Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Nunca se esqueça... Melhor ainda: Nunca se afaste dos humildes, de seu cheiro, seu riso desregrado, seu calor, sua paz. Não há humanidade muito longe deles.
Mesmo depois doq vc fez comigo, mesmo estando longe eu ainda gosto de você, oq eu sinto por você não diminuiu nem um pouquinho, por mais que eu diga que não mas eu ainda penso muito em você, sempre, tudo me lembra você, eu sempre falo de você, eu sempre estou pensando em você... e como eu te disse um dia eu acho que nunca vou encontrar alguém igual você pq vc é única, você pra sempre será minha menina, mnh doidinha, minha princesa...
04 sempre será o nosso numero, o nosso dia...
Existem histórias que terminam com um final feliz e existem histórias igual a nossa, que terminam de forma triste e confusa, espero um dia te encontrar la na frente, obgd por tudo...
Com o decorrer da idade o que antes era muito agora sabe-me a pouco, e a maturidade faz-me ainda mais louco aos olhos daqueles que têm uma loucura diferente da minha.
No fundo, no fundo, nós somos todos iguais
No fundo, a gente ainda é o rapaz
Indeciso...
No fundo, no fundo, ainda temos tanto medo
De passar a vida e perdermos o tempo
Impreciso.
Atrás de cada ser humano adulto
Existe um ser carente e inseguro
Escondido
Que no fundo, no fundo,
No fundo, ainda é a criança
Carente de abraço, carinho e atenção;
Ficando emburrada, brigando por nada
Explodindo em prantos sua frustração...
No fundo, no fundo, nós somos todos iguais,
No fundo, a gente é frágil demais,
Mas disfarçamos.
No fundo, no fundo, ainda buscamos a esmo
Admiração e reconhecimento
Dos que amamos
Atrás de todo adulto tem sempre a criança
Que perde o ritmo, mas não perde a dança
E que faz de tudo para impressionar!
No fundo, no fundo, a gente ainda é o menino
Que esquece no palco a letra do hino,
Mas mexe a boca e finge cantar!
A Guardiã da Aurora
Era a manhã de 7 de outubro de 1939, e o céu ainda carregava o silêncio enganador para um dia um dia da festa da juventude. Amit Gur, uma mãe dedicada e soldado determinada, acordou com o som de sirenes cortando o ar.
O instinto a fez pegar sua pistola, a única arma ao seu alcance, enquanto deixava um beijo apressado na testa de sua filha adormecida. "Volto logo", sussurrou, embora uma sombra de dúvida a envolvesse seria aquele o último adeus?
Os relatos chegavam rápido: terroristas haviam invadido a área, trazendo caos e destruição. Sem tempo para hesitar, Amit correu para o confronto. Sozinha, com o coração acelerado e a mão firme no gatilho, ela se posicionou em um ponto estratégico. O barulho de tiros e gritos ecoava ao seu redor, mas ela não recuou.
Diante dela, vários inimigos armados avançavam, confiantes em sua superioridade numérica. Mas Amit tinha algo que eles não podiam prever: coragem indomável. Com precisão e sangue-frio, ela disparou. Um a um, os terroristas caíram, surpreendidos pela resistência feroz de uma única mulher.
Cada tiro era um ato de bravura, cada movimento uma prova de que o medo não a dominaria. Em sua mente, a imagem da filha a impulsionava ela lutava não apenas por si mesma, mas por todos que amava. O combate parecia eterno, e Amit acreditava que seu fim estava próximo. Mesmo assim, não desistiu.
Quando o último inimigo tombou, o silêncio voltou, pesado e surreal. Ferida, exausta, mas viva, ela percebeu que havia vencido o impossível. Cambaleando, retornou para casa, onde sua filha a esperava, alheia ao heroísmo da mãe. Amit Gur não buscava glória.
Sua bravura nasceu do amor e da necessidade, uma força silenciosa que transformou uma manhã de terror em um testemunho de coragem eterna. Ela sobreviveu e com ela, a esperança de um futuro mais seguro.
