Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
Você procura um amor. Você acha. Ele te magoa. Você chora. Não o ama mais. Mentira. Ele ainda é o amor da sua vida.
Ele é tudo pra você. Você o perdoa. Ele erra de novo. E você perdoa mais uma vez. Vocês são felizes.
Mas ele teima em errar novamente. Você resolve dar um basta. Termina tudo. Ele chora implorando por você.
Você chorando dizendo que não dá mais. Você sabe que vocês se amam. Apenas não nasceram pra ficar juntos.
Um amor verdadeiro, existe apenas para os que sofreram por ele . Se você ainda não sofreu por nenhum amor, você não tem sentimentos .
Acredito que ainda exista amor!!!
Acredito no amor, mas não nesse “amor” que está circulando por aí, com nova vestimenta e novo comportamento. O amor que vemos solto agora enganou aquele amor verdadeiro, que está afugentado, acorrentado e preso nos corações humanos.
Acredito nesse amor refugiado, cansado, escondido, que ama pelos simples fato de querer bem, cheio de afazeres, dedicação.
Tenho repulsa desse amor aí, recheado de medo, baseado em cobranças, desconfianças, dúvidas, renúncias, exigente na reciprocidade como se amar e ser amado na mesma medida pudesse ser um calculado, ou uma equação matemática.
Acredito no amor que não mede esforços, é solidário e paciente e que lhe fornece o mínimo do amor, a cumplicidade.
Não acredito no amor que se volta para o futuro, “como vai ser”, “como resolveremos isso”, e que antecipa imaginárias dificuldades. Acredito no amor no presente, à cada minuto, e por viver passo a passo esse amor encara sem medo que o futuro e desata cada dificuldade por vez, sem atropelos.
Por isso, amemos incondicionalmente, sem medo dos erros, decepções e eventuais frustrações. Amor é dedicação, aprendizado e consciência daquilo que se viveu a dois e daquilo que está por vir, sempre alicerçado em um único elemento racional do qual não se pode perder: a sensatez.
Eu não tenho culpa se ainda acredito no amor e nas pessoas. Amar é sinônimo de perdoar. Ninguém sabe do relacionamento de ninguém, opinar em algo sendo que vc não estar por dentro e sem escutar as duas versões, não é válido. Prefiro ficar com uma pessoa só e insistir pra que der certo.
Preciso de ti.
Não se vá de mim!
Ainda temos uma longa história
De amor para vivermos.
E bem sabes tu
Que te amo, te quero e te necessito.
Dê-me apenas
Uma chance de provar-te tudo!
Já que não consegues
Sentir-me como eu te sinto em mim.
Dê-me motivos
E eu te darei certezas de um sentimento anelado,
Perfumado e amado entre nós dois.
Apenas dê-me amor é tudo que eu te peço!
Queria negar que ainda te amo, mas meus olhos não deixam. Eles não conseguem esconder meu amor por você!
I
Eu tenho quinze anos
E sou morena e linda!
Mas amo e não me amam
E tenho amor ainda.
E por tão triste amar,
Aqui venho chorar.
II
O riso de meus lábios
Há muito que murchou;
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem matou;
Ao riso, que morreu,
O pranto sucedeu.
III
O fogo de meus olhos
De todo se acabou,
Aquele que eu adoro
Foi quem o apagou:
Onde houve fogo tanto
Agora corre o pranto.
IV
A face cor de jambo
Enfim se descorou,
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem a desbotou:
A face tão rosada
De pranto está lavada!
V
O coração tão puro
Já sabe o que é amor,
Aquele que eu adoro
Ah! Só me dá rigor:
O coração no entanto
Desfaz o amor em pranto.
VI
Diurno aqui se mostra
Aquele que eu adoro;
E nunca ele me vê,
E sempre o vejo e choro;
Por paga a tal paixão
Só lágrimas me dão!
VII
Aquele que eu adoro
E qual rio que corre,
Sem ver a flor pendente
Que ti margem murcha e morre:
Eu sou u pobre flor
Que vou murchar de amor.
VIII
São horas de raiar
O sol dos olhos meus,
Mau sol! Queima a florzinha
Que adora os olhos seus:
Tempo é do sol raiar
E é tempo de chorar.
IX
Lá vem sua piroga
Cortando leve os mares,
Lá vem uma esperança
Que sempre dá pesares:
Lá vem o meu encanto,
Que sempre causa pranto.
X
Enfim abica a praia,
Enfim salta apressado.
Garboso como o cervo
Que salta alto valado:
Quando há de ele cá vir
Só pra me ver sorrir
?
XI
Lá corre em busca de aves
A selva que lhe é cara,
Ligeiro como a seta
Que do arco seu dispara:
Quando há de ele correr
Somente para me ver.
XII
Lá vem do feliz bosque
Cansado de caçar,
Qual beija-flor que cansa
De mil flores a beijar:
Quando há de ele, cansado,
Descansar a meu lado?
XIII
Lá entra para a gruta,
E cai na rude cama,
Qual flor de belas cores,
Que cai do pé na grama:
Quando há de nesse leito
Dormir junto a meu peito?
XIV
Lá súbito desperta,
E na piroga embarca,
Qual sol que, se ocultando,
O fim do dia marca:
Quando hei de este sol ver
Não mais desaparecer?
XV
Lá voa na piroga,
Que o rasto deixa aos mares,
Qual sonho que se esvai
E deixa após pesares:
Quando há de ele cá vir
Pra nunca mais fugir?...
XVI
Oh bárbaro! Tu partes
E nem sequer me olhaste?
Amor tão delicado
Em outra já achaste?
Oh bárbaro! responde,
Amor como este, aon
de?
XVII
Somente pra teus beijos
Te guardo a boca para;
Em que lábios tu podes
Achar maior doçura?...
Meus lábios, murchareis,
Seus beijos não tereis!
XVIII
Meu colo alevantado
Não vale teus abraços?...
Que colo há mais formoso,
Mais digno de teus braços?
ingrato! Morrerei...
E não te abraçarei.
XIX
Meus seios entonados
Não podem ter valia?
Desprezas as delícias
Que neles te ofrecia?
Pois hão de os seios puros
Murcharem prematuros?
XX
Não sabes que me chamam
A bela do deserto?...
Empurras para longe
O bem que te está perto?...
Só pagas com rigor
As lágrimas de amor?...
XXI
Ingrato! Ingrato! foge...
E aqui não tornes mais,
Que, sempre que tornares,
Terás de ouvir meus ais:
E ouvir queixas de amor,
E ver pranto de dor...
XXII
E, se amanhã vieres,
Em pé na rocha dura
'Starei cantando aos ares
A mal paga ternura...
Cantando me ouviras,
Chorando me acharás!...
Eu amarei ainda não é o futuro mais que perfeito que darei de presente ao meu grande amor : é apenas o indicativo do modo como vou amá-la por toda minha vida!
Pois para mim , não há amor tão arrebatador quanto o que se vive quando ainda inocente ao mundo , não inocência de pureza, mas sim a inocência de sonhar sem preocupação.
