Primeiro dia de aula: frases que celebram esse novo começo

Parado no tempo, diante do relento

Refletindo de cada momento que se foi

Pra aonde eu vou? O vento não sopra mais

A vida passa tão sem graça, a paz é ilusão.

Solidão consome o coração. Percepção…

Liberdade. Observar e contemplar o universo.

Agradecendo por tudo e por nada. Aprendendo.

ViVenciAndo cada sentimento, percebendo,

Que estou só de passagem, porque daqui,

Nada se leva… nada… nada se leva.

Inserida por kinhogaroti

Eu me encontro nesse meu mundo louco„

Abusando de substâncias que me distrai da realidade„

Ô vida… Pensei que seria doce pra mim„

Sou tão amargo„

AprEndeNdo e ViVenciAndo,

Chorando, saudade„

Rebeldia, solidão„

Nesse aglomerado de pessoas do meu lado„

Me perco fácil, sozinho sou eu de verdade„

Focado, observando á cada detalhe„

Aprendi…

Inserida por kinhogaroti

Se puder carregar o fardo de suas próprias dores faça-o em silêncio e ouça o que cada passo dado tem a ensinar.

Inserida por rogmedeiros

Talvez seguir nosso caminho não seje apenas ir em frente mas também compreender que nada é realmente tão fácil ou mesmo tão difícil.

Inserida por AndressaFariasDeAssis

É masoquista insistir em coisas que nunca, nunca vão dá certo, e que só vão te magoar, mas você aprende e supera eu sei, eu sei que sim. Leva um tempo é claro, e por várias noites seguidas você dorme com os olhos inchado de tanto chorar, mas uma horas as lágrimas secam e a dor é retraída e você começa a lidar com ela da forma como se deve.

Inserida por sscarlet

Quando éramos bebês...

Costumo dizer que quando nascemos, estamos no "ponto"...

Mas, os adultos que cuidam de nós, se incubem de ir nos (des) "educando".

Para melhor entender isto, basta recordarmos algumas passagens da nossa infância que demonstram bem certas características que tínhamos e que hoje nos fazem faltam.

Éramos determinados... quando tínhamos uma meta, insistíamos até alcançá-la: aprendemos a andar, após várias tentativas e inúmeros fracassos.

Para atingir nossos objetivos, não nos importávamos com o ridículo: Ficávamos um tempão experimentando sons, fazendo os barulhos mais "esquisitos", até conseguirmos pronunciar palavras e depois frases.

Quando nos sentíamos incomodados, não engolíamos nosso incômodo. Literalmente "botávamos a boca no mundo".

Éramos assumidamente sinceros, curiosos e extremamente desejosos de aprender: Quando tínhamos alguma dúvida, insistíamos em perguntar até que conseguíssemos esclarecê-la.

Pois é... depois, à medida que fomos crescendo fomos (des) aprendendo muitas coisas e assim, perdendo muitas dessas características.

Passamos a ser inseguros e muitas vezes desanimar das nossas metas... abrir mão dos nossos sonhos... a temer fazer papel de ridículo, deixando assim, de alcançarmos muitos dos nossos objetivos... por nos inibirmos... a mentirmos em algumas situações... a ficarmos com dúvidas, temendo fazer o papel de pouco inteligente e ainda aprendemos a nos forçar engolir e remoer várias chateações, para passarmos a imagem de bonzinhos e "legais".

Imagine se o bebê nascesse com todas estas características que foram nos ensinadas?...

Pense nisso.

Inserida por mafrancisquini

Apesar de não estar vivenciando a plenitude que você almeja por conta de erros passados, não lamente um só instante por conta disso. O passado já passou e nada pode acrescentar à sua vida, além de aprendizado. Então, independente do que passou, sinta-se grato. Foi exatamente a somatória de tudo o que você já viveu que te trouxe até aqui nesse nível mental onde pode se tornar capaz de remodelar sua essência de forma consciente para trazer o bem-estar e a plenitude que tanto almeja.

Inserida por alvalux

O peão é a peça mais suave e mais poderosa do jogo. Ele é o único que pode vir a ser rainha. No xadrez vence quem protege seus peões e permite a coroação.

