Problema
Todo mundo quer uma opinião sobre o seu problema, mas ninguém quer seguir a opinião dada, o que vem do coração sempre fala mais alto, FATO!.
O preconceituoso vive a julgar,esse individuo e um sofredor,pois vive a olhar o problema dos outros e esquece os seus....
Nosso problema é que nunca estamos satisfeitos com o tempo. Quando somos crianças, desejamos ser adolescentes, quando somos adolescentes, desejamos ser adultos e quando somos adultos desejamos voltar a ser crianças. Quando acordamos já queremos a noite e quando estamos na segunda já queremos a sexta. O problema é que não sabemos aproveitar cada minuto do dia, cada dia de nossas vidas. E quando passa um tempo, passa um ano, passa um momento pensamos: "podia ter feito diferente, podia ter feito mais, podia ter feito." Todos sabemos que a vida é só uma, e que devemos aproveitar e viver, mas quantos de nós realmente fazem isso? Quantos realmente tomam atitudes? Quantos realmente param de reclamar e aproveitam o que tem? É. Perdemos tempo demais reclamando, enquanto podíamos estar vivendo. Então para e pense: "se você morresse amanhã, você foi uma pessoa feliz? Você fez o que quis? Você aproveitou sua vida?" e se as respostas dessas perguntas forem "não", então já passou da hora de você começar a pegar as rédeas da sua vida e ir viver. Aproveite, porque arrependimento não faz nada, ninguém e nem o tempo voltar.
Você sabe o que fui pra você, e eu sei exatamente o que você é pra mim. Sem problema em você estar em meu presente e eu ser apenas o seu passado. Estamos fora de sintonia, estamos distantes, já não somos ''nós''. Os dias passam e eu não posso mentir, dizer que o meu coração não é seu. Será pelo tempo necessário, não vou me massacrar, me machucar tentando esquecê-lo. A questão é que quando gosto, eu gosto. Mas quando deixo de gostar, não há nada que me faça voltar.
Começo do fim
Se nós não fizermos a nossa parte
Não tem problema
Nada que um meteoro gigante
Não possa resolver
Sabe qual é o maior problema de você nunca ter hora para voltar?
É que eu posso ficar cada vez mais acostumada com a sua ausência, e habituada com a minha companhia...
Eu posso um dia, definitivamente não sentir mais sua falta.
E me apaixonar tanto em ficar apenas comigo, e passar a não desejar mais a sua volta...
E é sempre tão ruim o fim de um amor.
Costuma doer tanto.
Talvez mais pelo costume, pela dificuldade em aceitar e concretizar mudanças, do que pelo término em si.
Você passa os dias tentando consertar sua relação com as pessoas.
E descobre que o problema não está em você...
E o que você realmente precisa é não precisar mais delas e sim dar espaço para
novas pessoas chegarem!
Eu não vejo problema nenhum em menina amar e beijar menina. Nem menino amar e beijar menino. Problema eu vejo em quem tem preconceito com isso.
Diziam-me que todo problema tinha uma solução… Mas, e se você é o problema? O que seria sua solução?
LIVRO DE JÓ
VERDADEIRA RELIGIÃO
Introdução
O tema central do livro de Jó não é o problema do mal, nem o sofrimento do justo e inocente, e muito menos o da "paciência de Jó". O autor desse drama apaixonante discute a questão mais profunda da religião: a natureza da relação entre o homem e Deus. O povo de Israel concebia a relação com Deus através do dogma da retribuição: Deus retribui o bem com o bem e o mal com o mal. Ao justo, Deus concede saúde, prosperidade e felicidade; ao injusto, ele castiga com desgraças e sofrimentos. Tal concepção arrisca produzir uma religião de comércio, onde o homem pensa poder assegurar a própria vida e até ditar normas para o próprio Deus. Contra isso, o autor mostra que a religião verdadeira é mistério de fé e graça: o homem se entrega livre e gratuitamente a Deus; e Deus, mistério insondável, volta-se para o homem gratuitamente, a fim de estabelecer com ele uma comunhão que o leva para a vida.
O livro provavelmente foi redigido, em sua maior parte, durante o exílio, no século VI a.C. Como Jó, o povo de Judá tinha perdido tudo: família, propriedades, instituições e a própria liberdade. Ora, tudo isso era garantido por uma concepção teológica vigente até esse tempo. E aqui entra a pergunta crucial feita por Satã: É possível ter uma relação gratuita com Deus, despojada de qualquer interesse? (cf. 1,9). Podemos dizer que todo o livro é uma busca para responder a essa questão. A resposta implica superar toda a teologia da retribuição, incapaz de responder à nova situação do povo, sem cair em absurdos. O povo estava vivendo uma nova experiência, e isso exigia uma nova forma de conceber Deus, o homem e as relações entre ambos.
Para conseguir sua intenção, o autor usa uma antiga lenda sobre a retribuição (1,1-2,13; 42,7-17), omitindo o final (42,7-17) e substituindo-o por uma série de debates que mostram o absurdo da teologia em voga, incapaz de atender à nova situação (3,1-42,6). Além de pretender condenar o homem para salvaguardar a justiça de Deus, essa teologia pode ser usada para condenar a Deus, a fim de salvaguardar a justiça do homem. Como sair desse impasse? A esta altura, percebemos que o livro de Jó é uma crítica de toda teologia que se pretenda definitiva e universal. Essa teologia pode se tornar um verdadeiro obstáculo para a própria experiência de Deus. E aqui o autor dá o seu recado: É preciso pensar a religião a partir da experiência de Deus e não de uma teoria a respeito dele.
Aspecto importante do livro é que Jó faz a sua experiência de Deus na pobreza e marginalização. Experiência que ultrapassa todas as explicações, tornando-se ponto de partida para uma nova história das relações entre os homens e deles com Deus. A confissão final de Jó - "Eu te conhecia só de ouvir. Agora, porém, meus olhos te vêem" (42,5) - é o ponto de chegada de todo o livro, transformando a vida do pobre em lugar da manifestação e experiência de Deus. A partir disso, podemos dizer que o livro de Jó é a proclamação de que somente o pobre é apto para fazer tal experiência e, por isso, é capaz de anunciar a presença e ação de Deus dentro da história.
O livro é um convite para nos libertar da prisão das idéias feitas e continuamente repetidas, a fim de entrar na trama da vida e da história, onde Deus se manifesta ao pobre e se dispõe a caminhar com ele para construir um mundo novo. Tal solidariedade de Deus se transforma em desafio: Estamos dispostos a abandonar nossas tradições teológicas para nos solidarizar com o pobre e fazer com ele a experiência de Deus?
