arrependimento persiste,
Por não termos amado com o fervor que insiste.
A morte revela o que a vida, em sua pressa, esconde,
Que o tempo é frágil, e o amor, que responde,
Deve ser vivido com toda a devoção,
Antes que a morte nos tome pela mão.
Ficamos com a lição, melancólica e severa,
Que o valor do amor só se vê quando a dor impera,
Aprendemos, tarde demais, na sombra que consome,
A dar valor à vida, antes que a morte nos tome.
Dedico este poema ao meu pai Waltairo Brumm , ao meu querido primo Marcelo e a tantos outros familiares e amigos que se foram.
Quando a dona das horas vier me dizer que o tempo acabou, partirá de mim um sorriso tranquilo, por ter vivido intensamente e não apenas sobrevivido; que os olhares e as lembranças dos que amei em vida continuem a ser, para mim, firmes e serenos como sempre foram. E que, ao deixar este mundo, eu carregue a certeza de que cada momento foi um reflexo do amor e da plenitude com que eu vivi.
É muito fácil julgar a dor do outro quando não é a sua própria. O difícil mesmo é ter empatia e amor incondicional, imparcial e cheio de misericórdia, pagando o preço para curar um sofrimento que não é seu.
Quando acordamos recebemos o primeiro milagre!
Agradeça cada instante a cada atraso,agradeça pela chuva pelo sol, pelas pessoas amigos,conquistas e tbm pelo que não deu certo.
Os caminhos de Deus são perfeitos independente das curvas,ou das subidas e descidas.
Seja grato por tudo, pois tudo é aprendizado. Aproveite a vida fascinante e inusitada, as aventuras e a calmaria
Sejamos gratos 🙌
Você me faz falta.
Quando me lembro de você e de suas palavras, sinto que elas fazem parte de minha vida sentimental compartilhada por um longo período com você.
O meu mar e areia podem não serem os mais bonitos, mas quando ando por outros, é que sinto uma imensa vontade de voltar.
A vida é um vislumbre, sempre tem coisas novas nos aguardando, quando algo novo chega; o medo vem junto, porque todas as nossas experiências do passado continuam no nosso subconsciente eternamente, nos jogando contra parede, nos indagando, nos questionando.
Vou além de sorrisos é bom dias, quando o assunto é respeito, dou toda minha vida, e andei errando, eu tô aqui pensando, é tudo questão de tempo a nossa hora está chegando, se meu eu quem estava se incomodando, é só um plano, de plano a superfície desnivelada, estudar é melhor que por a mão na inchada, seja chagas ou qualquer outra praga, prata ou Prada, a questão é entender o que é real, se a vida vai além do que se vê eu tô vivendo feito cego perto do final. Quantos anos pra aprender o que é viver, eu só escuto o conselho e registro, me assemelho ao seu conflito, permito-me mudar. A vida é um sonho eu preciso acreditar, quem diria que a vida é uma sina, e o dia assassina o tempo de vida. Somos peixes fora d’água, presos numa red.
Quando na miséria econômica o ser almeja a riqueza para sair da miséria. Quando rico, cai na tentação do desejo de ser invejado. Dessa forma, atrai para se inimigos ocultos. E ainda corre o risco de confundir prazer com felicidade.
Emoções, intensas e tão difíceis de domar. Mas o que mais me apavora é: e quando pararmos de domá-la?
Na busca da certeza, sempre me deparo com a incerteza! Tão juvenil e avassalador, é sentir. Que num simples adeus, pode ter o peso de partir um coração.
O que resta em meu peito se não remendas de um velho machucado?! Que traumatizada me faz pensar, será que novamente acontecerá? Só que nem tudo controlamos, como a emoção, sentimentos e amor.
Naquela época, quando crianças, éramos realmente felizes e nem sabíamos. E agora, será que vamos, mais uma vez, deixar para depois, como sempre?
Uma Oração!
“Querido Pai, mesmo quando eu caminho pelo vale da aflição, a tua Palavra me faz lembrar que não devo temer o mal, pois as tuas promessas estão seguras e não falharão.
Obrigado Senhor, por esse cuidado
e amor perfeito que me enche de esperança e dissipa os meus medos. Permita-me viver com mais fé hoje e todos os dias, em nome de Jesus.
Amém!”
Londrina 28/08/2021
