Profundo
Numa tela pintei o teu corpo
com a cor do amor.
Depois desenhei–te em mim
Num abraço profundo..
Sinto-te em mim
Vives em meus sonhos
e meus silêncios!
Beijo n'alma é tão profundo
Que adoça o coração amiudadamente
numa frequência inquebrantável é corrente.
O verdadeiro e mais árduo caminho do adepto começa em silêncio profundo.É quando ele começa trilhar os seus primeiros passos da difícil jornada para o imenso mundo que há de dentro. Abismos, penhascos, escarpas e direção incerta onde adormece seu espirito.Navega à deriva solitariamente sua mente e voa em liberdade seu acorrentado coração.
Em educação, arte e cultura existe uma expressão máxima de um profundo conhecimento, grande ética e autoridade, que é, eu lhe confesso que eu não sei.
O conformado em vida não abre os olhos pelas manhãs, segue dormindo para o sono profundo, inevitável da eternidade.
Perminta-me transcender
As águas límpidas e frias do equador
para desejar a todos com profundo amor,
um final de semana feliz e sem ardor.
Poema - Amor Profundo
A isca é o seu amor
A rede é o seu calor
Acredito no meu potencial
Do mar sai sal
Do meu coração sai rima
Sem você menina
Me sinto solitário
Como um peixinho dentro do aquário.
Passa chuva, passa sol
Jogue o anzol
Pesca o meu coração
Não vai ter ilusão
O meu te amo
É do tamanho do oceano
Igual o golfinho
Quero compartilhar amor e carinho.
Seus olhos, universo diverso, que inspiram meus versos.
Silêncio profundo, que habito e reflito.
Que me conheço e reconheço.
Que me afogo e sobrevivo, que em silêncio me inspiro.
O amor é uma fonte de energia como o sol, tão profundo quanto o oceano e tão vasto quanto a imensidão.
Sou caminhante do silêncio profundo no eco do meu próprio ser que habita uma imensidão de vidas e ainda vejo tudo florescer.
Todo conhecimento é a busca da autoconsciência em um mergulho profundo no desconhecido do próprio ser.
Dizem que quando partimos, uma nova estrela ilumina o céu ao som de um silêncio profundo em todo o universo.
A Importância da Liberação do Perdão
Autoria: Diane Leite
Tenho vivenciado um processo profundo de transformação, a ponto de sentir que uma versão antiga de mim morreu para dar espaço a uma nova existência. Essa mudança começou no âmago do meu ser, mesmo que, inicialmente, eu não tivesse plena consciência disso. Foi apenas quando essas transformações começaram a refletir no meu mundo exterior que percebi os primeiros sinais. Afinal, somos espelhos do nosso interior — de nossas dores, abandonos e da forma como nutrimos nossa autoestima. Nossa alma habita este templo chamado corpo e, por muito tempo, negligenciei essa morada divina. Em vez de agradecer por esse presente sagrado, mergulhei em um ciclo de autossabotagem que, pouco a pouco, o desgastava.
Ao nos aprofundarmos em nós mesmos, invariavelmente nos deparamos com questões pendentes a serem resolvidas. Eu mesma enfrentei desafios muito particulares — um dia, talvez, compartilhe essa história completa, mas, por ora, basta dizer que suportei provações que moldaram quem sou hoje. Para lidar com esses obstáculos sem me deixar sucumbir, frequentemente recorri a estratégias inconscientes, como "comer" minhas emoções. Em certo sentido, destruí o templo da minha alma, acumulando cicatrizes emocionais.
O problema de ser uma pessoa considerada forte é que, muitas vezes, a solidão se torna uma companheira silenciosa. Não por falta de pessoas ao nosso redor, mas porque nossa força nos faz assumir um papel de responsabilidade, nos impedindo de abraçar a vulnerabilidade. Talvez seja por isso que superei tantas batalhas internas, mas, ao mesmo tempo, acumulei emoções que agora necessitam de libertação.
Uma etapa essencial desse processo foi buscar todas as pessoas que magoei e pedir perdão genuinamente. Para aquelas com quem não desejo mais contato, escrevi cartas e, em um ato simbólico, as queimei. Essa prática tem um poder transformador: permite que você extraia do subconsciente a dor reprimida, expresse-a com clareza, sinta-a e, enfim, a transforme em cinzas. Para pessoas importantes, escolhi enviar as cartas ou me desculpar pessoalmente. Elas mereciam ouvir de mim que reconheço meus erros e lamento profundamente tê-las ferido.
Contudo, o perdão não é apenas para os outros; ele é, sobretudo, um presente que oferecemos a nós mesmos. Muitas vezes, precisamos nos perdoar por permitir que alguém nos machucasse, por aceitar menos do que merecíamos ou por ignorar os limites que deveríamos ter imposto. Escrever e queimar cartas pode parecer um gesto simples, mas é um ato de coragem e autocompaixão.
Recentemente, percebi que esse trabalho interno intenso me levou a um estado de paz que nunca imaginei alcançar. É como se, ao liberar o rancor, eu tivesse aberto espaço para um amor-próprio mais puro e autêntico.
Convido você a refletir: e se as correntes que a prendem estivessem trancadas por um cadeado cuja chave já está em suas mãos? Essa chave é o perdão. Ao abrir o cadeado e retirar as correntes, você se liberta — não apenas do peso das mágoas alheias, mas também das que carrega dentro de si.
Esse processo não é linear nem imediato. Ele exige paciência, autoconhecimento e disposição para olhar para si mesma com honestidade. Comece pequeno: escolha uma pessoa ou situação por vez. Escreva sobre suas emoções, leia em voz alta, chore se necessário. Depois, liberte-se.
Olhe para cada pessoa e experiência com gratidão, reconhecendo que todas tiveram um propósito na sua jornada. Não se trata de esquecer ou justificar o que aconteceu, mas de permitir que sua alma siga em frente, livre e inteira.
Acredite, a sensação de libertação é indescritível. Ela não apenas ressignifica sua história, mas inaugura a melhor fase da sua vida.
Ninguém deveria morrer. A morte é um caos profundo na vida. Nada se iguala a morte e a dor que ela provoca. As mães não deviam morrer. E os filhos antes desses muito menos.
Ao escrever,
consigo mergulhar
no mais profundo
do meu ser,
expurgando tudo
o que transborda em mim!
AMOR PROIBIDO E PROFUNDO
Eu perco a fala fico assustado
Quando você passa
Tão linda que dobra minha lucidez
Ela é tão perfeita pena não me nota
Na minha moto eu vou
Amor proibido em mim você despertou
Cartas poemas escrevi
No rádio uma música romântica
Me faz pensar em te
Não te esqueço nem por um segundo
Em qualquer lugar que eu vou
Você é o meu mundo
Amor proibido e profundo..
Poeta Antonio Luís
8:29 PM 5 de maio de 2015
