Precisa

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⁠Não precisa gritar, melhore o argumento da sua voz.

Antes de parar com as Drogas você precisa entender qual a Dor as Drogas estão anestesiando. Isso vale para qualquer Droga ou situação de Auto Flagelo.

Velhice e solidão: o abandono de quem mais precisa de companhia


Ontem, no ponto de ônibus da avenida principal, vi o seu Antônio esperando. Ele estava lá há quarenta minutos, talvez mais. Sentado no banco de concreto, com a bengala encostada na perna e o olhar fixo num ponto invisível além da rua. Ninguém se aproximava. Os ônibus passavam, cheios de gente que olhava o celular ou o relógio, e ele continuava ali, pequeno, encolhido dentro do paletó que já foi azul-marinho e hoje é um cinza desbotado.
Seu Antônio tem 87 anos. Mora sozinho desde que a dona Maria se foi, há sete. Os filhos vêm “quando podem”. Um mora em Campinas, outro em Portugal, a filha mais nova tem três crianças e “mal dá conta da própria vida”. Ele entende. Repete isso como quem recita uma ladainha que já não acredita mais: “Eles têm a vida deles”. Mas no Natal passado ninguém apareceu. Ele comeu o peru que a vizinha deixou na porta e assistiu à missa do galo pela televisão, sozinho, com o volume alto para não ouvir o silêncio da casa.
A gente passa por essas cenas todos os dias e finge que é normal. Um idoso falando sozinho no mercado, outro sentado no banco da praça olhando os pombos como se fossem velhos conhecidos, uma senhora que liga para o programa de rádio só para ouvir a própria voz sendo respondida por alguém. Chamamos de “envelhecimento natural”. Mas não é natural. É abandono disfarçado de destino.
A velhice não é só rugas e esquecimento. É o telefone que não toca. É a cadeira vazia na mesa de jantar. É descobrir que os amigos morreram ou mudaram de cidade e ninguém avisou. É perceber, de repente, que você virou peça de museu: as pessoas olham, comentam “como ele está bem para a idade”, e seguem em frente. Você deixa de ser sujeito e vira adjetivo: “o velhinho”, “a tia”, “o senhor de bengala”.
Eu já vi filho dizendo, com orgulho, que colocou o pai num “lar excelente, cinco estrelas”. O pai, lá dentro, chora toda noite porque não sabe o nome da mulher que dorme no quarto ao lado e sente falta do cheiro do café que ele mesmo fazia às seis da manhã. Mas o filho tem reunião às oito e a culpa cabe no bolso como um cartão de visitas.
A solidão do idoso é a mais cruel porque é silenciosa. Criança chora alto, adulto reclama, cachorro late. Velho se cala. Aprendeu que ninguém quer ouvir sobre dor nas pernas, sobre saudade, sobre medo de morrer sozinho. Então sorri amarelo, diz que “está tudo bem” e guarda o resto. Guarda tanto que um dia explode num infarto ou numa depressão que ninguém percebeu.
Na semana passada, a dona Neuza, 82 anos, morreu em casa. Foram quatro dias até o cheiro denunciar. Tinha três filhos, sete netos, bisneto a caminho. A geladeira estava cheia de comida que a vizinha levava. Mas ninguém entrava para conversar. “A gente ligava todo dia”, disseram eles no enterro. Ligava. Desligava. Seguida a vida.
A velhice não pede muito. Pede presença. Um telefonema que não seja só para saber se tomou o remédio. Uma visita que não tenha hora para acabar. Um neto que tope ouvir pela milésima vez a história da enchente de 1968. Pede que a gente pare de tratar o tempo deles como algo que já passou, porque para eles ainda está passando, minuto a minuto, e cada minuto vazio dói.
O seu Antônio finalmente entrou num ônibus. Levou quase cinco minutos para subir os degraus, com o motorista buzinando atrás. Ninguém ofereceu o braço. Ele se sentou no banco da frente, daqueles reservados para idosos, e ficou olhando a cidade pela janela. Eu o vi de longe, pequeno, frágil, carregando o peso de ser o último capítulo de uma história que ninguém mais quer ler.
Um dia seremos nós ali. Com sorte, com saúde, com algum dinheiro no banco. Mas talvez sem ninguém que segure a nossa mão quando o corpo tremer. E aí vamos entender, tarde demais, que o maior patrimônio que a gente pode deixar para os filhos não é casa, não é poupança. É o exemplo de que filho cuida de pai como quem cuida de criança: com paciência, com presença, com amor que não se mede em minutos visitados por mês.
Porque a velhice chega para todos. A solidão, não. Essa a gente escolhe dar, ou escolhe evitar.
Raimundo grossi

O mundo precisa de pensadores, pois o pensar é a realização de sonhos.

O diferente precisa fugir para sobreviver.

Sabe que deve fazer o bem e não faz nem para si mesmo; esse precisa saber o que é oportunidade, conquistas e gratidão.

O mundo precisa de homens sábios e experientes para mostrarem aos incrédulos, desiludidos e soberbos que o viver está no poder da Palavra de Deus.

Faça o melhor que puder, pois um dia vai conhecer o que precisa fazer pela fé.

Cristão sábio não precisa abrir a boca quando alguém lhe acusa, porque já sabe que Deus é o seu Defensor.

A bênção que você pede a Deus pode recair sobre aquele que mais precisa.

⁠Palavras têm poder: imagine o que elas fazem na vida de quem precisa e busca pela sua transformação.

⁠Há muitas condições favoráveis para sua realizações; só precisa organizá-las e começar pelo primeiro passo, com espírito de determinação, ousadia e coragem.

⁠Sucesso é uma palavra prática: precisa de muito trabalho, inteligência, dedicação, comunicação, administração, realização pessoal baseada em desafios, relacionamentos diversos, criatividade, esforço, luta; mas, quando alguém é bem-sucedido pode ter certeza que sucesso é apenas uma palavra escrita no dicionário, pronunciada por qualquer um.

⁠Seja sempre educado ou no mínimo, comportado, útil e apto para servir a quem precisa de sua amizade, habilidades e solidariedade.

Verso 1
A beleza não veste máscaras,
não precisa de aplausos vazios.
O exibicionista grita alto,
mas sem plateia é só silêncio frio.

Refrão
Força é essência, não aparência,
verdade que arde sem vaidade.
Quem vive de reflexo se perde,
quem é raiz não teme a tempestade.

Quero realizar o sonho da casa própria, comer com dignidade, ainda ajudar quem precisa. Por isso, continuarei lutando e abrindo novas portas; um dia, pela janela, contemplarei a beleza de uma paisagem conhecida ou de uma nova que ainda descobrirei. Com humildade, seguirei agradecendo pelas conquistas e pelo privilégio de viver.

Não é o lugar que precisa oferecer muito: só precisa ter tranquilidade e isso já é o bastante.

Fazer o bem não precisa ser necessariamente algo grandioso; é como as gotas de chuva: às vezes parece que não faz diferença de forma isolada, mas cada gota atinge em cheio o lugar onde cai.

Nem toda verdade precisa ser dita, nem toda discussão vencida. Escolhe bem tuas batalhas.

Não te engrandeças pelo que fazes bem. A virtude não precisa de aplausos.