"Ela vê minhas lágrimas e, ainda assim, as ignora, afogado no orgulho do seu ego inflado. Enquanto isso, minha dor se intensifica a cada instante, ferida pelo peso cruel do seu desprezo"
Vivemos de forma tão rasa que sonhamos demais com o futuro, esquecemos o presente e ainda nos culpamos pelo passado.
Coração em dúvida
Quando o peito ainda hesita,
E a mente quer avançar,
Fazer algo é um passo incerto,
Que o coração não quer dar.
O corpo age, mas o sentir,
Fica preso em silêncio e dor,
É um gesto meio torto,
Que revela um medo interior.
Bater no peito, pedir perdão,
Nem sempre é o melhor caminho,
Às vezes o tempo é o mestre,
Que cura o nó no destino.
Aceitar não é só dizer,
É sentir, é se entregar,
E quando o coração não aceita,
É preciso respeitar.
No constrangimento há um espaço,
Para crescer e compreender,
Que nem toda ação apressa,
O que o coração quer viver.
Ainda estou no deserto, entretanto pude me renovar de muitas formas, me conhecer mais e aprender a desapegar e a seguir em frente. Me afundei no estoicismo e assim estou brilhando ainda mais em meio a essa dificuldade, agora aproveitando dela para me aperfeiçoar, já penso em agradecer pelo término.
Ainda que haja noite no coração, vale a pena sorrir para que haja estrelas na escuridão. Olhe para trás, mas siga em frente pois há muitos que precisam que chegues para poderem seguir-te. Aqueles que sonham de noite nos recessos empoeirados de suas mentes, acordam no dia seguinte para descobrir que seus sonhos eram meras vaidades. O ser humano precisa de somhos mais o coração precisa de afeto. Atender a quem te ama é belo, lutar por quem te rejeita é quase chegar a perfeição. Boa noite .
Escolha o rumo certo, enquanto o vento ainda sopra a seu favor. Siga com o coração iluminado, obscureça as sombras pelo caminho.
É tão difícil olhar o mundo e ver o que ainda existe, pois sem você meu mundo é diferente. Minha alegria é triste.
“O Universo Ainda Sonha”
— Uma meditação poética em escala quântica
Sou feito de quase.
De talvez.
De não ainda.
Sou partícula que hesita,
onda que se dobra sobre si,
possibilidade que respira
antes de ser.
O universo não é sólido.
É uma canção suspensa
num campo invisível.
Cada átomo vibra —
não como certeza,
mas como desejo.
O tempo?
Não corre em linha.
Ele espirala.
Há instantes que existem
em superposição:
passado e futuro
emaranhados
no mesmo agora.
O que você lembra
ainda está acontecendo
em alguma dobra do tecido cósmico.
O espaço?
Não separa.
Disfarça.
O que ocorre em ti
reverbera em mim.
Choram estrelas que ainda não nasceram
nos olhos de quem agora duvida.
Chama-se entrelaçamento —
ou talvez,
aliança sutil.
A luz me ensina contradição.
Ela é partícula,
ela é onda.
É uma e muitas.
É presença e ausência.
É o verbo e o silêncio.
Eu também.
Sou sólido para quem me toca,
mas dissolvo-me
quando ninguém está olhando.
Heisenberg sorri no escuro:
“Não podes saber tudo.”
Quanto mais miras meu lugar,
menos sabes meu ritmo.
A vida, então, é incerteza sagrada.
O conhecimento,
um afeto que se contenta em não fechar a equação.
O observador cria o mundo.
A função de onda —
esse poema cósmico de possibilidades —
colapsa
quando você decide olhar.
Não é o mundo que acontece.
É o olhar que o inaugura.
Talvez a realidade inteira
seja tímida.
E só exista
quando encontra atenção amorosa.
No vácuo, há dança.
Mesmo no nada,
há flutuações.
O vazio é fértil.
É berçário de energia.
É o escuro onde o universo
ensaiou seu primeiro choro.
Talvez tudo tenha começado
com um sussurro quântico.
Um leve tremor.
Uma vibração inicial
que não era matéria,
mas intenção.
E do silêncio surgiram campos.
Dos campos, partículas.
