Quando a Gente Cresce Descobre Mario Quintana

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Quando você tem a personalidade, você não precisa da nudez.

Mae West

Nota: citada em "For Women, Monologues They Haven't Heard" by Susan Pomerance, Dramaline Publications, 1985

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Dizem que você morre duas vezes. Uma vez, quando você pára de respirar e uma segunda vez, um pouco mais tarde, quando alguém diz seu nome pela última vez.

Quando eu partir


quero que fique cada partícula de mim,
nas frestas do tempo,
no cheiro da terra molhada,
no toque que deixei nos ombros de quem amei.Que fiquem minhas palavras,


aquelas que escrevi com alma cansada,
e também as que calei por medo de ferir.Quero que, em cada olhar que se perca no horizonte,
haja um traço meu
um sopro, um eco, uma lembrança boa.Não quero ser esquecida,
nem lembrada com dor.
Quero ser presença leve,
como o vento que passa,
mas ainda toca.

Um novo período começa quando se inicia um novo ano. É uma época em tudo se renova. Onde as dificuldades do passado serão apenas lembranças de superação. Onde o novo e o renovado tomam forma para gerar uma vida melhor.

Quando se fala em menor vagabundo, você tem que ter uma política para aprisionar esses caras, e não defender esses marginais como se fossem excluídos da sociedade, e não são. São vagabundos, que devem ter o tratamento adequado.

Rose: Fica tudo bem quando acaba tudo bem.

The Vampire Diaries
2 Temporada - Eps 11

Quando a fome aperta, a vergonha afrouxa...

⁠Nunca se esqueça de onde Deus te tirou, principalmente quando olhar para os erros de alguém.

Da calma e do silêncio


Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.

Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.

Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.

Quando não se dá valor, a tendência é sempre perder.

Quando a caridade é muito discutida, o socorro chega tarde.

“Quando nossas ideias se chocam com a realidade, o que tem de ser revisado são as ideias.

Mesmo quando me sinto perdida, há um caminho traçado pelas Suas mãos.

E quando tudo parece distante, o amor d’Ele continua perto.

Ah, Murray, só uma coisinha. Quando me chamar, pode me apresentar como Coringa?

A Plenitude da imaturidade!

Quando nos casamos, éramos ambos apaixonados e românticos. Não conseguíamos ficar no mesmo ambiente sem trocar olhares, abraços, toques. Dormir ou sair do mesmo ambiente significava uma despedida que exigia um beijo ou abraço. Acordar ou voltar ao ambiente representava um reencontro que também exigia o mesmo. O sentimento era: “Que alívio que vc está de volta”! Isso transmitia amor, saudades, alegria e uma imensa sorte por termos encontrado um ao outro. Com o passar do tempo, pouco a pouco isso foi se perdendo. Pouco a pouco um coração dizia ao outro: “Você não é mais tão importante. Não sou tão sortudo ou sortuda por ter você ao meu lado. Não sinto sua falta quando você sai nem quando vc viaja” Com isso um coração ouvia: “ Não sou mais amado!” Dura convicção imatura. Imensa dor infantil que só uma criança sabe como dói. Os adultos sabem apenas que é bobagem. Mas a dor da criança, neste caso um adulto, é real. Ao refletir, o adulto reconhece que o que foi perdido não significa que o amor se foi, mas sim que surgiu uma nova forma de amar. Uma forma mais fria, mais distante, menos intensa, com menos desejo, menos carinho, menos emoção, porém mais madura. A adaptação a essa nova forma é sofrida e dolorosa. O coração se questiona: “Será que vou me adaptar? Será que quero me adaptar? Essa nova forma é capaz de trazer plenitude? “ Não sei a resposta. Só sei que nesse momento almejo um amor maior! Gostaria de ter permanecido na imaturidade!

ficção:
o oceano
em que
mergulho
de cabeça
quando
não posso
mais
respirar
na
realidade

E a paz... Ah, a paz se faz necessária. E, quando chega, é prazerosa.

Quando percebo meu tamanho em toda a Galáxia, entendo de novo que errar é completamente direito meu.

A diversidade promove a tolerância. Quando você não encontra pessoas diferentes, não percebe coisas, não percebe o quanto tem em comum com elas.