Preconceito Racial
Problemas sociais, como o racismo e o feminicídio, entre outros, são frequentemente apresentados pela mídia capitalista de maneira a atrair audiência, em vez de abordar profundamente as raízes dessas questões sociais.
Não são combatidos; são vendidos.
Não somos inimigos senão do racismo e da opressão.
Se há uma lição que podemos aprender com a luta contra o racismo, tanto em nosso país quanto no seu, é que o racismo precisa ser conscientemente combatido, e não discretamente tolerado.
Muitas vezes o racismo faz com que a gente não trilhe nosso caminho e comece a pautar nossas ações pela demanda do preconceito. Às vezes não seguimos adiante porque paramos nos limites impostos pela sociedade, e nós temos que caminhar mais, temos que entender a complexidade das coisas, das pessoas, temos que ter liberdade.
Sim, existem ainda pontualmente racismo, machismo, homofobia e etc; por uma simples razão: o mundo nunca se livrará dos idiotas.
Podemos refutar a ideia de que o racismo é exclusivo da discriminação contra pessoas negras, usando o exemplo do pintor austríaco que era racista contra os judeus. Ele acreditava na superioridade da raça ariana, mostrando que o racismo pode afetar grupos étnicos diversos, evidenciando sua presença em toda a sociedade.
Afirmar que respeita todas as "raças" é o próprio racismo, pois tratando-se de seres humanos, não existem raças distintas.
E essa é a perversidade do racismo. Porque ele simplesmente te impede de visitar os próprios infernos.
Não existe vacina para o racismo; basta que essas pessoas se afastem. O inferno é aqui, e os demônios são os outros, com seus conflitos internos sendo projetados para demonizar aqueles que pensam diferente. É como se estivessem amaldiçoados, pois não conseguem viver em paz ou se silenciar, já que não cultivam a tranquilidade interior, negligenciando a espiritualidade como algo essencial em suas vidas.
O rei do pop era preto. O rei do futebol era preto. O rei do baião era preto. Se o racismo no mundo fosse realmente estrutural como dizem aqueles que o instrumentalizam, nenhum dos três tinha sido rei.
Quando lhe perguntam que significado a palavra “racismo” tem para ela, a intelectual americana Ruth Gilmore responde que racismo é a exposição de algumas populações a uma morte prematura.
Essa definição funciona também para o machismo, a homofobia ou a transfobia, a dominação de classe e para todos os fenômenos de opressão social e política.
o racismo e feito com muito ódio e rancor e desse racismo que eu preto vejo meu próprio valor,agindo pelo ódio e também pelo impulso o racismo e visto e ouvido mais não e falado até esse certo dia q hoje eu venho e te provo ao contrário...
Seria um reducionismo afirmar que o patriarcado é o único culpado pelo capitalismo, racismo, machismo...?
o sucesso do racismo é evidente.
E ele começou quando homens brancos fizeram as drogas, viram os malefícios e fizeram as drogas chegarem até os negros e outras raças.
Será que existe uma raça superior!?
A periferia com uma porcentagem predominante negra, goza daquilo que o branco não quis
Racismo
O racismo não é brincadeira.
Brincadeira é ficar de bobeira.
De bobeira, não fico quando algo implico.
O racismo não é legal, então não faça o mal.
Racismo é descriminação com um amigo ou irmão.
E pode dar 30 anos de prisão.
Então se liga, sem preconceito.
Sem racismo vamos viver direito!
Com o próximo ter muito amor.
Porque nesse mundo tem muita dor.
Recado dado, vamos se conscientizar.
Para o nosso mundo poder mudar!
Apesar da mídia capitalista, que instrumentaliza e transforma pautas sociais como racismo, machismo, violência contra mulher, homofobia, em mercadorias, mais preocupada em aumento de audiência do que em gerar consciência na população;
Apesar dos oportunistas de plantão que se utilizam da má-fé para se aproveitar das leis criadas para reparar e proteger as minorias;
Apesar dos publicitários que almejam trabalhadores cada vez mais segmentados e divididos em guetos, com o intuito de ampliar seus nichos de mercados.
Apesar de saber que alguns negros conseguiram, com muito esforço, ascender socialmente, mesmo em um contexto adverso, permeado por um estado extremamente ausente e omisso em setores fundamentais para a promoção do bem-estar social, como educação, saúde, trabalho, segurança e lazer.
Apesar de perceber todas essas situações no dia a dia, não considero como justificativas suficientes para invalidar a importância das políticas e ações afirmativas feitas pelo governo com o objetivo de corrigir desigualdades raciais presentes na sociedade, acumuladas ao longo de anos, frutos da escravidão e da ação nefasta da elite brasileira que funcionalizou o atraso como forma de aumentar seus lucros.
As ações afirmativas são fundamentais para reverter a representação negativa dos negros, promover igualdade de oportunidades e combater o preconceito e o racismo tão presentes e enraizados na sociedade brasileira.
Não podemos falar de meritocracia no Brasil sem considerar as condições absurdamente desiguais em que as pessoas começam a sua vida nesse país.
É como dar um Fusca a Maria e uma Ferrari a Luzia e achar que a vencedora da corrida sairá por méritos.
A sorte, o esforço e o mérito de alguns negros e negras na história do Brasil, como Machado de Assis, Lima Barreto, Teodoro Sampaio, André Rebouças, Luís Gama, Milton Santos, Ruth de Souza, Antonieta de Barros, Laudelina de Campo Neto, são exceções que na verdade confirmam o racismo e a exclusão dos negros e negras ao longo da história do Brasil.
Nesse Brasil desigual, meia dúzia de pessoas que vencem por esforço próprio são exceções, não podem ser vistas como exemplos que retirem a culpa de um estado ausente e omisso, transferindo exclusivamente para o indivíduo a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso na vida.
Dando oportunidades e condições iniciais iguais para todos, permitimos um crescimento substancial e generalizado da população. Ideal para qualquer país que deseja ser grande um dia.
Crescimento individualizado de forma generalizada é regra. Crescimento individualizado de forma isolada é exceção.
