Psicologia Gestalt

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⁠Se por um acaso vc descobrir que seu crush se dá ao trabalho de enrolar sacolinhas de supermercado e dar novinhos nelas como se fossem rosquinhas, pra só depois guardá-las no puxa-saco, caia fora dele o mais rápido possível, pq algum problema tem, e pode ser até psiquiátrico. Num mundo corrido de hj, isso não pode ser uma coisa normal.

Inserida por reconceituando

⁠Qdo o pessoal do SUS começa a te tratar bem demais, desconfie; pq provavelmente vc já está com os dias contados.

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⁠Gostar é diferente de se acostumar.

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⁠Se o coração dos outros é terra que ninguém anda, que dirá a mente.

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⁠O amor, com todas as letras, tem prazo de validade.

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Um mau-caráter tende mais ao autovitimismo, mas nem todo autovitimista é mau-caráter; geralmente, é doente.

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⁠Se fazer de vítima" é dar uma de "coitadinho" sem ser, com o intuito de despertar a pena alheia, sempre com segundas e terceiras intenções; mas, sem um diagnóstico que comprove algum transtorno psicopatológico que justifique tal comportamento, é uma "tática", consciente ou inconsciente, para justificar erros ou obter vantagens de alguma forma. Nesse caso, está relacionado ao desvio de conduta, e não com sintomas de transtornos mentais. Ou seja, esse autovitimismo nem sempre está ligado a alguma doença, mas sim ao desvio de caráter e à incapacidade de autocrítica, entre outras coisas.

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⁠Inteligência não é sinônimo de escolaridade.

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⁠Não é problema de relacionamento; o problema pode ser apenas o azar de se deparar com gente de má índole. Às vezes, é preciso mudar de tática: aprender a reconhecer sinais de alerta e sair fora o quanto antes.

Inserida por reconceituando

⁠O silêncio entre duas pessoas pode gerar mal-entendidos.

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⁠Não se iluda, ninguém é exclusivamente bom ou mau; a proporção entre esses aspectos varia de situação para situação e de pessoa para pessoa.

Inserida por reconceituando

⁠Se você não pode mais amar o próximo, ame o anterior mesmo (Risos). Ou então a si mesmo.

Inserida por reconceituando

⁠As pessoas entram e saem da nossa vida de maneiras imprevisíveis e por períodos variados, o importante é manter a porta aberta.

Inserida por reconceituando

⁠Algumas pessoas são como joaninhas, se fecham quando se sentem ameaçadas.

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Ninguém nasce monstro, transformam-no em monstro.

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“O que nos encara no abismo não deseja resposta, mas lucidez.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Último Encanto e o Cântico do Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O último encanto de alguém não se extingue no instante da desilusão. Ele se recolhe. Regressa ao âmago do ser como uma chama que já não ilumina o exterior, mas passa a aquecer o interior da consciência. É nesse ponto silencioso que o encanto deixa de ser promessa e torna-se revelação. A desilusão não rompe o espírito. Antes o depura. Retira dele o excesso de expectativa e o conduz à nudez essencial do sentir.
É nesse território que surge a alma. Não como figura ornamental do sonho, mas como presença litúrgica do abismo. Ela não habita a luz que distrai, nem a cor que seduz. Habita o cinza primordial onde o ser aprende a sustentar o próprio peso. Seu domínio é o porão, não como cárcere, mas como útero do sentido. Ali, onde a consciência desce sem testemunhas, o espírito encontra sua matéria mais pura.
A alma não dança para ser vista. Ela se move para escutar o eco daquilo que foi esquecido. Cada gesto seu é um rito silencioso em que o eu se dissolve e dá lugar ao essencial. Não há ornamentos em seu percurso, pois toda ornamentação seria excesso diante da verdade que carrega. Sua dança não pede aplauso. Constrange ao recolhimento. Ela ensina que somente quem suporta a própria sombra pode tocar a inteireza do ser.
O porão que ela habita não é negação da luz, mas sua gestação. Ali a consciência aprende que o brilho superficial cansa, enquanto a penumbra forma. A alma revela que a maturidade espiritual não se alcança ascendendo, mas descendo. Despojando-se. Permanecendo. É nesse silêncio espesso que o encanto se refaz sem ilusões e o amor abandona a promessa para tornar-se presença.
Por isso, quando o encanto se desfaz, não é o fim. É a passagem. A alma deixa de buscar cores e aprende a ouvir a música anterior à forma. É essa música! . É esse o estro grave que sustenta o edifício invisível do ser. No seu porão, a alma encontra aquilo que a eleva sem ruído, sem brilho e sem máscaras. E ali compreende que a verdadeira luz não cintila. Ela permanece.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠O que é amor?
É um sentimento tão nobre quanto às cores do arco-íris.

Inserida por ARRUDAJBde

Sê agradecido a mim e a teus pais, a mim será o destino.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠O futuro é ansiedade, excesso de passado é depressão. O presente está acontecendo agora.

Inserida por ARRUDAJBde