Quando menos Esperava Voce Aparece

Cerca de 391503 frases e pensamentos: Quando menos Esperava Voce Aparece

⁠Precisamos dar à nossa família, pelo menos, o mesmo tratamento que dispensamos às pessoas com as quais não temos laços consanguíneos.

Inserida por chicogente

⁠Não tem jeito de enxergar qualquer animal como fonte de alimento. Eu, pelo menos, não consigo. E sou muito feliz por isso.

Inserida por chicogente

⁠“Quanto menos preciso comprar,
menos comprado me sinto.
Quanto menos preciso consumir,
menos consumido me sinto.
Quanto menos preciso,
mais livre sou.”
ada luz marqués

Inserida por droplets

⁠Se ao menos eu tivesse pensado nas palavras certas
Eu poderia ter me agarrado ao seu coração
Se ao menos eu tivesse pensado nas palavras certas
Eu não estaria rasgando
Todas as minhas fotos de você

the cure

Nota: Trecho da música Pictures Of You.

Inserida por droplets

Quem tem a revelação dos céus, não destorce a palavra de Deus e muito menos usa versículos bíblicos para proveito próprio. O sim de Deus é o seu sim, o não de Deus é o seu não. Nisso conhecemos o homem espiritual.

Inserida por fiorehsotana

O que te faz livre não é a religião, muito menos a ciência. O que te faz livre é uma força chamada fé. É ela que te impulsiona a florescer nos lugares mais improváveis. E nós faz enxergar a vida de uma forma otimista levando- nos a dominar arte da tolerância geradora do amor e do perdão.

Inserida por fiorehsotana

Nunca vai ser a hora, nem o momento, muito menos o lugar, por que não existe isso, não existe momento certo, hora certa, lugar certo.
Tem que ser agora ou nunca.
A vida é curta de mais. Se não fosse agora, não terá outra chance⁠.

Inserida por Vicky2

Meu amor, eu sei que o mundo é um lugar cheio de problemas e dores, mas pelo menos a minha alma, você conseguiu curar. Eu sei que tudo pode melhorar, mas já me sinto em paz, porque todos os dias são bons desde que te conheci.

Inserida por droplets

⁠Menos ganância é igual a mais generosidade.

Inserida por paulodgt

⁠Quanto mais perto da cruz, menos gente fica ao teu lado.

Inserida por paulodgt

⁠Quanto menos pernas, melhor: prefira vegetais, depois aves e, por último, carnes vermelhas — um princípio tradicional da cultura alimentar asiática.

Inserida por paulodgt

Quanto mais verdade é dito menos amizade é visto.

Inserida por paulodgt

⁠Aquele que é menos importante aprenderá o mais importante das Escrituras.

Inserida por paulodgt

“Marcela jamais amou-me e usou-me para dez migalhas de rapé, nada menos. Eis o humilde poeta recreando-se na linguística.”

Inserida por RafaelZafalon

Se amasse-o(a) verdadeiramente, ao menos respeito houvesse, não enxergaria nada, nenhuma marca nele(a) lhe teria importância.

Inserida por RafaelZafalon

Sinto que estou fazento tudo, menos o que realmente quero!

Inserida por RafaelZafalon

⁠Um dia de cada vez

A terra seca sob meus pés
não é menos dura que o peso do dia.
O corpo ainda aprende a habitar-se,
a não exigir mais do que pode,
a suportar o silêncio sem o entorpecimento do esquecimento,
a segurar o fruto da liberdade que insiste em escorrer pelos dedos.

Já fui campo sem cerca,
onde a ânsia galopava sem freio.
Uma chuva que não rega,
e apenas fere a raiz.
Hoje sou roça semeada
na paciência do tempo,
esperando que algo brote.

Há uma fome que não se vê,
uma sede que não é de água.
Elas gritam no calor do meio-dia,
na solidão dos olhos que evitam encontros.
Mas eu, com mãos calejadas,
mesmo após uma década,
aperto o arado do instante
e traço linhas que só o amanhã saberá decifrar.

