Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
" Teatro e pra vida . Nós treinamos para sermos grandes atores no espetáculo que se chama viver !! "
Por quê
Por que brilhas de felicidade
Só de ver a minha amada?
Ó olhos meus!...
Por que pulsas acelerado
Em meu peito a palpitar?
Ó meu coração!...
Por que flutuas leve e solto
Lá nas nuvens a sonhar?
Ó pensamentos meus!...
Vá de encontro a ela...
Ficarei a só por um instante.
Vá se encher do seu amor e esbaldar-se de alegria.
Está tão perto a minha amada
Que sinto até o teu calor.
Saiba dela o que pensas e se aqui me viu passar.
Edney Valentim Araújo
2. Obrigado por se tirares do caminho seu obstáculo fácil de superar
Tenho gratidão contigo por fazeres meu sonho puder se realizar.
Eras uma batata quente que arrefeceu antes mesmo de te pegar
Foi fácil, agora posso cantar dançar e gritar
Lá lá la la la
Minha vida numa estrada recta
Obrigado minha garota
Acredite, agora já tem mesmo a mãe dos meus putos de verdade
Com ela vou casar ter um lar com tranquilidade
Se doeu explode e DEUS quem forjou.
A essência da obra da vida, é minha mãe -
Consequência, minha vida é arte. Também sou obra da vida.
Ciclos de partes.
Os jardins são destruídos quando desistimos de esperar o jardineiro tratar as flores e retirar os espinhos.
Adoro o teu jeito de levar a vida, parece sempre uma dança que você me convida a dançar. Cada passo uma certeza de que tudo está sendo feito do jeito certo, ainda que não esteja, o que vale é a dança não parar.
Você me convidou a rodopiar ao redor das dificuldades, sempre levar a vida como uma linda peça artística, e assim, desse jeito fui percebendo que a sua leveza me trouxe a liberdade desejada.
Ela tem um sorriso lindo, livre e leve, assim como sua alma.
As suas gargalhadas são ecos da liberdade que mora em seu coração.
Os olhos dela são uma mistura de malícia e pureza.
A sua voz é doce e cativante.
O gingado do seu corpo é uma linda e irresistível dança.
Seus gestos e modos são variantes entre menina e mulher.
Seus toques são marcantes e seus beijos são desconcertantes.
Ela é sonho e realidade; Parece que não existe por sua perfeição.
Ela trouxe paz, em meio a minha confusão.
O poeta precisa chorar, para os outros rirem.
Ele precisa perder o sono para que outros possam sonhar.
Poeta produz o tesouro para enriquecer a outros.
O poeta vive e morrer para gerar suas poesias, e sabe que muitas vezes do seu nome ninguém vai lembrar, mas tem a certeza gravada no coração, que os frutos de suas poesias nunca serão esquecidos.
Ser poeta, é ser planta no deserto.
Tem que aprender a produzir flores, vida e esperança em suas palavras, mesmo que ao redor só existam horrores e sequidão de sentimentos.
O poeta retira suas palavras das entranhas de sua alma, assim como as plantas com suas raízes cravadas nas profundezas da terra encontra a água.
Quero o banco da praça, para sentar e ver a moça passar.
Quero esperar ela passar mais uma vez, outra e mais outra; até eu criar coragem de perguntar o seu nome.
Quero vê-la passar e lançar os cabelos para o lado, jogando o charme que só uma moça bonita sabe fazer.
Não preciso enviar um oi no celular, quero que ela veja tudo no meu olhar; começando pelo ingênuo e velho piscar de olhos.
Quero trocas de olhares discretas e encabulados de uma atração sem malícia.
Quero pedir, depois de horas de conversas, um encontro no mesmo lugar, não em um motel vulgar.
Quero pedir a mão dela, para ela ser a noiva do meu álbum de casamento, não apenas um nudez em meu aparelho de celular.
Quero voltar a ser um "quadrado" amante a moda antiga, com flores, chocolates e cartas de poesias.
O problema quando estamos apaixonados, é que criamos um ser perfeito na pessoa que estamos loucos por ela. Depois ela se vai e a gente descobre que amamos, na verdade, uma ilusão criada pela nossa mente fértil e amorosa. É quem termina louco é o pobre coitado que criou uma louca ilusão.
O que fazemos durante esse pequeno instante é o que nos fará durar eternamente. Se quiseres ser eterno, ame. Pois, só o amor nos fará durar eternamente nos corações dos que entregamos o nosso amor.
