Quadro

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Sem um quadro legal de políticas públicas claras e orientadas para a juventude, continuaremos a assistir ao adiamento e à alienação do nosso futuro, capturado por forças retrógradas. É por isso que devemos lutar juntos para reconstruir e reerguer o nosso país.

O céu em Porto Alegre, as vezes, parece um quadro de Monet.⁠

⁠Ao observarmos um quadro, é natural interpretá-lo pela imagem que nos é apresentada. No entanto, para verdadeiramente interpretar a obra, devemos desviar o olhar da imagem e concentrar-nos no pintor.
É importante ter cautela, pois nem sempre a mensagem transmitida é a mensagem real; algumas pessoas transformam a arte da ilusão em filosofia de vida, sabendo que nós, podemos ser facilmente enganados pelo que vemos.
O segredo não reside no que vemos, mas sim naquilo que não conseguimos ver. Afinal, nem tudo o que parece é.

Minha vida é um quadro em branco.
Minha mente e meus atos são meus pincéis; sou eu quem escolhe o estilo de arte que quero criar. Posso mudar as cores, errar os traços, recomeçar quantas vezes for preciso, mas não aceito deixar o quadro em branco.

“A Vida é um quadro sem molduras”

Atualidade I
"Epstein"


"O quadro divulgado na ilha de Epstein sugere que a elite discute uma síntese filosófica entre neurociência, computação e misticismo. É como se acreditassem que vivemos dentro de uma simulação matemática, chamada de 'Realidade Virtual de Base Biológica'."

Oferecer sua religião como cura, dependendo do quadro, seria tomar o remédio errado.

💕✨️...não faz mais parte destes momentos...fica guardado na moldura do tempo...no quadro emoldurado pela saudade do brilho do seu olhar...sempre brilhando...sempre..."✨️💕

