Quando Morremos Sorrimos
Trova 174
Penso naquele conserto
Quando ele ficará pronto?
Prazo claro é incerto
E eu aqui com cara de tonto
aferi
Sucesso é quando a música harmoniza a vida e torna o ser humano melhor conforme o avanço da idade. Dejetos alçados à fama é só a constatação glamourizada da mediocridade
Portal
Agora eu sei
É uma mensagem
Não é o fim
É uma passagem
Quando passar
Irá voltar
Para consertar
O que não pode apagar
A morte é um portal
De volta ao tempo
Não sou imortal
Mas em você ainda penso
Assim que atravessar
E o tempo voltar
Se lembrará de mim
Viveremos juntos até o fim
O quanto te amei
Reviverei
Junto de ti
Novamente estarei
Roney
Quando pensamos, e não filtramos cada pensamento eles se tornão em palavras, que se tornarão em atitudes e por fim isso definirá a nossa personalidade e caráter, moldando assim todo o nosso destino para sempre.
" A verdadeira transformação do CRISTÃO...
É quando você começa a escolher em estar na presença de Deus"
Pessoas com caráter respeitam o
relacionamento dos outros. Não
esqueça disso quando for procurar
alguém para se relacionar.
Só saberemos, e vamos entender o valor real da juventude, quando chegarmos a velhice.
Então perceberemos o quanto fomos tolos, insensatos!
E lamentaremos. E será em vão.
A vida começa a ter mais sentido, quando entendemos que:
Tudo começa com um pensamento e apartir das ações e da persistência tudo se realiza.
Quando a noite chega, quando o mundo silencia, que me bate a agonia da saudade. Mergulhado em mundo de sentimento, vejo a escuridão da noite perdendo sua intensidade. Suas promessas de amor eterno, foram como nuvens escuras, durante as tempestades fortes, que vem rapidamente, para tão logo partirem para sempre. Depois que você partiu, eu sou como um anjo da noite, que anda triste durante o dia sem saber para ir, nem como voar sem ser notado. Toda noite e assim, as mãos rabisca em um papel qualquer, o que esvazia da mente os pensamentos conturbados que abranda a dor do coração ferido.
Eu só escrevo quando dói. Antes de qualquer sensação, qualquer sentimento, qualquer faísca que seja, dói. Essa revelação imediata me veio quando, após vários dias de sol, a chuva inesperada invadiu minha janela, molhou meus móveis, tapetes, colchão. Molhou aquele velho livro do Carlos Drummond de Andrade onde ele conscientemente dizia a si mesmo que o amor é mesmo inesperado. Hoje é domingo e nem eu, nem você nem ninguém sabe o que será. Eu realmente só escrevo porque dói. Se não doesse não me faria limpar a escrivaninha, abrir o caderno e sacudir a velha caneta na esperança que saísse tinta. Sabe aquela janela? Aquela que eu esqueci aberta e permitiu que a chuva se vingasse de mim pelas tantas vezes que reclamei do sol? Ela agora está entreaberta e nela vejo um céu nublado como nunca. Nunca escrevi em dias ensolarados. Porque afinal eu só escrevo quando dói e em exatos 173 dias nunca escrevi, mas como o próprio Drummond disse, eu preciso te pedir: reserve-se todo para as bodas que virão e se não com essa flor, com outra. E ao contrário dele eu tenho certeza que virão, mas eu duvido quando ele diz que o amor no claro é sempre triste. Ah, Drummond, eu só escrevo quando dói e aquele agosto me livrou de toda a dor. Houve um príncipe em um cavalo preto que me resgatou de muitas dores. Mas você, Drummond, me alertou sobre o amor que sobe árvores e se estrepa e sangra. Sangra muito. Eu só escrevo quando dói e se dói é que estou viva, ah, hoje eu não morro, não morro porquê me sento na cadeira do cinema e espero o filme de Carlito, ah, Carlito. Eu só escrevo quando dói e me dói que não tenhamos aprendido a equação que resulta em não magoar o outro, ela me parece digna de dar o Nobel a quem resolvê-la. Mas me resta, Drummond, agradecer àquela linda alma por todos os dias de sol, por todos os dias que não escrevi, por todos os dias em que não houve chuva, nem sangramento.
O DIA QUE EU MAIS CHOREI
Quando embalsamei o meu corpo
No elixir sagrado - Vinho Panteístico
Que os deuses sorvem do ''místico''
Rebanho - salguei-me, absorto!
Chovia em todo meu ser, navalhas,
Perfurando-me o peito e os olhos;
E o mar, que chocalhava-me os ossos,
Chocalhava também as minhas falhas.
E só, no se ir das ondas, eu naufraguei
Meu barco nos corais: tanta beleza
Tinha no olhar, tanta sede; - Afundei
No azul de um céu que encontrei...
E ao beber de minha própria profundeza,
M'embriaguei, Tornei-me Deus, e me afoguei!
Itamar FS
A graça de Deus, além de ser um favor imerecido é também um dom que recebemos mediante a fé, quando estamos na depência da sua vontade e seguindo os seus propósitos de santidade.
Não existe olhar mais doce no mundo do que o do meu gato quando ele acha que estou com alguma coisa de comer na mão. Às vezes é uma cebola, mas ele me olha com a ternura do filé mignon.