Inserida por nilidis

No cuidado da criança mais vale a intensidade da doação que o tempo da relação

Inserida por celsoantunes

É preciso ter um espírito indignado, aberto à comiseração. Eu escrevi aqui na prisão tudo o que aprendi, senão lembraria mais alguma coisa. E Cristo? Cristo respondia à realidade chorando, sorrindo, entristecendo-se ficando furioso e até angustiando-se; não foi com um sorriso que Ele caminhou ao encontro dos sofrimentos e não desprezou a morte, mas rezou no Jardim de Getsemani, pedindo para evitar o cálice: 'Meu Pai, se é possível, afasta de mim esse cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como Tu queres.' (Matheus, XXVI, 39)

Anton Tchekhov

Nota: Tchekhov, in Enfermaria n° 06

Inserida por DavidFrancisco

Ensinar faz parte de um processo de multiplicação e não de subtração.

Inserida por Duilho

O seu negócio está bom? Faça-o ficar melhor ou perderá sua posição. Nada permanece estático.

Inserida por peds

Brumas
Enquanto isso, em Paris,
A lua resplandece na Cidade Luz.
Relembro algo que sempre quis
Nos braços da Lolita que me seduz.
Sempre o eterno amante aprendiz
Nas brumas, o sonho que me conduz
Na longa viagem que nunca fiz.
Juares de Marcos Jardim)

Inserida por Superjujar

A borda do mar

Lá estava eu, a borda do mar
sabendo que a qualquer momento
ele poderia me puxar.
Mas eu estava lá e estava pensando:
O que faria quando isso fosse acontecer?
Porem, as coisas nunca acontece como pensamos
a vida tem artimanhas, muda o curso das coisas
e quando menos esperamos, ela te passa uma rasteira
te leva para outra etapa sem nem ao menos te consultar
e em um piscar de olhos, você já tem outro mar para enfrentar.
É preciso aprender a nadar
É a única forma que tem para se salvar.
Foi um alivio não entender nada
mesmo depois de acordada.

20/12/13

Inserida por EnideSantos

Sempre que alguma pessoa desaparece de sua vida, abre a oportunidade para outra pessoa tomar conta do seu coração.

Inserida por joseguimaraes

GRANDE PESSOA

(Para Fernando Pessoa, com admiração)

Grande Pessoa, o Fernando!
Quem me dera, pessoalmente,
aprender como um Graduando,
A transcender o que se sente!

Sob o Céu que me apreende,
E sob as nuvens, dançando,
Quero o Lume que ascende
E desce, à moda de Fernando!

Inserida por Ebrael

A doença é ruim porque mexe no corpo da gente, sem nossa permissão; além disso, faz com que gastemos dinheiro com médicos e remédios, sem que muitas vezes encontremos a cura.

