Princípio

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⁠A crença em um princípio falso é o começo de toda incompreensão.

Todo ser humano merece respeito por princípio — até o momento em que decide perdê-lo.

A responsabilidade é o principio da maturidade.

A saudade de estar ao lado de nossa Rosa é o princípio da tristeza. Mas ser forte em nossas decisões é o fundamento, pois nossas atitudes valem mais do que nossas palavras ✨.

"" Quando o amor ,
For o principio da dor,
Faça-me o favor
Venha armada...
.
.
.
.
Com uma flor...""

⁠Não evapore suas ideias, partindo do princípio que boas ideias faz o sucesso de toda gente, depois de usada, deve ter outro início e melhorar a idéia passada.

QUANDO A PORTEIRA SE ABRE!

Há dias em que sou princípio.
Eixo.
Coluna erguida no meio do vendaval.

Defendo a vida como quem acende lamparinas
em territórios onde a noite insiste.
Meu verbo é justiça.
Meu gesto é permanência.

Mas há dias,
em que o existir me enverga.

E algo dentro de mim range.

Não é descrença.
Não é abandono do que acredito.
É o corpo lembrando de todas as lutas
que a alma sustentou em silêncio.

Vem primeiro um abalo,
não na ideia,
mas na carne.

Um peso que não tem nome,
uma vertigem que não pede licença,
uma névoa que atravessa o pensamento
e colore tudo de nefasto.

É quando a porteira se abre.

E os pensamentos que eu sei que não sou
correm pelo pasto da minha mente
como bois assustados.

Eles gritam exageros.
Sussurram desistências.
Inventam um mundo sem saída.

E eu, por instantes,
exagero nos goles da dor.

Bebo como se a tristeza fosse água
e a razão, pequena demais para conter o dilúvio.

O sentimento derruba a lógica
sem piedade,
sem perdão.

Mas ainda assim,
há algo que permanece.

Mesmo quando tudo em mim vacila,
há uma centelha
que observa.

Ela não grita.
Não acusa.
Não foge.

Apenas permanece.

E é ela
que me lembra,
quando o vendaval cessa:

Eu não sou a tempestade.
Não sou os pensamentos que me atravessam.
Não sou o peso que me curva.

Sou a consciência que atravessa a noite
e ainda escolhe amanhecer.

E mesmo que a porteira se abra outra vez,
mesmo que o abalo retorne,

há em mim
um princípio inegociável
que nenhuma dor consegue desalojar:

defender a vida,
inclusive a minha.

⁠O Nada e o Tudo
No princípio, antes do verbo, o vazio,
Um espaço sem cor, sem forma, sem fio.
No nada, o silêncio é um grito mudo,
E o tempo, ausente, não é nem um segundo.
No nada, a mente flutua, perdida,
Angústia e paz, em dança indefinida.
É negro, é branco, é o oposto do ser,
Um espelho que reflete o não-acontecer.
Deus, talvez, sentiu o mesmo vazio,
Um universo sem alma, sem rio.
E no nada, em sua solidão infinita,
Criou o amor, a conexão bendita.
Somos reflexo de Sua criação,
Mas também criadores, em nossa condição.
No nada, buscamos sentido e essência,
E o tudo emerge da nossa presença.
O nada é pausa, mas não permanência,
Um sopro que dá vida à consciência.
Do vazio, surgimos, e a ele voltamos,
Mas no intervalo, amamos, criamos.
Então, se no nada Deus nos encontrou,
Foi porque no vazio o amor brotou.
E no eterno mistério de tudo e nada,
Está a verdade jamais revelada.

⁠O princípio da humildade faz parte do arcabouço de valores de um homem de caráter forte

⁠Resumo do mal:
O mal não é um princípio positivo, mas a negativa do Bem - Assim como a escuridão é apenas ausência de luz, e o frio a ausência de calor. Deus é Perfeito - portanto, n'Ele não há falta de nada. O Diabo não é mau por ter um mal perfeito, o diabo é mau por ser imperfeito no Bem.