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.
QUADRO DA VIDA ESPÍRITA E A PRESENÇA DOS ESPÍRITOS NA EXISTÊNCIA HUMANA.
Artigo: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A Doutrina Espírita desde sua formulação inicial apresenta um dos mais profundos e desafiadores deslocamentos da consciência humana. Ela não se limita a oferecer uma promessa futura ou uma explicação consoladora para a morte. Ela reorganiza a compreensão do que seja viver. Ao afirmar a sobrevivência da alma e a presença constante dos Espíritos no cotidiano humano o Espiritismo desloca a vida do eixo do acaso para o eixo da responsabilidade moral contínua.
No texto clássico publicado na Revista Espírita no ano de 1859 encontra se delineado um verdadeiro tratado de psicologia espiritual. Nele a morte não aparece como ruptura violenta nem como aniquilamento. Ela surge como transição gradual marcada por estados de perturbação lucidez adaptação e reconhecimento. Esse processo descrito com sobriedade e precisão retira da morte o caráter fantástico e devolve lhe a dignidade de fenômeno natural submetido a leis.
A ideia do nada após a morte apresentada como hipótese materialista é descrita como psicologicamente insustentável. A angústia diante do vazio absoluto a dissolução da memória o apagamento dos afetos e a inutilidade moral de toda ação revelam se como fontes profundas de desespero existencial. A razão humana segundo o próprio texto não se satisfaz com uma existência futura vaga indefinida e sem estrutura. É justamente nesse ponto que a revelação espírita intervém não como imaginação poética mas como observação racional dos fatos mediúnicos.
A alma segundo a Codificação não é abstração metafísica nem princípio impalpável sem propriedades. Ela é o Espírito individualizado revestido de um envoltório semimaterial que lhe confere forma percepção identidade e continuidade. Essa concepção rompe com séculos de indefinição teológica e filosófica. O Espírito vê sente pensa recorda ama sofre e progride. Ele não se dissolve no todo nem se reduz a centelha impessoal. Permanece sendo alguém.
Do ponto de vista psicológico essa continuidade da identidade é decisiva. A consciência humana necessita de sentido de permanência para manter equilíbrio interior. A noção de que tudo termina no nada desorganiza a psique aprofunda o medo da perda e gera comportamentos de apego desespero ou indiferença moral. A Doutrina Espírita ao afirmar a sobrevivência consciente oferece uma base sólida para a maturidade emocional. O indivíduo compreende que suas escolhas não se apagam com a morte e que seu mundo interior o acompanha.
A presença constante dos Espíritos descrita no texto não deve ser interpretada como vigilância punitiva nem como interferência arbitrária. Trata se de convivência por afinidade. Os Espíritos aproximam se segundo a sintonia moral intelectual e afetiva. Esse princípio possui enorme valor educativo. Ele desloca a ética do medo para a ética da coerência interior. Não se evita o mal por temor de castigo externo mas por compreensão das consequências naturais da própria vibração íntima.
A psicologia espírita reconhece que pensamentos emoções e desejos constituem campos ativos de atração. O Espírito encarnado não está isolado em sua interioridade. Ele emite e recebe influências. Essa interação explica muitos fenômenos psíquicos ignorados pela psicologia materialista como certas obsessões angústias persistentes impulsos incoerentes ou estados de inspiração elevada. A Codificação apresenta esse mecanismo com clareza ao afirmar que os Espíritos veem ouvem observam e participam da vida humana conforme lhes seja permitido pela afinidade moral.
O estado de erraticidade longe de ser ocioso é apresentado como intensamente ativo. Os Espíritos trabalham aprendem orientam protegem inspiram e deliberam. Essa descrição dissolve a ideia infantil de um céu estático ou de um inferno material. A felicidade e o sofrimento são estados de consciência decorrentes do grau de lucidez e harmonia interior. Espíritos elevados encontram alegria no serviço. Espíritos inferiores sofrem pela impossibilidade de satisfazer paixões que ainda conservam.
Essa concepção tem profundo impacto moral. Não existe salvação instantânea nem condenação eterna. Existe progresso gradual sustentado pelo esforço pessoal. A responsabilidade é contínua mas também é contínua a possibilidade de reparação. O sofrimento não é vingança divina mas consequência educativa. Essa lógica restaura a confiança na justiça da vida e elimina o desespero metafísico.
A presença dos Espíritos amados após a morte reorganiza também a experiência do luto. A dor da ausência não é negada mas é ressignificada. O vínculo não se rompe. Ele muda de plano. Essa certeza impede que a saudade se transforme em desintegração psíquica. O amor deixa de ser posse e torna se comunhão duradoura. Esse ponto foi amplamente desenvolvido nas obras mediúnicas do século 20 que aprofundaram com detalhes psicológicos aquilo que a Codificação apresentou em estado germinal.
Do ponto de vista coletivo essa doutrina restaura a dignidade das relações humanas. Nenhum gesto de bondade é inútil. Nenhuma fidelidade é esquecida. Nenhum esforço moral se perde. A vida deixa de ser aposta incerta e passa a ser construção consciente. O bem acompanha o Espírito. O mal pesa sobre a consciência até ser reparado. Essa lógica educa sem ameaçar e eleva sem iludir.
A compreensão da vida espiritual apresentada na Codificação e confirmada pelas comunicações posteriores constitui uma das mais coerentes arquiteturas morais já oferecidas ao pensamento humano. Ela une razão fé observação e ética em um mesmo corpo doutrinário. Não promete facilidades mas oferece sentido. Não infantiliza mas responsabiliza. Não assusta mas esclarece.
Quando essa visão se instala no íntimo o ser humano deixa de viver como quem atravessa o mundo às cegas. Cada pensamento adquire peso. Cada emoção ganha direção. Cada escolha prolonga se além do instante. A vida cotidiana torna se escola e preparação. E o indivíduo passa a compreender que viver bem não é agradar forças invisíveis mas harmonizar se com a lei profunda da existência que governa tanto o mundo visível quanto o invisível.

Fontes doutrinárias.
Allan Kardec O Livro dos Espíritos 1857. O Céu e o Inferno 1865. Revista Espírita 1858 a 1869.
José Herculano Pires traduções e estudos da Codificação Espírita.
Francisco Cândido Xavier obras mediúnicas de André Luiz especialmente Nosso Lar e Os Mensageiros.

