Quando menos Esperava Voce Aparece
Quando penso nesse mar de ilusão
Quando vejo eu perdido em mim
Tenho para mim que a lua se afastou
Tenho para mim que a luz do sol sucumbiu
Se a vida que levo não se mostra nesse ápice
Se não vivo em uma louca euforia
Num pequeno quarto, no fim de um agosto frio.
Vejo pela janela alguns pássaros a voar
Tendo para mim que a liberdade é um privilégio
Enquanto os mortais procuram um sinal de alegria
Tenho se juntado a eles.
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
Não tem limites nessa hora, a solidão da alma se vai para longe
Pois todos estão juntos e estamos sós nesse universo
Somos pequenos e grandes como o universo de uma célula
Iludidos imaginando, que por um acaso o sistema
Nos reserva algo maior
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
Aaahh, como eu queria ser um pássaro
Livre e solto nessa imensidão
Nesse céu azul tão grande e calmo
Nesse universo ao alcance de minhas mãos
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
Dentro do vazio da sua alma
Revirando por dentro
Quando uma luz clarear
Grande é a quantidade
De diversidade
Você pode encontrar
Lembranças de uma noite fria
De mentes vazias
Vendo o luar
Ao ludo um lugar resplande
É uma memória doce
Uma noiva no altar
Logo assim, uma pomba sintilante
Regressa o caminho
Dos elementos tão claros
Que nos fazem enxergar
Que somos só almas tão grandes
Confusas o bastante
Para não nos achar
E quando a pomba sintulante
De um amor verdadeiro
Nos faz contemplar
Que temos tanta sorte grande
Memórias o bastante
Pra encher um mar
Que temos o amor de um amigo
Sorriso conhecido
Que nos alegrar
Veja então sua alma tão quente
Outrora pobre e doente
Te faz enchergar
Que a alma de um povo valente
Levanta tão fervente
Ao esperança alcançar
Sabe aquele momento, quando toda fala não faz mais sentido, quando a vista embaça pelo cansaço e o foco está no momento?
Esse é um tempo estranho, onde sinto a estranheza prevalecer, onde tudo escurece, onde o sentido não exite e sim o momento, um momento muito esclarecedor do nada de toda a minha vida, do escurecer da minha alma já escura, do fim da vida momentânea no presente e após isso o renascimento na realidade.
Quando já sabemos o que fazer e não fazemos, ou o que não fazer, e fazemos, isso indica apenas que não queremos. ‘Ah mas é porque eu não consigo’. Esse é o ponto: sem uma honesta, legítima e firme vontade, ninguém consegue. Daí a inutilidade de alguém entregar receitas de bolo prontas sobre o que fazer ou o que não fazer, se não estamos dispostos de verdade. Pior ainda se vermos a coisa como ‘obrigação’, e não como ‘movimento inteligente a nosso favor’. Será melhor então ignorar o que temos que fazer e o que temos que evitar, e deixar se manifestarem as consequências dessa negligência, que terão seu preço. Aí sim, quando pagarmos o preço, e doer no ‘bolso da alma’, o aprendizado se engendrará profundamente em nós, e dessa maneira sim passaremos a valorizar (porque passaremos a querer valorizar profundamente) futuros sinais do que é mais auspicioso fazer, e do que é mais auspicioso evitar. E só então enxergaremos como aqueles movimentos são de fato uma manifestação de inteligência, e não os veremos como imposição ao nosso ego.
Quando deixamos coisas tão óbvias serem desfocadas pelas promessas milagrosas de que a coisa vai dar certo, ou o contrário, sofremos. O óbvio sempre será o melhor sinalizador, pelo menos inicialmente.
Uma das facetas da imaturidade se manifesta quando achamos que podemos ‘dar um jeitinho’ nas questões existenciais da vida, pela força do braço, como se definições cabalísticas pudessem ser mudadas ao bel prazer de nossas vontades e mimos.
Naqueles dias em que tudo fica meio suspenso no ar...