⁠Todas as vezes que um grupo de irmãos e irmãs decidirem retornar ao princípio da igreja do Segundo Testamento, assim como Jesus, sofrerá oposição da instituição e seus coronéis. Isso é o processo histórico se repetindo na comunidade de Jesus, pois esses mesmos questionamentos foram feitos pelos líderes religiosos para Jesus e seus discípulos há muitos séculos atrás: “Com que autoridade faz estas coisas? E quem te deu tal autoridade?” (Mateus 21.23).

No princípio do tempo humano,
quando a vida ainda aprendia a existir,
foi na mulher que o mundo encontrou
sua primeira filosofia:
a de gerar, cuidar e resistir.
Ela é a síntese silenciosa
entre força e sensibilidade,
o ponto onde a fragilidade aparente
se transforma em potência.
Enquanto a história escrevia guerras,
muitas vezes foi ela
quem escreveu a continuidade da vida.
Ser mulher é carregar um paradoxo:
ser abrigo e batalha,
ser origem e caminho,
ser pergunta e resposta do próprio tempo.
Talvez por isso o universo
tenha confiado a ela o mistério mais profundo:
o de transformar dor em criação
e esperança em futuro.
Porque onde uma mulher permanece de pé,
a humanidade inteira ainda tem
motivos para continuar.

⁠Beatíssima Maria virgem
Amika Nostra
Mãe do espírito e de todo o princípio.
Origem do pequeno espelho do infinito
E parada central de estirpe deste mundo tão esquisito para o qual pariste o teu filho. Regadora da urtiga e do Nardo
Lírio da terra bivalente
Jardineira do quintal dos bardos,
Da poesia.
Está tudo morrendo
Conselheira dos agoniados,
Quem sou eu para vir novamente pedir perdão por todos os bardos?
Por essa raça sobranceira e enviesada
Que anda de luto pelos próprios excessos e à beira do teu cântaro gargareja, um duro lamento espúrio.
Que boceja um tédio estéreo a maneira de quem detesta o Absoluto.
E de tanto falar por Ele, acredita só no que usurpa.
Os que rabiscamos no espelho,
Nos mundos da estrutura, do nada, do vazio em pêlo.
Quem sou eu para pedir teu zelo por tantas pobres criaturas?
A mortalidade moral mata mais que faca e fuzil no território nacional.
De ponta a ponta ao meu país, cada dia mais infantil,
Mata a si mesmo com ardis,
Com imposturas num marasmo igual as diabruras e penduricalhos da pior africanização.
Como uma colcha de retalhos que não tapa mais nada
O chão de derrapantes assoalhos deste país sem direção é sacudido pela mão do entretenimento e do embuste.
Quando a noite, mais uma vez,
Com uma dissonância na acústica
Cai das alturas como um susto, um pesadelo a mais Talvez uma oportunidade,
E o que custa parar um minuto, dois, três e refletir e orar?
Ouvir, ver simplesmente o que fazemos da raça inteira De nós mesmos ?
Mas não, a cada anoitecer sacudimos pelos extremos a toalha em farrapos
Que demos pelas migalhas do Poder, ao banquete dos fratricidas,
Dos cambalachos,
Dos abortos.
O desfile nas avenidas, de machos eunucos e outros fantasiados pela vida
De cabeça para baixo na ida sem volta ao festival dos porcos
E enquanto isso morrem, Morrem filhos e mães, e irmãos no escuro
Órfãos de sonhos
E depois morrem o passado e o seu futuro
Morre tudo e ninguém socorre
A árvorezinha atrás do muro, ninguém colhe o fruto maduro
A mão do país que se afoga. Que Pantanal é esse nosso ?Em que é impossível dar um passo sem afundar?
Sem que a piroga vá desaparecendo no poço ?Num baldezinho cheio de ossos ?
Num vazio pendurado, à corda,
Num balanço de enforcamento.
Que multidão?
Que gente é essa ?
Seminua, com as mãos na cabeça
Ou no bolso alheio
Uma gente que estraçalha os filhos sem pressa
Num ritual de alinhamento Até que ninguém mais os conheça
Todos são teus filhos
E penso neste escuro dia, seguinte ao mais perfeito nascimento,
Penso no teu rosto sucinto, Que é a perfeição do pensamento
Amparado só do infinito,
Que contemplando cada berço.
Transforma o meu país Senhora da súbitas transfigurações.
Ó aparecida nos porões,
Em que torturam o homem à aurora,
Ó peregrina entre as visões,
Ó negra ó branca
Mediadora das grandes reaproximações,
Escuta-nos Mãe de Jesus Ora pro nobis
Vem a nós
Como estavas ao pé da cruz Na hora sombria
Um instante atrás,
Em que se ouviu aquela voz “porque Me abandonaste?”
A luz nos abandona.
Estamos sós
Terrivelmente,
Mas a culpa que temos todos
Do horror que fizemos de nós.
Ó mística
Ó rosa rústica
Ó penhor da salvação
À hora a última
Advoga em que o Senhor Venha a nós
Fala-nos
Que acústica da velha Catedral em ruínas e outra Vez com teu nome tua voz. Que os Farrapos do homem, que se devora e não termina o horrendo banquete da fome
Se reúnam em ti, mãe menina de todos nós
Os que mal somos
Os leprosos mal agradecidos Que não retornaram ao teu Filho depois de curados Perdidos desviados e maltrapilhos.
Retorna a nós como do exílio,
Velhos bondes em busca dos trilhos
Voltamos tantos iludidos
Nós, os mutantes
Nós os idólatras
Nas lucobrações orgulhosas Do encolhido intelecto,
Esse alcoólatra,
Que sim,
Se embebedou de paródias.
Atua inteligência da morte é o único modelo da nossa.
O mais, é a miragem do apóstata.