Inserida por joseguimaraes

As quatro vertentes da pedagogia do conhecimento no evento do Éden:
Gilvano Amorim Oliveira
O conhecimento é a alavanca da alma humana, uma moeda muito mais bem cotada que qualquer numerário monetário que a numismática possa dispor. O homem é, por natureza, vocação e comportamento, ávido por conhecimento. O conhecimento leva a guerras, mata, permite viver, enriquece, mutila e enobrece. O conhecimento divide classes mais que a desigual distribuição de rendas. Em cada íntimo humano há um apelo saudosista por conhecimento, uma espécie de busca às origens de uma instância inicial matricial. O desconhecimento embriológico cria o imaginário de um ambiente originário pleno e totipotencial. Desconhecemos nossa origem e nossa natureza pré-existencial. Este auto desconhecimento ontológico nos alavanca em direção ao saber como uma mariposa se vê atraída a uma fonte de luz. O conhecimento, visto assim, é caminho no sentido do alcance da autognose humana. Nascemos despidos de conhecimento e agregamos saber ao longo de nossos dias, em moto contínuo. Aprendemos desde o dia de nosso nascimento até o dia de nossa morte e a obra sapiencial, por mais elaborada que seja nas mentes mais brilhantes da humanidade, nunca está acabada e plena. Somente Deus é detentor do pleno conhecimento e da verdade absoluta e irrefutável. Por esta razão a busca por conhecimento aponta ao transcendental e passa pela espiritualidade. Sendo assim, vamos encontrar os registros mais antigos de adquirência de conhecimento no ambiente do Éden. Este modelo visto na cena do pecado original segundo descrito nas páginas bíblicas, apresenta os paradigmas de quatro modelos de se transmitir e, por conseguinte, de se adquirir conhecimento. Sem entrar no mérito da veracidade e precisão do texto, pois tal não é o objetivo neste texto, analisemos os fatos. Antes desta análise quero deixar registrado que a ideia inicial deste modelo que logo apresentarei não me é inédita. A ideia inicial me foi apresentada por um dos maiores pensadores em nosso meio, o Perito Samuel Amorim. Posto este crédito, vamos aos fatos. O capítulo três de Gênesis nos apresenta o diálogo da serpente, dominada pelo maligno, e a primeira mulher da história, Eva. Desta conversa podemos extrair quatro modelos pedagógicos no ensino do conhecimento de qualquer natureza. São eles:
1. O modelo mítico: O mito é a primeira e a mais singela das formas de aquisição de conhecimento. Em primeiro lugar vale resgatar o conceito de mito. A ideia de mito se trasmudou no mundo moderno para “coisa fictícia” ou “conto irreal”, mas o senso etimológico original está longe de ser este. O cerne do termo mito é a referência a um conhecimento que não pode ser aferido pela ciência ou pela filosofia. O mito exige crença. O mito demanda fé e, por isto, aponta com mais proximidade a espiritualidade em relação aos outros modelos da pedagogia do conhecimento. Em nosso cenário do Jardim do Éden a mulher faz referência a este modelo de aquisição de conhecimento ao contar que Deus havia simplesmente dito que não comessem da árvore do conhecimento do bem e do mal. Não houve argumentação nem demonstrações, simplesmente uma ordenação. Para adquirir o conhecimento de que não se devia comer desta árvore para não morrerem, Adão e Eva simplesmente creram. O mito aqui era que “comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal levava à morte”.
2. O modelo filosófico: Diante da manifestação de Eva acerca do conhecimento miticamente adquirido, a serpente argumenta inaugurando o modelo filosófico de transmissão de conhecimento. A argumentação traz um elemento novo, a figura da lógica. A lógica é um encadeamento racional de ideias. O pensamento assim disposto cria uma auto pedagogia. A argumentação da serpente é a primeira manifestação filosófica de que se tem notícia. A filosofia é, por primazia, uma fonte de transmissão e aquisição de conhecimento.
3. O modelo experimental: É no Jardim do Éden que vamos encontrar os elementos que deram à luz ao pensamento científico, o método experimental. O pensamento experimental parte de uma premissa elaborada e, por experimentação, confirma ou rejeita tal premissa. Sendo assim, a mulher olha para o fruto, o examina e, finalmente, morde-o numa típica experimentação. Estava inaugurada a ciência.
4. O modelo da experiência: Cumpre distinguir, em primeiro lugar, experiência de experimentação. Experimentação é expediente do pensamento científico, como visto acima. Experiência aqui é uma espécie de acidente. Notemos que Deus propõe a transmissão mítica, a serpente estabelece o pensamento filosófico e a mulher inaugura a experimentação científica. O homem, ao saber destes fatos toma uma atitude imediata e imediatista. Simplesmente se submete à experiência de comer a fruta proibida. O homem aprende pela experiência como quem pisa num fragmento cortante de vidro e se descobre ferido. Note-se o aspecto fortuito do evento e o resultado inesperado, elementos típicos da experiência. A diferença básica da experiência com a experimentação do método científico é a figura da premissa do método científico e o evento fortuito e não controlado. Depois da pisadela inadvertida, o homem aprende que pisar em caco de vidro corta a planta do pé.
Assim, encontramos no cenário do Jardim do Éden a estereotipização dos quatro modelos pelos quais se pode adquirir conhecimento na existência humana caminhante no sentido da libertação de sua maravilhosa ignorância.

Inserida por gilvanoamorim

Não posso dizer que sou razão, mas também não sou emoção. Também não as possuo em equilíbrio. Às vezes, a razão toma conta quando deveria a emoção prevalecer. Por outras, a emoção fala mais alto, e, no entanto a razão levaria mais pontos na escolha.
Ah a vida... Se soubéssemos sempre a melhor escolha! Se tivéssemos manual de instruções onde poderíamos consultar em momentos de dúvidas, mas não, nascemos para escrever o nosso próprio manual. Somos lote piloto de nós mesmos e devemos aprender com os erros e consertá-los para não haver reincidência.

Possuímos o livre arbítrio nas nossas escolhas!
Não há errado e nem certo, apenas pontos de vista diferentes, escolhas diferentes!

Inserida por francielikonzen

Na minha caminhada eu posso dar os passos lentamente, mas eu sempre seguirei em frente, nunca retrocederei, porque a vida não está no passado e eu vivo o agora com esperança de um futuro incerto. As lições estão no passado, como daqui a um segundo eu já posso ter aprendido algo, por essas e outras que eu posso olhar para trás com intenção de aprender ou me recordar do que um dia eu tive aprendido, mas nunca devo tentar voltar, pois o homem que sou hoje só se fez porque segui em frente, o hoje não é ontem, o hoje é presente e não passado, se eu voltar os ensinamentos serão perdidos e de nada valeu toda a parte que vivi para frente.

Inserida por Thirt6en