Quando as Coisas Estao Ruins

Cerca de 210805 frases e pensamentos: Quando as Coisas Estao Ruins

⁠Como filha de gaúcho,
aprendi com meu pai
quando ele era jovem
a ser filha do tempo
e dos Pampas,
Fazer um churrasco,
preparar um Chimarrão,
domar um cavalo
e honrar a tradição
do Rio Grande do Sul
com todo o meu coração.

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⁠Não há quem não fique
com água na boca,
Quando o pedido é um
Sanduíche de Carne Louca

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⁠Bolo de Macaxeira
é bom a qualquer
hora do dia,
Quando é feito
para Festa Junina
não sei explicar
o porquê vira poesia.

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⁠Celebro o seu amor
quando floresce
o Ipê Amarelo da Serra
e me vejo florescendo
junto como poeta
nesta madrugada
serena que me inscreve
no livro da vida
como poema
e a felicidade me destina.

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⁠A Poesia não
tem diferença
da brincadeira
Tomba Latas
quando quer
espalhar as palavras.

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⁠Fazer Acarajé fica sempre
mais fácil quando
coloco Axé para escutar,
Quando você chegar
você vai provar
e o seu amor você vai me dar.

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⁠Quando você dá
um sorriso eu juro
que o meu coração
toca Samba de Coco
e cresce um desejo
louco de te fazer uma
declaração mesmo
sabendo que é cedo
de fazer a revelação.

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⁠Peixe seco

Tenho certeza que
você vai se render
de amor quando provar
o meu Peixe seco caprichado,
e vai concordar todo gamado
que é melhor do que feitiço,
Você vai ser por mim fisgado
meu amor mais do que bonito amor.

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⁠Poesia matutina para Rodeio

Quando ocorrer a real poesia
matutina para Rodeio
virá acompanhada do seu beijo
com sabor de café e pão quentinho,
E de mãos dadas percorremos
esta cidade nos orgulhando
do amor obra sublime do destino
para abençoar o nosso caminho.

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⁠Uma onda quando é
forte ela tende a recuar,
Prefira ser mar calmo
para sempre dominar.

Em mar revolto não
se costuma navegar,
Mar calmo e Sol
convidam a mergulhar.

Na Ilha Maria Francisca
ser tua Lua a beijar-te mar,
e assim nos encontrar.

Enveredar no ponto
exato e as estrelas
contigo não parar de contar.

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⁠Quando a constelação
Cruzeiro do Sul
encontra a posição
no nosso Hemisfério,
Coloco a confiança
sob a Chakana
pelos teus olhos
que tanto enalteço,
e venero acordada
porque não te esqueço.

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⁠Quando a tarde se despede
no Médio Vale do Itajaí,
a Lua Nova se achega aqui
da nossa Cidade de Rodeio:
parte do céu floresce igual
a cor das flores se sublimes
do Jacarandá bico-de-pato
deste outonal mês de maio.

O voto etéreo de manter
viva cada uma das inspirações
se refaz só de olhar o bem
que faz ter o Pico do Montanhão
para brindar o nosso coração
com toda a beleza, amor e paz;
não abrir mão de viver assim jamais
se torna cada vez mais imperioso.

(Terrenal carinhoso apego daquilo
o quê é essencial como confirmação
filial austral a quem pertencemos).

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⁠Quando o entardecer desce
sobre o Pico do Montanhão
com a sua nave madrepérola,
Presenteia o nosso coração
com paz e serenidade poética;
Trazendo assim inspiração
na nossa Cidade de Rodeio
em pleno Médio Vale do Itajaí
com as vibrações de junho no peito.

Os apelos de um tempo desafiam
os olhares a não perder o encanto,
os nossos corações do tamanho
do mundo devem sempre atentos,
porque neste tesouro nós vivemos.

(Com alma e o coração gratos
voltados para o céu do Hemisfério,
e os nossos pés nesta Terra
abençoada do Sul do nosso Brasil).

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Ratoeira de Ferro

Quando tu fores para lá
e eu para cá dançando
a Ratoeira de Ferro,
O teu olhar encantador
há de encontrar com
o meu e serei o seu amor.

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⁠Eu não desisto de conversar com educação com ninguém. Só paro de conversar quando realmente não tem mais jeito.

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⁠Bois Mirins

Dei-me conta que estava
com a minha cabeça
avoada só quando percebi
cara a cara no pasto
do folclore do Amazonas
que os Bois Mirins
estavam me encarando,
e quase corri de medo,
mas acabei dançando.

Foi com o Boi Mirim Tupi
dançando de um jeito que
nesta vida jamais me vi,
dele o Boi Mirim Estrelinha
me tirou reverenciando
com toda a maior alegria...,
depois de um tempo
veio o Boi Mirim Mineirinho,
daí foi que percebi que entrei
de uma vez no ritmo bonito.

Levada pelo folclore amazônida,
só sei que foi na boa companhia
dos Bois Mirins apareceram
muito mais bois do que eu já sabia.

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⁠Folguedos de bois

Existem muitos outros folguedos
de bois que não foram avisados,
Quando descobri saí correndo
para dançar por todos os lados.

Com os Bois-bumbás Filandinho,
Mestrinho, Vitorioso e Estradinha,
Pude sentir em todos os seus autos
dançando com a incontrolável poesia.

Este folclore amazônida de pasto
imenso tem feito buscar bois que
não conheço de um jeito intenso.

Desta busca não vou jamais desistir,
porque deste destino escolhi a alegria
sutil de ser a minha própria sinhazinha.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Papagaio-Charão
quando escolhe ir
ele vai na direção
da serra para se aninhar
e comer Pinhão,
No fundo o coração
não é diferente
quando escolhe entre
o amor e a paixão.

(É sobre o quê a gente sente).

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⁠Saci-Pererê correndo
solto e veloz na mata
assim é o tempo
quando ele dispara,
Para estar pronto
é deixar que o destino
se cumpra e se faça,
Para que ninguém desfaça
o quê não se disfarça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A lembrança não passa
do teu aroma inebriante
de Ameixa-da-mata,
Alucinante quando surge
o coração selvagem:
A tua existência não é,
e nem será miragem.

Inserida por anna_flavia_schmitt