Prazeres
Se um dia me calar a voz, ou se a luz dos meus olhos se apagar, e de mim se afastarem os prazeres do mundo, que ainda assim permaneça firme em mim a fé no meu Deus.
Trabalhamos com os desejos, com os prazeres. Porque os desejos e os prazeres sobrevivem até mesmo na situação mais desastrosa. Somos nós que os censuramos.
Não podemos permitir que a inteligência inventada, nos roube os prazeres das coisas simples da vida que a emoção nos faz sentir. O rompimento com a realidade não é um sonho, e sim, uma patologia psiquiátrica.
Nunca encontrei verdadeiro encanto nos prazeres do espírito senão perdendo inteiramente de vista o interesse de meu corpo.
Impermanência
Quão alegres são as chegadas, loquazes,
E os prazeres que consigo trazem,
O espírito se incendeia, dança,
Quão tristes são as partidas, silentes,
E os prazeres que consigo levam,
O espírito se dilacera, despedaça.
Ah, estou farto, meu tolo coração, tantas vezes ridículo, deseja pelo dia
Em que os encontros superarão as despedidas. Como uma pessoa a quem lhe impõe a ter a sua desgraça.
Tempo
Nós temos tempo para várias coisas: para o celular, para o trabalho, para os prazeres rápidos, prazeres longos. Até mesmo quando o dia está corrido, encontramos tempo para aquele dia que foi exaustivo.
— Dia produtivo! —
Mas o que foi realmente produzido, além de todas as tarefas que um ser humano funcional precisa cumprir, e de todas as obrigações necessárias para manter um serviço — seja ele autônomo ou não?
Somos constantemente (e cada vez mais) treinados para nos acostumar com a correria, com a ocupação. Deixamos de romantizar o romance para romantizar o trabalho, o desinteresse, a pressa, a falta de tempo e de atenção.
Damos tempo para várias coisas, até mesmo ao próprio tempo, mas... e o nosso tempo? Quantas vezes no dia temos um tempo para ouvir a nossa parte mais frágil ou aquela que mais nos causa orgulho? Quantas vezes paramos para ouvir o que o nosso silêncio tem a dizer — insegurança — medo — solidão — solitude?
É tão comum buscar alguma distração e ocupar a psique, tentando enganar as memórias, as saudades, as frustrações espalhadas por todos as partes.
E, nessa correria... quanto tempo tem o nosso tempo?
Conheço os prazeres da carne, e nada é tão gostoso quanto uma conversa onde visões se direcionam e se respeitam entre si.
“Os prazeres e as necessidades estão subordinados a render se a vida profana.”
Giovane Silva Santos
O monstro chamado ódio não vai morrer enquanto houver um sistema pecaminoso,
Renegar os prazeres ofertados pelo sistema pecaminoso requer uma mente consagrada, pensamentos puros e práticas de vida santificada. Cultivando uma vida de oração e pureza. Tendo uma vida piedosa, que não se entrega as paixões deste mundo, neste tempo de caos ético e moral que vivenciamos.
Vivo meus desejos intensamente, sejam as sensações para o meu corpo, sejam os prazeres para minha alma. O deleite do meu ser é profundo demais para caber em rótulos de quem teme a experiência de criar o seu próprio caminho.
Eu creio
Eu tropeço, caio e me engano.
Porque naturalmente o homem é profano.
Os prazeres seduz, ilude profundamente.
A natureza grita e o enganoso coração é insano.
Nosso Deus nos chama incessantemente.
Mas somos tragados pelo engano.
A vida de pecado é um texto fértil.
Um emaranhado de fatores que consome.
O alvo do diabo destruir o homem.
A criação mais nobre do senhor.
Feito a semelhança, sendo um o próprio amor.
É feio e esquisito a terrena vida.
Página que merece ser lida.
Um livro de encantos e horrores.
De bênçãos e dissabores.
De choro e louvores.
Eu creio, eu acredito, eu insisto.
Por isso oro, clamo, rezo, suplico.
Tudo de bom e renovo pode permanecer.
Transformação, um povo a se render.
Humilhar ao todo poderoso altíssimo.
Um modo motivado e renovado.
Um banho de Espírito do senhor.
Vidas e vidas restauradas.
Um povo fervoroso e valente.
Acredito nos céus e na humilde gente.
Toda grade que aprisiona o inocente será quebrada.
Eu creio na cura, no milagre, no poder transformador.
É real, é verdade o Espírito do senhor.
Eu creio, oh pai, justiça, misericórdia e amor.
Giovane Silva Santos
"Atingi um estágio na minha vida onde não tenho hora certa para mais nada. Meus prazeres não têm hora marcada... Só certa!"
“Os prazeres são muitos e deveras sedutores, mas o gozo da alma é o Espírito Santo.”
Giovane Silva Santos
Alimentando o pensamento
Viver é, e sempre será desafiador, mistérios e prazeres, todas adversidades, principalmente as grades de ferro, feitas de atitudes ignorantes e intransigências, o homem de coração duro, cego e arrogante dificulta contrair sabedoria, emergir o anseio de um renovo, muitos são os processos que degradam as formas de vida, enfim a guerra é violenta e o corpo nu sem as armaduras, é, somos presas vulneráveis.
Pela palavra, se reveste com as armaduras dos céus, é escudo e espada, e para o enfrentamento cotidiano é necessário alimentar o pensamento, serenidade, mansidão, atenuar as agressões, imprimir força na fé, desafiar o negativo, colocar esperança na semente, mesmo que desprezada, perseverar, confiar que o plantio será eficaz, que o terreno do coração será fértil, que a intenção, o render, a entrega chame atenção do nosso intercessor Jesus, e que o altíssimo receba nossa oração, que a paz, a essência da pureza e toda sinceridade nos faça pender para justiça, por cada uma de todas vitórias exaltado seja os céus.
Giovane Silva Santos
Não busque felicidade nas coisas do mundo fundamentadas nas vaidades e pautadas nos prazeres para distrações, gastar seu tempo nas falsas propagandas do eu quero ser feliz agora contraem os piores resultados nessas buscas à manifestar dentro de si as frustrações e decepções que traz vazio existencial no final dessas sensações, o verdadeiro respeito dissemina a forma sincera nas leis espirituais que nos acalmam à alma e mostra qual caminhos seguir. Ser feliz é viver o simples é a sintonia interior da paz de espírito, é o silêncio da vida, é o sentindo sem à procura, é contemplar harmonia com à intuição natural de coração, sinta na felicidade o conhecimento de suas causalidades mantendo se direcionado no ser com tudo que tens bom a oferecer, respeitando se e reconhecendo as vibrações serenas da constância da vida, sem desperdício de tempo e energia com à procura incansável e temporária de uma felicidade fabricada pelo ego para à próprio satisfação momentânea.
A felicidade foge do poder da vadiagem e dos prazeres mundanos. Ela se achega, cola no amor e na consciência tranquila do dever cumprido.