Princípio Filosófico do Heteroconhecimento:


Regra de Ouro – trate os outros como você gostaria de ser tratado.


Regra de Diamante – trate as pessoas como elas desejam ser tratadas.

Criador

No princípio era o vácuo! Era o nada sem ser nada! Isto é, era o quântico! Mas é impossível numa lógica racional o vácuo existir como nada, num contexto de causa e efeito. Então vamos mais longe. Antes de tudo ( na física Quântica, no vácuo), era o "todo", como o todo, independentemente das leis do próprio vácuo. Mas que na sua consciência, as tinha em si próprio, sem no entanto elas serem o" todo"! Então antes de tudo, era o "todo Absoluto"!

E o todo ou absoluto, este sim como Deus, criou tudo, sem que ele fosse criado, mas sempre existiu antes do espaço, eternidade e tempo. A consciência ou verbo originou tudo o que foi criado. E ele não criado, apenas criador. Ele sim é origem de tudo. Não foi de outro modo, mas sim deste modo. Pois o nada, nunca foi nada. Isto é totalmente impossível! Ou seja a bíblia é a verdade! Quem criou tudo foi Deus, com uma vontade própria. Mais do que isto é impossível compreender " a origem daquele que não tem origem, que sempre foi o " Eu sou "! Sem que neste momento nós consciências criadas, possamos compreender o que na linha do espaço, eternidade e tempo, foi criado. Muito mais longe de nós, está acessível, compreender aquele que é" Deus"!

Tudo na vida tem um ciclo, princípio, meio e fim. A vida está em constante movimento, a mudança é a lei da vida.

⁠O amor é um princípio que nunca sai de moda.

Comunhão é a vida da igreja, é um princípio inerente do Corpo.

O princípio do sonho é que algo impossível acontece.

O princípio do trabalho de Deus: Seu povo tem de orar antes que Deus se levante e opere. ⁠