Preciso e Gosto de Intensidade
"Agora foi, agora é hora"
Eu não gosto de você.
Não sinto atração por você.
E poderia até dizer que te odeio…
Mas isso não seria verdade.
Sinto falta das nossas memórias,
de tudo que vivemos —
mesmo sabendo que isso não vai voltar.
Somos pessoas diferentes agora,
com mentes diferentes,
mais maduras do que antes.
Hoje, não somos mais o que fomos ontem.
E nunca mais seremos.
Mas... tá tudo bem.
Não.
Não está.
Porque toda vez que você me ligar,
eu vou atender.
Sem pensar duas vezes.
Mesmo você estando com outra,
mesmo que eu também esteja com alguém...
Você ainda vai ser o meu "e se".
Agora foi.
Agora é hora.
obs: eu fiz essa nota para uma pessoa que amei muito e hj não amo mais mas sinto falta do que éramos e do que poderíamos ser
Vim aqui para espresar oque sinto por vc
por-isto aqui estou um poema a faser
gosto de como é e do seu jeito de ser
quando olho em seus olhos só amor,
consigo ver ...
Hoje amanheci com o gosto da saudade...
...de encontrar pessoas reais. Amigos e mais.
Beijos e abraços virtuais não me satisfaz...
Trabalho, filhos, esposas e maridos.
Estudos, happy hours, entendemos tudo isso.... Mas não nos satisfaz.
Teatro, balada, cinema, livros. Sozinho ou com um ou outro amigo. Nao satisfaz.
Queremos o cheiro. A sensação do regozijo e do riso, ver expressões eclodir. E saber que fez ou deixou fazer um bem a outro. Que ninguém mais fez.
Saudade do ser humano ser menos tecnológico.
Gosto do jeito que você fala sorrindo
Passa uma energia tão boa...
Meio doce, as vezes com uma pitada de acidez,
Mas sempre com um delicioso calor,
Daqueles que a gente procura pra se esquentar naqueles dias frios com tarde de céu azul
Gosto do vinho. É como um batom desbotado, sinal de algum acontecimento, bom ou ruim. É o puro sentimento transformado em líquido, que retorna para nossas almas. O sangue, símbolo de um fim ou de um novo começo. Gosto do vinho, que minhas emoções acalma e assim adormeço.
Não gosto de escrever com letras ilegíveis em meus livros, prefiro fazer dedicatórias impressas.
Benê
Para as "elites" brasileiras, o que importa é a reputação e não a virtude. Virtude é um atributo que geralmente nasce com a pessoa, já a reputação, pode ser comprada ou adquirida
"A borboleta".
Gosto tanto de pensar em seus processos; De pensar que a lagartinha tem um trabalho descomunal para primeiro fazer seu casulo, ficar ali dentro por um tempo, apertadinha, sozinha, aceitando sem relutar que tudo o que está acontecendo com ela, é o mais lindo e gratificante processo, a sua metamorfose. Gosto tanto de pensar que quando tudo se resolver lá dentro, ela irá sair, linda e exuberante com suas asas, não importa a cor, asas que irão leva la para onde ela desejar, sem limites, apenas voar, dona de sí e curiosa para desbravar.
SOU EU UM POUCO DE MIM
Ser diferente dos outros
não me torna de mim diferente.
Eu gosto do que me alegra
e aceito bem o que me convém,
mas mudar por alguém eu não sei,
pois deixar de ser eu não me faz bem,
se sem mim eu não sei me encontrar
e, não me achando, não encontro ninguém.
Não sou bonita, não sou feia,
não tenho talento algum,
mas no pouco de mim que eu sou,
do tudo que de pouco estou,
encontro um muito de mim.
Feliz, alegre ou triste,
não sou bem o que você procurou,
mas sou o melhor do que de mim existe.
"Sofisticação e bom gosto é para pessoas de sentido apurado, praticamente exigentes, e optantes por modéstia e exclusiva qualidade do viver bem, tendo experiências dos melhores prazeres que a vida pode oferecer."
COMENDO SEM SOFRIMENTO
E agora, meu DEUS,
O que é que eu vou comer?
O que eu gosto não pode,
E, quase sempre, o que pode
É o que eu não vou querer!
Se tem verdura no meio,
Que mais parece ração,
Eu como com algum receio,
Mesmo com fome de leão!
Se tem doce ou chocolate,
Logo a gula me bate,
E, como não sou moderado,
Vejo a saúde no abate.
Macarronada, lasanha,
Refrigerante ou pudim,
Cada coisa dessa me ganha
E me faz comer "tudim",
Mas logo, em pouco tempo,
Eis que vem o resultado
E, porque foi tão gostoso,
Minha saúde foi pro ralo.
Quinua, gergelim ou gengibre,
Chia, aveia ou linhaça,
Eu como se é o jeito,
Mas de uma colher não passa.
Aí, escutando os mais velhos
E ouvindo os especialistas,
Vejo que essa é a comida
Pra comer por toda a vida.
E agora? O que fazer?
Será que eu tenho mesmo,
Mesmo, mesmo que escolher?
Não precisa sofrimento
Pra escolher o alimento
Que vai me fortalecer
E me ajudar a viver.
O que eu preciso, apenas,
É colocar na balança:
O que me cresce a saúde
E o que me alimenta a pança.
Depois de equilibrar
O que eu preciso e o meu gostar,
Vou vendo que as duas coisas
Eu posso reajustar.
Na maior parte do tempo
Que eu tenho na minha vida,
Vou comendo o que é devido
E, assim, evitando feridas.
Somente uma vez ou outra,
Naqueles dias festivos,
Dou vida aos meus desejos
Sem ficar enlouquecido,
Como somente o que quero,
Cheio de desejo e equilíbrio.
Tudo na vida é assim:
Um viver na corda bamba.
Se pende apenas prum lado,
A vida vira um fardo.
Se pende somente pro outro,
O futuro nos traz desgosto.
E assim eu vou convivendo
Com dois ritmos de um só samba,
Mas eu sei que isso tudo é preciso,
Senão minha vida desanda.
Agora o que eu preciso
Pra viver com dignidade,
É saber que nem tudo é devido
Pra que eu tenha felicidade.
Eu posso ser feliz
Comendo o que não suporto,
Como também assim o serei,
Controlando as comidas de que gosto.
Se assim eu vou fazendo,
Feliz é que eu vou vivendo,
Porque tudo o que me alimenta
Minha saúde vai mantendo.
