Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
- Mulher! o ser mais perfeito que Deus já criou
E ainda deu a elas a capacidade de poder amar e receber amor.
Ainda que só tivesse flores na vida,
ainda que só existisse sol,
ainda que os sorrisos durassem,
Ainda sim não seriamos bons.
Descobriríamos que toda flor tem seu espinho,
e que a chuva vem pra trazer as flores
e os sorrisos podem não ser sinceros!
Dia a dia vamos compensando as dores
as felicidade e os amores.
Descobrimos que cada um pode nos proporcionar
dias bons e ruins, alegrias e tristezas
e que mesmo tendo boas intenções podem nos derrubar!
Viver a vida é ter jogo de cintura
reter o que é bom e aprender com o caos.
cada um tem sua história e vive da sua maneira.
As pessoas não entendem que todos somos diferentes
Em cada cabeça há um mundo
e em cada mundo rege suas próprias regras!
Que podem incluir ensinamentos
ou rejeitar imposições!
Somos quem somos e o que queremos ser
Pois nada é impossível ao que acredita
e luta pra realizar é a força que impulsiona
as nossas histórias e posteriores sorrisos.
Espero ver a chuva se espalhar pelo chão, cai chuva, cai novamente
Ainda sou o dono do meu pensamento estou te esperando
E difícil acredita mais ta fazendo falta
Cai chuva, cai chuva, cai no norte, cai no sul, cai no oeste, cai no leste
Estarei olhando para o céu só para ver se você volta
Cai chuva cai devagar para não nos assustar
Não sei ate onde isso pode chegar por isso chuva não se atrase
Prefiro a música. Porque ela ouve o meu silêncio e ainda traduz o que estou sentindo, sem que eu precise me explicar.
Um dia ainda te mayo e se te mato, um dia eu ainda morro mas se te comservo acabo com essa história de servo e senhor, de caça e caçador e assim todos gsnham propostas indecentes entre os dentes ...
BOM DIA MEUS BONS AMIGOS!!!
Celebro o olhar ainda sonolento de meu companheiro
porque vendo-o sei que muitos olhares se cruzarão aos meus
e me farão ver presenças junto a mim...
mel - ((*_*))
Meu coração já foi partido, já arrancaram-me lagrimas e já roubaram-me o sorriso. E ainda assim eu digo que nunca desistirei do ser humano. Porque o Homem que sigo gastou todas as suas forças e ate o ultimo minuto de sua existência acreditando nas pessoas e no poder do perdão.
Ainda vem eu vou caminhar com Cristo em meu coração tendo a esperança na salvação quando ele volta, ainda vem eu vou continuar crê em meu Deus lutando para.consegui ouviu o louvor saindo do seu, vendo o céu se abrindo e sentir a vibração da terra a luz do senhor Cristo voltando pra nos salvar. Ainda vem eu vou deixar Cristo conduzir meus pensamentos.
Solidão
Olá! Minha insípida solidão
Ainda permaneces dentro do meu silencio?
Toma-me nos braços por sentir-me recolhido;
Enquanto seco minhas lagrimas turbulentas.
Veja, como elas caem pelas margens do esteiro;
Tecem longas ruínas na minha memória ;
Nebulosos e confusos invernos fora de época;
Impedindo que a primavera não chegue a mim.
Deito-me em meu leito e pergunto-me;
Estou eu ainda aqui, encontro-me dentro de mim?
Enquanto eu olho sobre o chão do meu destino;
E vejo as sombras rastejando sobre meus pés.
Será que estou sucumbindo a pena capital?
Devo envolver-me a uma mortalha de linho?
Preparar-me para o descanso de minha alma
No vale das secas folhas e da eterna morte?
Pois a fria noite chegou em meu caminho;
Com ventos soprando no estuário do sado;
E a dor domina minha alma flagelada;
Sob os tormentos da falta brilhante da aurora.
Mesmo depois de tudo, eu ainda te desejo um arco-íris de todo mal que guardo. E me calo por todas as vezes que te bato com uma flor com medo de sentir o teu sofrimento dentre a maciez das pétalas. E não diga que nunca decorei os teus detalhes, pois os descubro em mim, ocultos pelos meus poros, tatuados em forma de poesia. Tinha o controle dos meus pensamentos quando não te avistava no horizonte das minhas vontades, o que raramente me persuadia.
Você me transformou num refém de mim mesma, sem objeções. Nas noites à toa num banco de praça, descobria você na minha cura para o tédio e até lhe encaixava na minha pasta velha de tristezas bonitas. Lembrava que o infinito era logo ali, quando eu te abraçava e ria do combustível que era o fogo dos teus olhos nos meus. Seus olhos. Eram eles cor de terra e os mais bonitos da cidade. Eram os meus olhos. Os seus olhos eram versos rimados, um poema que me vislumbrava ao ler. Eu estava ali o tempo todo, apenas mais um trançado de estrofes vagas que existia numa linha na palma da tua mão. Não me importava. Porque eu amava o imperfeito e as cores que te traziam pra mais perto, mesmo quando você fazia procurar demais por desculpas que eu nem sabia que existiam.
Ao fim, você foi embora como um cometa, um daqueles feixes luminosos que não ancoram no céu. Encontrava-me então perdida em tudo que você me disse, uma linha reta de palavras desenroladas. Aí talvez, por alguma distração, torço para que eu seja reescrita numa dessas ruas de quase-amores e suspiros inquietos. Aí talvez eu tenha sorte. Ou, quem sabe, eu nunca a embale de novo por constatar, pela milésima vez, que você também era a minha sorte, assim como a minha guerra perdida. Para as texturas que só enxergava em ti, o tempo me presenteou com as lembranças de hábitos tão teus. Este era o problema, o tempo não atrasava a minha melancolia, não retardada as minhas aflições, a escassez da tua acidez. O tempo não chorava, não contava a ti que na terça-feira passada eu não dormi por tua causa.
Foi em você, moço, que encontrei minha primeira tempestade, e ainda sinto o gosto das ondas dançando com as marés que não me tiravam do lugar. E mesmo distante, me sucumbindo, lá no horizonte, me desarmando com a indiferença. Mesmo assim, me pergunto sobre qual é a estrela que preciso pra conquistar você. Falho nas constatações, na união do existente, convencendo-me entre um ou dois soluços de quê não vai adiantar de nada multiplicar as coisas.
Trapaceei no jogo do amor e acabei perdendo os bônus de uma forma não muito bonita. Quis abraçar um mundo denso num mar de nuvens ilusórias, um inferno que não era meu. Bordo este conto em notas desafinadas enquanto o visto de maneira sutil. Pouso os olhos suavemente num ponto fixo enquanto tento encontrar meus erros numa escolha que não decidia apenas o meu rumo. Minhas palavras flutuavam até onde estavas como se soubessem exatamente para quem foram declamadas. E no intervalo de dois cigarros e quatro puxadas de ar, eu lhe tinha nas mãos, controlando as pontas dos meus dedos. Tranquei a respiração até o último ponto só pra não te perder pro suspiro de novo.
Eu vou te eternizar em literatura já que o eterno do nosso amor não durou uma primavera. Vou transformá-lo em estrofes só para não esquecer de ler a poesia e lembrar do encanto do teu riso.
Esse é o mal do poeta – pensei, vê vitrais em espelhos trincados.
