Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Quando estou triste eu tenho a mania de colocar uma música mais triste ainda ,pra desgraçar tudo de vez!
Tem pessoas que nem dando indiretas conseguem se colocar na situação. Pior ainda se forem diretas: nunca vão entender que é com elas. Pensando bem, não sei mais se tem a ver com burrice ou ego. Também não sei porque me preocupo com isso, aliás, não sei porque alguém se preocuparia com isso. Aliás, nem sei porque eu me preocupo com isso. Talvez saiba, sempre senti a vergonha alheia, até em filmes: quando alguém passava por uma situação constrangedora, preferia fechar os olhos e ouvidos. O que vejo hoje é que as pessoas não tem mais vergonha de passar vergonha. Eu ainda tenho. Tento até solucionar dando indiretas, mas realmente parece que passar vergonha não é mais tão importante assim. Acho que estou velho. Queria até perder a vergonha na cara, mas minha bagagem não deixa.
Ha cada manhã que levanto, me pergunto quanto tempo ainda aguento esta dor, antes de perder completamente a sanidade.
Bom Dia...
Com alegria
por viver.....
Num mundo com
tanta maldade...
Ainda existem...
Pessoas boas
de se conviver
uma delas é você.....
__Sophia Vargas
17/11/14 ( 17:12 )
O ateu é um exemplo de fé. Mesmo com tantas evidências, ele ainda crê, com uma fé sobrenatural, que Deus não existe!
Quero acreditar que ainda existem pessoas que olham, sorriem e encantam com a pureza de uma criança... A maldade não pode reinar onde ainda existe pessoas do bem!
O fim é ainda mais cruel
O fim de um namoro é ainda mais dolorido e cruel, quando a gente sente pena, quando sente dó, quando adia o inevitável.
Toda relação tem sua doçura entre cafés, o regozijo dos almoços e o deleite entre jantares a luz de velas.
Mas, e quando o doce se torna amargo? Quando a essência perde o toque refinado? Não há como engolir o que não sacia mais, não o corpo, mas a alma.
Não é nada salutar, relutar em renunciar ao conforto de um abraço, o entrelaçar entre dedos, a maciez daquela pele.
Mas quando morre o amor, aliás, amor não morre. Quando perde o gosto, o sabor, simplesmente deixa de ser amor.
Amor não vive só de sobremesas. Amor não sobrevive de migalhas, de retalhos, de porções ínfimas de felicidade.
Não há dor na desistência, mas sim resiliência, a conformidade, o saber fazer-se livre. Ceder a si uma agridoce demissão por justa causa.
Sem direitos, senão, o direito de seguir em frente, de proporcionar-se a si mesmo outras oportunidades.
A continuidade é tortura. É viver amordaçado, acorrentado num solitário amor a dois. É abdicar da própria soberania e tornar-se escravo das vontades alheias.
Eu te amo, não perdeu o glamour, nem a relevância, mas, eu te amo, nunca nos trouxe garantias, nem certezas.
O prazer é momentâneo, logo passa, mas são nas pequenas coisas diárias que o amor vai se perdendo entre a inexistência de provas e contraprovas.
Permita-se enlutar com o fim. De a si esse luxo, sinta, chore, sofra. Viva tudo isso intimamente. Apenas saiba que nada nessa vida é eterno, nem amores e nem dores.
Logo, o outono passa. O inverno se abranda. Logo, é primavera e o amor se renova. Logo, criam-se novas raízes.
É só a vida seguindo seu curso natural!
No começo doeu tanto que virou anestesia. O coração ficou dormente. Minhas mãos ainda desnorteadas pela ausência das suas entrelaçaram-se sobre meu peito inquieto e conformaram-se com a companhia uma da outra. Meus olhos insistiam em mirar o teto na esperança dele nos içar da sua ausência e, vai entender, minha consciência preferia não sentir nada a não sentir você. É assim quando dói muito: para poupar a gente, a mente mente.
Diz que está tudo bem. Que nem doeu tanto. É mecanismo de defesa da cabeça que se compadece das burradas desses corações tolos que amolecem por tão pouco. Doía e eu nem sabia. Corroía e eu não percebia. Com o tempo eu comecei a sentir. Buscava seu cheiro no travesseiro e amaldiçoava a poluição e o mau tempo por não encontrá-lo na minha respiração.
Procurava seu peito para me aninhar e estranhava o formato do travesseiro por não se assemelhar ao do seu abraço. Carecia da sua voz e me irritava com as canções que não a traziam para acalmar meu coração. Enfim doeu. Chorei, sofri, doeu e só quando doeu passou. Enquanto minha mente fugia da dor sua falta ainda me corroía. Hoje não mais. Hoje não dói. Hoje não dói porque eu assimilei o fim e meu coração voltou a ser calmaria. Hoje falo de você com mansidão e minha consciência, vai entender, está tranquila em sentir nada. Ela não quer sentir você e não é mais anestesia.
O arrependimento só existirá a partir de atitudes impensadas. Mas você ainda poderá dizer que mesmo pensando dez, vinte ou mil vezes poderá se arrepender de algo que fez ou não! Grade parte de todo arrependimento é oriundo de momentos de fúria, raiva e instabilidade nos pensamentos e valores que aprendemos com nossos pais e na escola, mas mesmo assim cometemos atos que jamais poderemos reverter. Eis que entra um grande mal no coração das pessoas: o REMORSO, aquela culpa por ter ou não feito algo que lhe ajudaria ou prejudicaria, mesmo assim não há como voltar no que já foi feito! A única maneira de se reverter tudo é se perdoando e quem sabe pensando....não no que fez, mas no que irá fazer!!
Sei que você sente terrivelmente a minha falta. Também sinto a sua. Mas ainda temos um ao outro, porque eu sou - e sempre fui - parte de você. Você me carrega em seu coração, como eu o carreguei no meu, e nada jamais poderá mudar isso.
(Ruth Levinson)