Sei que as marcas do passado
não se dissolvem como o barro das unhas.
Elas permanecem, silenciosas.
Mas, enquanto o sol nasce,
me permito regar o presente.
Um dia de cada vez.
E isso, por agora, basta.

Inserida por Epifaniasurbanas

Saudade: a medida secreta do amor


Teus olhos, agora estrelas,
não brilham menos por estarem distantes.
São vigias do meu sono,
um farol que ilumina a noite longa.
Tua voz é sussurro no vento,
um segredo guardado nas folhas secas,
canta memórias nos cantos esquecidos do dia,
um eco que não se apaga,
uma melodia que insiste em ficar.

A saudade não pede licença,
entra sem bater na porta.
Sons, cheiros, risos:
tudo rompe o silêncio da sala.
É o amor que ficou,
pedaços teus que não souberam partir,
estilhaços da tua presença,
que agora moram na ausência.

Sentir saudade é um pacto,
uma entrega,
o ensaio da presença que já não volta.
Dizer "sinto saudades de você"
é confessar: "eu te amo ainda".
A ausência é cheia demais,
carrega teu cheiro, tua risada,
o peso do que não foi embora.

Saudade é régua,
a medida secreta do amor,
o peso e a prova de tudo o que fomos.
Tesouro que o tempo não apaga,
que a ausência não rouba.
Saudade é o amor que persiste,
um grito surdo que ecoa,
buscando-te em cada esquina do tempo.

Se o amor é âncora,
a saudade é barco à deriva.
Navega sempre em busca do que perdeu.
Nem tanto ao mar,
nem tanto à rocha:
foi no equilíbrio das ondas
que minha saudade ancorou
no porto invisível do meu coração.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Tempo de menos (Quaresma)

É tempo de menos.
Menos palavras,
menos pressa,
menos querer o mundo nos bolsos.

As árvores estão mais nuas,
os ventos, mais francos,
e os silêncios,
com cheiro de pão amanhecido.

Uma pedra repousa no canto da alma,
e a gente aprende — devagar —
a não pedir tanto,
a ouvir mais.

Talvez seja só isso:
um tempo em que se aprende
que perder também é uma forma
de se encontrar.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠14 de Maio

No 14 de maio de 1888, o Brasil amanheceu livre. Ou ao menos, livre o suficiente para se parabenizar diante do espelho.

A escravidão fora abolida na véspera, por um gesto régio, breve e elegante, como convinha à pena de uma princesa. A tinta mal havia secado, e já se cochichavam loas nos salões. O Império, enfim, provara sua humanidade — ainda que com duzentos e tantos anos de atraso. Diziam-se modernos. Civilizados. Cristãos.

Mas, nas ruas, não houve fanfarra. Nem pão. Nem terra. Nem nome.

Os que saíram das senzalas na véspera encontraram, no dia seguinte, o mesmo chão duro, as mesmas mãos vazias, e o mesmo olhar de soslaio da cidade que os libertara com uma assinatura, mas não com dignidade.

Alguns acreditavam que o trabalho viria como recompensa. Outros, que a caridade cristã desceria dos púlpitos e dos palácios como chuva mansa. Mas a chuva não veio. Nem a caridade. Nem o trabalho. A liberdade, como os santos nos altares, era bonita de se ver, mas inerte ao toque.

Os senhores — agora ex-senhores — mostraram-se melancólicos. Alegaram prejuízos, saudades das "boas relações" com seus cativos, e passaram a vestir ares de vítimas. Alguns, mais práticos, converteram antigos escravos em serviçais por salário algum, chamando isso de transição. Outros apenas viraram o rosto, como quem se desobriga de um cão abandonado ao portão.

O Estado, por sua vez, considerou missão cumprida. E foi descansar.

No dia 14 de maio, portanto, nasceu no Brasil uma nova classe: a dos livres-sem-lugar. Cidadãos sem cidadania. Homens, mulheres e crianças com a dignidade estampada na Constituição e negada na calçada.

Seguimos livres no papel, presos na realidade. As correntes caíram, é verdade — mas com elas não caiu o silêncio, nem a desigualdade. Só mudou a forma da prisão.

Inserida por Epifaniasurbanas