Professor Carlos Drumond de Andrade

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De que me me valeria ganhar o mundo inteiro e perder a alma?
Perder a única razão de ser?

A política dos hipócritas, nojo de ver velhas amizades jogadas fora por interesses entre velhos inimigos, que por um bem comum o dinheiro passam por cima desse nobre sentimento...
Ai eu me pergunto de que me valeria todo dinheiro do mundo, se Deus não esta nas coisas que o dinheiro compra, principalmente dinheiro sujo. Aprendi a ser feliz com o pouco que é meu de direito, pelas minhas conquistas e lutas. Não tenho ambição de ser rico ou poderoso e muito menos detentor de poderes, tenho convicção apenas de que devo ser simples e verdadeiro, e consequentemente aqueles que como eu vivem seremos reciprocos com uma única meta, burcarmos a felicidade em meio a toda essa metamorfose humana desenfreada e egoísta, que atropelam as verdadeiras conquistas por ilusões que somente levam ao caos os relacionamentos, a familia, a fraternidade, sendo tomados pela ambição esquecem até do próprio Deus ...
Nene policia

Ambição
A ambição torna os homens audazes;
a audácia sem ambição é privilégio de poucos.
- Carlos Drummond de Andrade, In: O Avesso das Coisas - 6º Edição, 2007.

Inserida por portalraizes

Quando nasci, um anjo torto

desses que vivem na sombra

disse: Vai, Carlos! Ser ‘gauche’ na vida.

(Do poema "Sete Faces"/in: Alguma Poesia, 1930.)

Inserida por portalraizes

⁠A intensa evolução cultural brasileira mostra que, se dos dias de hoje, o Rei Roberto Carlos não seria chamado assim, mas MC King RC, e não cantaria Lady Laura, mas Lowri Cadelinha!

Inserida por carlos_dourado

O presidente da supervia Carlos José da Cunha deu uma entrevia ao Jornal O Dia, informando que compreende o problema dos passageiros de trem, pois, ele, como passageiro de avião, passa o mesmo.
Curta se você acha que somos idiota e compartilhe se acha que somos imbecil.

Inserida por ProfGlaucoMarques

Se não fosse o arrependimento me ajuda a entender a necessidade de mudar hábitos, crenças e critérios! Poderia viver o resto de meus dias perdendo tudo de melhor por insistir num engano, só por viver na arrogância do orgulho de nunca ter a humildade de assumir os erros do passado.
Por isto valorizo demais a redenção através da verdade.

Vencedor não é aquele que sempre vence, mas sim aquele que nunca para de lutar.

A maioria das grandes religiões se originou ou alcançou o ápice de expansão e influência nos momentos da história em que as sociedades que as adotavam tinham uma base demográfica mais jovem e empobrecida.

Refreie a sua concupiscência, amigo! Respeite os nossos velhos, a Reserva Moral da Nação.

Um intelectual é alguém que, de hábito, não se distingue exatamente por seu intelecto. Atribui tal qualitativo a si mesmo para compensar a impotência natural que intui em suas capacidades.

Minha sombra se confundia com as paredes. Os dias caíam como folhas mortas.

Inserida por amargurar

⁠DOIS É PAR!
Dois é par, pois se dividirmos por dois iremos obter como quociente algo perfeito de sentimentos, de cumplicidades, compaixão, harmonia e amor ao próximo, onde o resto sempre será zero.

Engraçado: o homem se considera o animal mais inteligente e é o único animal que destrói a natureza!

⁠Utopia. Em tempo recordo, eu me desfrui, corri pela vida e ñ percebi q havia deixado toda uma existência em transe profundo.e nesta Utopia vi escurecer o imenso sol no horizonte, um ser sonhador parti pra sempre deixei d viver.

⁠⁠Pq recordar o tempo vão se a mente ñ alcança, ñ percebes q vives d uma existência d um sol tã claro, erga-te pra frente, o barco nunca naufraga nas derivadas onda do mar da utopia.

⁠Dizem que os olhos refletem tudo que sentimos e que por eles revelamos os nossos maiores segredos sem dizer uma única palavra, mas somente as pessoas que realmente nos conhecem e nos amam conseguem ler e interpretar cada sinal dado por nossas almas através de um simples olhar.