“Nada é mais assustador que juntar as peças e perceber que o quadro é você.”

⁠Quadro em Branco

Ela me chamava de linda,
maravilhosa, incrível —
mas só quando alguém via.
Quando ninguém olhava,
eu era só um quadro em branco
pronto pra receber os rabiscos que um dia ela recebeu.

Dizia gostar de mim,
mas me empurrava
pra dentro de um mundo que não era meu,
cheio de palavras que eu não queria ouvir,
de ideias que não me vestiam.

Era como se sua escuridão
pedisse companhia.
Mas não por consolo —
por arrasto.

Ela era lousa cheia de marcas,
de frases cuspidas com força,
e queria que eu,
calma, limpa,
me tornasse reflexo do que ela já foi um dia.

Queria me ver tropeçar
onde ela caiu,
me ver perdida
onde ela se perdeu.

E eu, que só queria acolher,
quase fui moldada por mãos que não sabiam tocar.

Meus amigos viam —
viam o que eu demorava a ver.
Que havia elogio, sim,
mas era casca.
E por dentro, só o desejo
de me fazer menos eu.

Mas eu não fui.
Não me tornei.
Não desci o esgoto
pra caber no escuro dela.

Preferi ser ponte,
não túnel.
Preferi ser flor que cresce fora do caos,
e não raiz que se enrosca no que fere.

Hoje, guardo a lembrança,
mas não a culpa.
Porque às vezes,
a amizade também é saber dizer:
"eu não vou contigo,
não desse jeito."

Hoje, pintaria um lindo quadro sobre seu dia,
Talvez não tenha a devida capacidade,
Talvez não tenha a devida honraria,
Pois, pintar sua vida, Marcele,
Requer a atenção e maestria
Dos grandes olhares da poesia,
Sem se preocupar com a vida acelerada,
Usar a mesma concentração de Van Gogh,
Quando pintou a "Noite estrelada,"
De da Vinci, quando pintou" Monalisa",
De Velasquez, quando pintou as ""As meninas"".
Porque você, preciosa filha,
É minha obra de arte,
É assim que te vejo,
Exatamente como Klint,
Quanto pintou o "Beijo".

Muitos preferem uma nota, outros materializar um quadro, alguns uma forma. Já eu, meu refúgio são palavras... Em letras as notas que afinam um sentimento, uma canção. Entre versos o horizonte não muito distante, no estruturar de um texto surge a moldura do meu gostar.
É uma obra abstrata, que a arte se faz pelo inacabado, que se deixa a mercê à quem queira entender, sem precisar de um instrumento, sem necessitar de uma tela branca ou algo que anula o empirismo humano, que deixa de lado a argila para afigurar em um papel tudo aquilo que é existente e fiel a subjetividade da qual escrevo.

Inserida por Leivanio

Oxalá conseguira eu desenhar nas letras a formação das palavras e colocar uma canção neste quadro que chamo de amor...

Seria capaz de dar cor a música que me fez viajar longínquas fronteiras em busca daquela lembrança;

Que só eu e mais alguém conhece...

E guardamos em um lugar...

Onde somente DEUS pode entrar.

Inserida por paulosk

"Em toda briga entre os pais e as crianças, ambos normalmente estão sem razão. É esse quadro que dá à vida familiar seu charme histérico peculiar."

Inserida por lucijordan

Um quadro negro e um giz: essa é a perspectiva da educação em nosso país.

Inserida por franciscirino

Um quadro negro e um giz: é essa a perspectiva da educação pública em nosso país.

Inserida por franciscirino

Deus vê,uma pulga preta num quadro de marmore preto,num quarto escuro,numa noite escura.Deus nos vê

Inserida por nelcijones

Faca de sua vida um quadro de MATISSE, com muita cor e alegria !

Inserida por IrenePinheiro

Não quero uma mulher que seja um quadro pintado cheio de cores desfilando pelo mundo e chamando a atenção por onde passa...
Quero uma mulher que seja uma obra de arte, uma peça única e que não precise de tantas cores para sair por ai, que só alguns consigam decifrar a sua verdadeira beleza.
Só aqueles mais atentos.

Inserida por decertoblins