Quando menos Esperava Voce Aparece
Devemos nos manter fortes mesmo quando o mundo parece desabar ao nosso redor, buscando levar alegria ao próximo em vez de frustrações.
Quando duas cicatrizes se beijam
Cicatrizes são mapas que o corpo e a alma desenham para nos lembrar de onde viemos. Cada uma conta uma história de dor, de luta e, sobretudo, de sobrevivência. São marcas que carregamos com orgulho, às vezes com vergonha, mas sempre com o peso do que significam. E, por mais que as escondamos, há momentos em que elas se encontram. E, quando isso acontece, pode surgir algo inesperado: a cura.
Duas cicatrizes que se beijam não são um acaso. É como se o universo soubesse que, em meio a tantas dores, existe um remédio escondido na compreensão mútua. Quando encontramos alguém que entende nossas feridas, que reconhece em nossa história um eco da própria, algo se transforma. Não é que a dor desapareça; ela simplesmente deixa de ser solitária.
É curioso como as cicatrizes, ao se tocarem, não competem. Elas não perguntam: “Quem sofreu mais?” ou “De quem foi a queda mais dura?” Elas apenas se reconhecem, como velhos amigos que não precisam de palavras para entender. Uma cicatriz ao lado de outra é um abraço que diz: “Eu sei.”
A cura não acontece porque o outro nos conserta, mas porque, ao olhar para suas marcas, enxergamos que o sofrimento não nos faz únicos — ele nos faz humanos. Ver as feridas do outro é como encontrar um reflexo da nossa, uma confirmação de que não estamos sozinhos na batalha.
E, nesse encontro, algo mágico acontece: nossas cicatrizes, antes fechadas e rígidas, começam a se abrir para algo novo. Talvez seja o riso compartilhado em meio à lembrança de uma dor que já não pesa tanto. Talvez seja o silêncio que respeita o tempo de cada um. Ou talvez seja apenas o ato de estar ali, de oferecer uma presença que cura sem tentar remendar.
Quando duas cicatrizes se beijam, não é sobre apagar as marcas ou fingir que elas nunca existiram. É sobre transformá-las em pontes, em conexões. Porque, no fundo, a cura não é o fim da dor, mas o início de algo maior: a aceitação de que somos inteiros, mesmo com todas as nossas partes quebradas.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Quando a Cola Se Vai
(Dedico à minha mãe, dona Jucelia Fogaça Garcia/in memorian)
Perder a mãe é viver em pedaços. É como se alguém arrancasse o centro de um quebra-cabeça e deixasse você segurando peças que já não sabem onde se encaixar. A mãe é a cola, o ponto de gravidade que mantinha tudo no lugar, mesmo quando parecia que o mundo estava desabando. Sem ela, sobra um vazio que nenhum remendo consegue preencher.
Ela era a referência. A pessoa que sabia onde estavam os segredos e os atalhos da família. Aquela que juntava as gerações, fazia a ponte entre o passado e o presente, entre a tradição e a novidade. Era a dona das histórias que começavam com “Lembra daquele Natal?” e terminavam com risos que aqueciam qualquer mágoa.
Sem ela, os domingos parecem desajustados. A mesa, mesmo cheia, soa vazia. Não tem mais aquela voz para organizar as discórdias, aquele olhar que dizia: “Vai ficar tudo bem”. Ela era o centro, o encaixe perfeito entre irmãos que agora se olham sem saber direito como continuar.
E a casa dela… Ah, a casa dela. Não era só um lugar, era uma bússola. Um norte que dizia para onde correr quando o mundo lá fora era frio demais. Depois que ela se vai, até os cômodos parecem perdidos. O cheiro dela some, o eco da risada também. Você visita o espaço, mas não encontra o abrigo.
Perder a mãe é aprender a andar sem guia. É viver no improviso, tentando ser forte, mas sempre sentindo a falta daquele abraço que colava tudo de volta no lugar. Aquele amor incondicional, que não pedia nada em troca, só existia para curar, para unir, para amar.
Agora, a cola está dentro de você. É sua vez de tentar juntar os pedaços, mesmo com as mãos trêmulas. Porque, no fundo, ela nunca foi embora completamente. Está em cada história que você lembra, em cada gesto que repete sem perceber, em cada pedaço que tenta, aos poucos, refazer o todo.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Só descobri que era uma águia quando comecei a voar sozinha. Uma águia não voa em bandos, porém alcanca seus objetivos.
Quando sabemos que somos uma nova criatura? Basta olhar para o céu em um dia nublado, com nuvens escuras se aproximando. Se conseguir sentir paz e tranquilidade ao ponto de ver beleza na paisagem, saberás que estais pronto para o que virá.
Quando nos deparamos com um caminho repleto de pedras, devemos nos inspirar na perseverança do próprio caminho, que continua apesar dos obstáculos, em vez de nos tornarmos como as pedras que bloqueiam o progresso.
A democracia não ocorre por obediência a um sistema político, mas quando o sistema político sujeita-se à vontade da maioria.
Vivi querendo crescer, acreditando que tudo seria melhor quando eu fosse grande, porém hoje vejo que nada do que eu acreditei era real, pelo contrário, eu me pergunto todos os dias se minha vida faz algum sentindo, se existir é necessário, e me pego querendo desesperadamente voltar a ser feliz como uma criança
Quando a alma se quebra o corpo aparenta estar inteiro mas basta um olhar aprofundado para perceber os pedaços pelo caminho !
"Começamos a caminhar em santidade quando compreendemos que não precisamos de todas as respostas nesta vida. Basta o amor de Deus, e por meio dele podemos reconstruir em nós os valores e princípios que o pecado nos roubou, devido à nossa ignorância e incredulidade em relação ao poder de transformação da graça divina."
"O amor de Deus começa a transformar o nosso interior quando compreendemos seu poder curador, manifestado em sua imensurável graça. À medida que Ele nos revela seus princípios e valores, percebemos que tudo o que Dele procede é amor, do princípio ao fim. É por isso que não somos destruídos por nossa própria maldade interior."
"Quando compreendemos o verdadeiro significado da resiliência, que flui de um amor obstinado e totalmente comprometido com o desejo de superar a nós mesmos e todas as nossas limitações interiores, vemos que o que verdadeiramente nos limitava era apenas a nossa mentalidade. Pois assim como uma pessoa se vê por dentro, assim ela se torna."
No palco minhas preocupações ficam suspensas, pela falência do controle.
Quando escrevo, já não tenho mais nada fora do ar duro que pega fogo, voo dopado de não ser mais o medo de ser
Quem sou na medida razoável da vaidade.
FILÓSOFO NILO DEYSON MONTEIRO
✍️
"Ela é animal selvagem,
camuflada no meio da paisagem,
somente ataca quando está com fome ou pra se defender."
***
...quando se estabelece condições de igualdade para coisas desiguais, sempre se está privilegiando o mais forte"
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 173
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