DOS TICS E DAS CHAVES

Sendo nós, humanos,
seres insatisfeitos por natureza,
andamos — por assim dizer — à flor da pele,
mas sempre como fechaduras
em busca de encontrar sua chave.

E qual é a chave?
Seria o amor, a compreensão,
ou apenas o instante em que nos sentimos completos?

Como dizia Fernando Pessoa, por meio de Ricardo Reis:
“Uns, com os olhos postos no passado,
Vêem o que não veem; outros, fitos
Os mesmos olhos no futuro, vêem
O que não pode ver-se.”

Será que queremos sair
dessa prisão de estar em outro tempo,
outro espaço da realidade?

Mas o que seria a realidade?
A total ausência de nostalgia
ou do excesso de esperança?
A ausência que esperamos,
ou a ânsia do porvir
que nunca se cumpre?

Seria o relógio
a maior preciosidade do homem?
Pois todas as dores giram
em torno do que já se foi
ou do que ainda virá.

Diante disso, quanto vale o presente?
Quantos amores, quantas poesias
são instantes vividos,
ou apenas desejos de eternizar
o que já passou
ou o que ainda não chegou?

E ainda assim, como dizia a música de Chico Buarque,
“Prefiro então partir a tempo,
de poder a gente se desvencilhar da gente...
depois de te perder, te encontro, com certeza.”

E assim seguimos,
à flor da pele,
fechaduras que sentem
e esperam por chaves invisíveis,
sempre em busca de um instante
que seja só nosso,
ou a vida se revele —
prefiro então seguir
ao som dos tics e das chaves.

Izabela Drumond

Viva a Sua Verdade💫🩵💦🙏


Não adianta fazermos banquete com a túnica dos outros.
Cada um de nós precisa viver a própria verdade — não a do mundo, não a que os outros impuseram, não a que a estrutura social nos ensinou a seguir.
Quando vivemos a verdade do outro, nos afastamos do nosso Eu Superior, do nosso duplo, da nossa essência.


É preciso buscar o próprio caminho, o caminho que vibra em sintonia com a alma.
Embora todos os caminhos levem à luz — como diz um amigo querido — cada um escolhe a trajetória que vai percorrer até ela.
Há quem siga o caminho da dor, da escuridão e do sofrimento — e mesmo assim chegará à luz, mas será um trajeto árduo, pesado, demorado.
Outros escolhem o caminho da luz desde o início — o da clareza, da leveza e da transparência.


A luz é como a água.
A água é pura e sutil, mas também forte.
Ela contorna os obstáculos como o rio que nunca deixa de seguir em frente.
Quando precisa acalmar, acalma.
Quando precisa ser tempestuosa, é.
Quando precisa acolher, acolhe.
E quando precisa levar embora o que está impuro, ela leva — sem perder a sua essência.


Que aprendamos com a água a fluir com leveza, a permanecer fiéis à nossa verdade e a seguir o curso que nos leva de volta à luz.
Izabela Drumond

O Tempo Passa

O tempo,
ele passa.

Não espera a gente estar pronto.
Não espera a insônia ceder,
nem o corpo descansar.
O dia nasce,
interrompe o sono —
sem dó,
sem piedade.

O tempo passa.
Não liga para planos,
prioridades,
listas.
Ele atravessa tudo,
como vento em papel,
como rio em pedra.

As pessoas vão,
outras ficam,
outras chegam.
Trabalhos começam,
outros terminam.
Oportunidades escorrem,
novas chances florescem.
Mas o tempo...
ele passa.

Não espera.
Não negocia.
Não concede prorrogação.
Se você se atrasa,
ele parte —
como um ônibus que não volta.
E aí,
você espera o próximo.
Se houver.
Ou segue a pé,
reorganiza a rota,
desmarca compromissos,
refaz caminhos.

Porque o tempo
não vive em nossa função.
Nós é que giramos
em torno dos ponteiros.

E se não ajustamos o relógio da alma
ao ritmo do universo,
perdemos.
Perdemos chances,
sinais,
instantes que nunca mais retornam.

Mas Deus —
Deus é o todo.
E sabe.
Sabe que o tempo não volta,
mas permite recomeços.

Cada segundo que resta
é semente.
É possibilidade.
É chance de escrever de novo
a história
com o tempo que ainda
nos habita.
Izabela Drumond

“Não se faz banquete com a túnica alheia.”