Das partículas,
nós.
E ainda assim,
somos lembrança do todo.
Não estamos no universo.
Somos o universo
pensando sobre si mesmo.
Cada escolha tua
colapsa infinitos mundos.
Cada gesto de amor
reconfigura o campo.
Cada palavra sussurrada com verdade
altera a equação cósmica.
Talvez o livre-arbítrio
seja a capacidade
de decidir qual universo
queremos habitar.
E no fim —
ou no começo —
não haverá julgamento,
nem fórmula final.
Apenas uma pergunta
ainda pulsando no vácuo:
“Você dançou comigo?”
E se a resposta for sim,
o universo sorrirá
— e sonhará de novo.
Lágrimas escorrem, já e madrugada e ainda penso em você, meu lado poeta por te clama.
Nenhuma mensagem...nenhuma ligação, meu amor por ti e enorme, mas as dores em meu coração só pioram.
O que adianta dizer que amas a mim se não vem atrás de mim, se não demonstra?
Se dependesse só de mim eu te esperaria por toda a minha vida, mas depende tanto de mim como de vc.
Eu me aproximo e vc me afasta, e quanto mais eu escalo o muro que vc criou em volta de vc, mais vc aumenta ele.
É tão difícil assim me permitir amar vc?
Rosa com Espinhos
Dói…
E ainda vai doer.
Mas tudo passa, até o que parece eterno.
Mesmo quando a alma pesa,
Mesmo quando chamam de egoísmo
O simples ato de respirar por si.
Às vezes, crescer é silenciar a culpa
Que outros plantaram como semente nos ombros.
E seguir, mesmo sem aplauso,
Porque no fim, o caminho é solitário…
E cada passo é por dentro.
Existem lares onde o amor
É dito, mas não sentido.
Onde o cuidado se confunde com controle,
E o afeto vem cortante,
Envolto em exigência,
Como se amar fosse moldar, não acolher.
E há quem cresça assim:
Tentando entender raízes que nunca sustentaram,
Tentando regar flores
Enquanto a própria sede sufoca.
É um cansaço silencioso,
Que rouba mais do que oferece.
Mesmo assim… há quem insista em florescer.
Mesmo em solo árido,
Mesmo sob o descuido dos que deveriam cuidar.
E se transforma
Não por mágica,
Mas por resistência.
Está se tornando uma rosa.
Com espinhos.
Porque precisava.
Porque ninguém cuidava.
E ainda assim…
Está se tornando a flor mais linda do jardim.
Não foi vista.
Não foi ouvida.
Mas cresceu.
Entre as pedras, entre os silêncios.
Machucada, mas viva.
Frágil, mas inteira.
Outras batalhas virão
O chão ainda vai rachar.
Mas passo a passo,
Ela descobrirá o que há de mais precioso:
Ela mesma.
E quem souber ver,
Vai enxergar além dos espinhos.
Vai regar com cuidado.
Vai florescer ao lado
Sem podar o que é belo só por não entender.
Até lá,
Será sobre ser a raiz e céu.
Ser a rocha e renascimento.
Ser o que ninguém foi.
E nunca, desistir de si.
• Dedicatória..
os rostos que cruzaram meu caminho prometendo abrigo,
mas que, com o tempo, revelaram muros em vez de braços.
Aqueles que diziam me amar
mas me ensinaram o silêncio com gritos,
e a força com ausência.
Durante muito tempo,
acreditei fazer parte de algo sólido,
de um afeto que sustentaria meu crescimento.
Mas era apenas um reflexo mal desenhado,
um sonho antigo…
de uma criança que queria colher flores
onde só havia espinhos.
Hoje entendo:
nem todo lugar que chamam de lar
é um espaço seguro.
E nem toda promessa de amor
é amor de fato.
No fim,
resta apenas o que nunca puderam me dar:
a verdade.
Dura, mas libertadora.
Como acordar de um sonho
que sempre foi bonito demais pra existir.
Ela pensou: posso te abraçar e ainda sentir falta do seu corpo. Ela pensou: posso te ouvir falar e ainda sentir falta do som de sua voz.
