Preguiça
Cinco pras Seis
Soa o despertador. Deu vontade de quebrá-lo ou atirá-lo contra a parede ou retirar a bateria ou engoli-lo. Programou para voltar a tocar em cinco minutos, voltou a dormir e sonhou. Falta de ar. Sangue escorrendo. Corpo esfriando. A morte chegando. Nem um minuto mais lhe restaria. Ao tocar pela segunda vez, de sobressalto pôs-se sentado, beijou o aparelho e jurou, ainda ofegante, amor eterno.
Tudo que exige ALGUMA disciplina é visto como chato pelo indolente, o acomodado que racionaliza a inércia, a justifica.
Disciplina, definição do horário de foco produtivo e objetivo, castrando os gatilhos diários.
É assim que findamos com a procrastinação ou preguiça
A independência buscada advém da vontade de ser dono do próprio suor. Suor este que ainda hoje não é pago dignamente. Não é preguiça, tampouco falta de vontade de fazer acontecer, mas sim um desejo de curtir o resultado das artes que pelo suor brilham o mundo, mas que emanam das mãos de quem merece ser o principal produto, a principal matéria prima, o autor da grande obra.
Fiquei sabendo, por acaso, que já existe até skate elétrico. Não vejo a hora de inventarem um tênis elétrico tbm, provavelmente o meu terá uma bengala aclopada a ele.
Um "empurrãozinho" só ajuda pessoas em movimento. Quem está parado, além de cair, suga mais energia de quem quer lhe ajudar.
O excesso de conforto cria uma zona de conformidade que será bastante desconfortável num futuro bem próximo.
Os assumidamente Vagabundos, no tocante a Trabalho, conseguem ser muito mais Honestos do que os “Trabalhadores” que buscam Trabalho sem ter a menor intenção de Trabalhar.
