Psicologia Organizacional
Culpa
A culpa não chega gritando.
Ela sussurra.
Surge como um pensamento repetido na madrugada:
“Eu deveria ter feito diferente.”
E quanto mais essa frase ecoa, mais ela pesa.
Não é apenas o que aconteceu que dói é a história que eu conto sobre o que aconteceu. Quando transformo o erro em sentença, a dor se amplia. Quando digo a mim mesma “eu estraguei tudo”, começo a acreditar que sou maior do que o próprio erro. E então a culpa deixa de ser um sentimento e vira identidade.
Mas se eu paro por um instante…
Se eu respiro…
Talvez eu consiga enxergar que, naquele momento, eu estava tentando sobreviver com os recursos que tinha. Talvez estivesse cansada demais, confusa demais, ferida demais para escolher melhor. Nós decidimos a partir do que conseguimos ver e às vezes nossa visão está turva.
O passado não pode ser reescrito.
E lutar contra isso só me aprisiona mais.
A maturidade começa quando eu escolho olhar para o que foi feito sem fugir. Quando reconheço:
“Eu errei.”
Sem justificar.
Sem dramatizar.
Sem me destruir.
Errar não me transforma em erro.
Significa apenas que sou humana.
Hoje, talvez o mais difícil e o mais libertador seja dizer:
“Há consequências. E eu vou encará-las.”
Não tenho poder sobre ontem.
Mas tenho responsabilidade sobre agora.
Nunca se esqueça de que nem todo sucesso se deve ao trabalho duro, e nem toda pobreza se deve à preguiça. Tenha isso em mente antes de julgar as pessoas, inclusive você mesmo.
O grande valor intrínseco do dinheiro – e nunca é demais repetir isso – é a capacidade que ele nos dá de termos controle sobre o nosso tempo.
Gastar dinheiro para mostrar às pessoas quanto dinheiro você tem é a forma mais rápida de ter menos dinheiro.
Use o dinheiro para ter controle sobre o seu tempo, porque não ter controle sobre seu tempo é um empecilho universal, e muito forte, para a felicidade. A capacidade de fazer o que quiser, quando quiser, com quem quiser, por quanto tempo quiser, paga o maior dividendo que existe em finanças.
Independência, para mim, não significa parar de trabalhar. Significa fazer apenas o trabalho de que se gosta, com pessoas de que se gosta, nas horas que se quer, pelo tempo que se quer.
Usar o dinheiro para comprar tempo e poder de escolha proporciona um estilo de vida com o qual pouquíssimos itens de luxo podem competir.
Um plano só é útil se for capaz de sobreviver à realidade. E um futuro repleto de incógnitas é a realidade para todos.
Desenvolvimento Organizacional nada mais é que uma mudança planeada que fundamenta se em uma estratégia, mas também vista de forma estrutural e tecnicista, caracterizada por método de transição operacional, sendo abordado como feedback do processo evolutivo, sabendo que isto tem um carácter necessário face a globalização do Mundo, em âmbito gerais.
A nível de D.O., temos por sequência a seguinte súmula:
Estratégia - D.O.
SCD - Situação Crítica Diagnosticada
SCP - Situação Crítica Planeada
SCI - Situação Crítica Implementada
SCM - AD/APG - Situação Crítica Monitorizada - Avaliação de Desempenho/Avaliação Processos Gerais
Mas temos intervenientes nos processos diversos que são factores de influnência directa ou não, os quais classificamos como: QE (Quociente Emocional), QP (Quociente Pessoal - Inter e intrapessoal), QEF (Quociente Económico-Financeiro), e os paleátivos: CP (Curto Prazo), MP (Médio Prazo), LP (Longo Prazo), caracterizadas pela viabilidade de estratégias emergentes...
SEJA UM REBELDE LÚCIDO
Estamos a viver numa era de escravatura política organizacional , um sistema onde poucos decidem por muitos, como bem alertou Noam Chomsky.
A democracia tem sido reduzida a um teatro, onde o povo assiste de longe às decisões que afectam o seu destino, sem poder real de intervenção. Em vez de servir o cidadão, as estruturas políticas servem-se a si mesmas, alimentando a obediência e sufocando o pensamento crítico.
Enquanto a voz do povo continuar silenciada por conveniências partidárias e interesses pessoais, não haverá verdadeira liberdade. É tempo de romper as correntes da submissão e devolver ao cidadão o poder que lhe pertence por direito.
➡️ Pensar diferente é o primeiro passo para libertar Angola.
No âmbito organizacional somos todos iguais defendendo nosso pão de cada dia, a diferença não está na posição ocupada, mas, na responsabilidade exercida.
POLÍTICA NAS EMPRESAS
Segundo a literatura, no contexto organizacional política é habilidade especial ao relacionar-se com outras pessoas, com o intuito de obter certos resultados anteriormente planejados, então a resposta é SIM, há muita política nas organizações. Isto não é necessariamente ruim, quando a política é usada para obter a convergência em assuntos estratégicos que irão fazer a diferença no futuro da empresa. Desta forma a política é um meio para se alcançar algo positivo. Os problemas começam quando a política deixa de ser um MEIO para se tornar o principal objetivo das pessoas dentro de uma companhia. Quando isto acontece deixamos de adotar abordagens mais assertivas para resolver os problemas simplesmente porque estas abordagens podem prejudicar a POLÍTICA... Daí surgem comportamentos nocivos como a permissividade e cumplicidade negativa. Nas empresas a política deveria ser mais uma forma de se atingir os resultados que garantissem a sustentabilidade do negócio, precisamos ficar atentos porque existem situações em que outras abordagens precisam ser utilizadas para assegurar que todos estejam engajados no alcance das metas.
Se quiser mudar uma cultura organizacional, dê o exemplo e pratique incansavelmente a nova cultura dando o exemplo sobre o que você quer que mude!
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