Quando as Coisas Estao Ruins
E amar muito, quando é permitido,vem para modificar uma vida reconhecemos,compenetrado. Como uma caminhada,como uma geografia: palmilhar cada vez mais fundo todos os milímetros de outro corpo e viajar nos momentos mais sublime e puro do Amor, o território da alma. como quando, olhando para o sol,os olhos compadece e verte um brilho.
O coração se ajoelha em prece e agradece.
A forma como os amantes se apoiam,tenho pensado sobre a física disso,a gravidade dos corações. O primeiro instinto humano,encontrar algo a que se apoiar,para conseguir um ombro,um par de mãos para ser frágil. Um a das gentilezas do Amor, ter uma pessoa em que você possa se apoiar,sabendo que nunca vai se incomodar com o peso de suas cicatrizes.
"Submissão - é quando minha mulher
grita pela casa:
lave a louça, apague a luz e vê
se não Ronca
senão, volto pra casa da mamãe"
Muitas vezes buscamos incansavelmente a pessoa certa, quando, na verdade, deveríamos encontrar a errada e guiá-la pelo caminho certo.
O retrocesso é uma sombra que cresce quando a esperança se apaga nos corações daqueles que acreditam no bem comum.
Na vida e no jiu-jítsu, às vezes somos o martelo, e outras somos o prego. Quando nos vemos diante de um desafio inesperado, podemos desistir e nos submeter sem lutar, ou respirar fundo e batalhar.
Quando eu era criança, queria ter 20 anos da noite para o dia. Assim como nos filmes. Porque ser criança não me ajudava a superar as dificuldades. Então, quando fiz 20 anos, queria ter 30. Achei que precisava passar por aqueles anos de amador pra me entorpecer da dor. Mas, mesmo depois dos 30, nada mudou. Comecei a sentir falta dos momentos que eu esperava que passassem logo. Foi quando eu percebi que cada momento que vivo é o que faz minha vida durar mais. Agora vou viver cada momento ao máximo. Porque a vida não é um filme. É a realidade.
BELEZA DO NUBLAR
Quando olho para o céu vejo uma luz a brilhar
De dia o sol clareia a noite vejo o luar refletindo seu lindo brilho na superfície do mar
Vou olhando no horizonte vejo uma nuvem por lá o vento trazendo chuva fazendo a beleza Nublar
Sabemos nem tudo é belo basta só esperar
A noite veio com chuva pela manhã o sol voltará a brilhar
Assim como o sol a chuva também tem sua beleza
Algumas vezes ela vem só para lavar a tristeza
Trazendo de volta um belo sorriso e mostrando a sua grandeza
O sol continua brilhando acima das nuvens durante a tempestade. E quando ela acaba, ele traz consigo um lindo arco-íris.
*A Reflexão sobre a Alma e a Reencarnação*
Pense em um rádio. Quando começamos a montá-lo, ele não está pronto para captar as ondas sonoras. É apenas um conjunto de peças desconectadas. No entanto, à medida que adicionamos os componentes, chega um momento em que, mesmo sem estar completamente terminado, o rádio já começa a captar essas ondas invisíveis. Embora não possamos ver essas ondas sonoras, sabemos que elas existem. Elas estão além da nossa capacidade de visão, mas são reais.
O mais fascinante é que, ao acrescentar componentes ao rádio, ele se torna capaz de captar uma variedade infinita de frequências. Isso nos permite ouvir diferentes estações, como se estivéssemos abrindo um mundo de possibilidades infinitas.
Agora, comparemos isso ao desenvolvimento de um ser humano dentro do útero materno. O corpo começa a se formar e, em determinado momento, capta a alma. Não podemos ver a alma, assim como não podemos ver as ondas sonoras, mas sabemos que ela está lá. A alma nos acompanha por toda a vida, influenciando nossas experiências e nos ajudando a captar os altos e baixos da existência, as diferentes "frequências" da nossa vida.
E o mais intrigante: quando o rádio quebra, sabemos que o que deixou de existir foi apenas o objeto físico. As ondas sonoras, porém, continuam a existir. Isso nos leva a uma pergunta profunda: quando um corpo humano deixa de funcionar, isso significa que a alma também deixa de existir? Ou será que apenas o corpo transmissor se foi?
Refletir sobre isso nos leva a considerar a possibilidade da reencarnação. Imagine um novo rádio sendo criado, capaz de captar a mesma frequência que o rádio anterior. Assim como o novo rádio continua a captar as ondas sonoras, talvez a alma continue a existir, encontrando um novo corpo para habitar. A reencarnação, assim, seria a alma encontrando um novo "rádio" para continuar sua jornada.
Ao refletirmos sobre essa comparação, podemos encontrar conforto e esperança na ideia de que a essência de quem somos não desaparece com a morte física. Assim como as ondas sonoras continuam a existir independentemente do rádio, a alma pode continuar sua jornada, carregando consigo as experiências e aprendizados de vidas passadas.
Pergunte a si mesmo: podemos realmente acreditar que tudo acaba com a morte? Ou será que a vida é um ciclo contínuo de aprendizado e crescimento, onde a alma, como as ondas sonoras, continua a existir e a se manifestar em novos corpos físicos?
Esta reflexão nos convida a ver a vida com novos olhos, a valorizar cada momento e a considerar a possibilidade de que nossa jornada é muito mais vasta e profunda do que podemos imaginar.
*Texto de Fabio Mozeika*
Quando nossas convicções como líder são violadas. O nosso caráter é atingido pelo fantasma da deturpação.
José Guaracir
"Quando eu partir, peço que meu corpo seja sepultado em um canteiro, onde possam florescer girassóis, as flores que ela mais amava. Que essas belas flores, com seus rostos sempre voltados para o sol, me acompanhem na eternidade, lembrando-me daquela que foi a luz da minha vida."