Aquela sensação de vazio, quando o tempo para e o tempo parou, por um tempo ele parou dentro de mim.
E quando as palavras escritas ficam quase mudas, inexoravelmente mudas.
E tudo se torna silêncio dentro da gente...
E você tem medo de ir e ficar e tudo continua calado e o olhar se fixa no nada.
Talvez mais tarde eu consiga traduzir o vazio que tomou conta da minha alma...
E assim em silêncio eu falo com Deus que é o bálsamo que a tudo cura, até mesmo o silêncio cortante dentro da gente.
Um problema grave para nós, surge quando esperamos que as pessoas se comportam como queremos, ou como achamos que nos comportaríamos se estivéssemos no lugar delas. O resultado desse tipo de expectativa, na maioria das vezes, é desarmonioso.
Quando se critica, estamos a julgar. Se julgarmos já não compreendemos, porque julgar implica condenar ou absolver.
“PACIÊNCIA é uma flor rara, difícil de ser cultivada. Poucas pessoas a semeiam. Quando surge o primeiro broto, qualquer imprevisto o aniquila e impede o florescimento. Requer muita dedicação e desprendimento. Nas regiões urbanas ou com grande concentração de pessoas é sempre mais difícil cultivar a PACIÊNCIA. Muitos não conseguem mantê-la simultaneamente em casa e no ambiente de trabalho e acabam optando por um lugar fixo onde ela se adapta melhor. Dizem que é muito útil para quem convive com idosos e crianças. Por uma razão desconhecida, muitas famílias não conseguem manter o cultivo em ambientes com adolescentes. Para os amantes dessa espécie, é preciso insistir na empreitada: semeando, regando e cuidando. A cada vez que ela perece, tente um novo recomeço, porque a beleza da florada compensa o sacrifício e o preço. “
A mediocridade do homem se inicia quando esse se apega na busca da fama, glória e fortuna.Em detrimento ao preenchimento do seu vazio existencial.
Denis Henrique Martins.
Quando a cabeça não se liberta
Das frustrações, inibições
Toda essa força que te aperta
O corpo é que sofre
As privações, mutilações
Eu me importo?
Quando viu as multidões, sentiu compaixão por elas. -
Mateus 9:36
Escritura de hoje : Mateus 9: 35-38
Por que Richard Gilder instalaria um gongo de bombeiros em seu quarto? Como comissário da Tenement House na cidade de Nova York, ele se perguntou o que estava causando tantos incêndios. Mas ele fez mais do que admirar - ele mostrou preocupação genuína. Sempre que um incêndio acontecia em uma das residências, o alarme soava e Gilder corria para investigar.
Temos o mesmo tipo de preocupação com as pessoas famintas, doentes e sofrendo uma opressão cruel? E as multidões que, sem Jesus Cristo, passarão a eternidade no inferno? Quão preocupados estamos com o futuro deles? Compartilhamos a compaixão que motivou nosso Salvador? (Mateus 9:36).
O apóstolo Paulo tinha esse tipo de preocupação. Ele escreveu em Romanos 9: 2: “Tenho grande tristeza e tristeza contínua em meu coração”. Ele ansiava que seus companheiros judeus fossem salvos.
Estamos preocupados o suficiente para orar? Todos nós podemos fazer isso. Nós nos importamos o suficiente para dar? Podemos ser mordomos fiéis e contribuir para o trabalho contínuo do evangelho. E o que dizer de testemunhar? Podemos falar sobre nossa fé a um amigo. Podemos escrever uma carta, distribuir um folheto ou talvez enviar um livro a algum conhecido não-cristão.
Se nos importarmos, faremos algo. —VCG
Refletir e orar
Senhor, dá-me um fardo para os moribundos,
para os perdidos, onde quer que estejam;
Ajude-me a cuidar de que eles estejam indo
para uma eternidade sombria. - Fitzhugh
Amar os perdidos é o primeiro passo para levá-los a Cristo. Vernon Grounds
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