Prática
A confiança em Deus é uma prática diária. Assim como o amor, ela é uma planta que precisa ser regada periodicamente.
Envolver-se com a Ciência vai muito além de colocar em prática o que se estudou. É preciso conhecer muito bem e saber diferenciar cada contexto em que o ensino será aplicado, além de ter plena consciência de que esse é um campo onde há muito mais perguntas a serem respondidas do que respostas encontradas. É preciso estar atento a evolução constante das teorias metodológicas e pedagógicas, para, obrigatoriamente, pensar nos próximos passos, na busca por respostas e, é claro, em novas perguntas.
A prática da escrita está exatamente no ato 'desnudo' da mente, sem vergonha, em protesto do que sua alma grita!
Sonhar e pôr em pratica, é acreditar que existe possibilidade mesmo que pareça impossível. Atitude de pessoas guerreiras.
O humano que pratica a "glorificação" (a exaltação, a elevação, a canonização, a consagração, o engrandecimento - o ato de elevar algo ou alguém ao estado de glória), logo, pratica e vive a desigualdade. Os efeitos colaterais são muitos.
A sabedoria se revela prática (e verdadeira) através dos frutos produzidos por ela, ou seja, frutos indiscutíveis, depois de plenamente sabatinados por todos.
Sou um estrumento raro e suave e para o dominares requer muita prática. Não que isto seja duro de o manejar basta a mente abrir-se e o coração recebê-lo e as mãos entrar em ação.
LER A PARTITURA NA PRÁTICA
Minha partitura registra o amor
Em harmônia rítmica e melódica
Por isso, preste bem atenção ao ler cada capítulo meu.
Você possivelmente recordará do momento em que aprendia o alfabeto do amor.
Assim como você decorou o som ao tocar minha partitura,
também precisará decorar a maneira como cada toque me agrada de Dó a Sol.
Ao inicio, meio e ao final, você estará dominando uma nova linguagem!
A partitura do meu Amar o meu amor
De Dó , Re, Mi em mim.
De Dó, Re, Mi em ti.
_____________ Norma Baker
A Prática Devocional do Desabafo.
A prática do desabafo é a arte de derramar a alma perante o Senhor, retirando de dentro e colocando para fora todo e qualquer melindre, mágoa, ressentimento, tristeza, queixume, inquietação, ansiedade, medo, indignação desmedida, revolta e coisas assim.
Dá-se através de uma abordagem firme e corajosa na presença de Deus de problemas reais, de problemas de gravidade exagerada e de problemas inexistentes. O desabafo bem feito provoca a interrupção de uma situação de intensa e contínua amargura. O desabafo é tão saudável quanto o lazer.
O excesso de ansiedade provocado pelo acúmulo de problemas, dificuldades, decepções, frustrações e sofrimento desmantela qualquer esquema de felicidade pessoal. Os casos mais graves podem levar ao álcool e à droga, podem causar distúrbios emocionais e dar ocasião ao suicídio. A falta de desabafo faz mal à alma e ao corpo. Não só ao sistema nervoso, mas aos sistemas circulatório, respiratório e digestivo.
O desabafo é uma necessidade e uma possibilidade.
É uma possibilidade porque a Bíblia está cheia de desabafos. Dois livros do Velho Testamento tratam quase que exclusivamente de desabafos: Jó e Salmos. Algumas passagens trazem um insistente convite ao desabafo: “Levanta-te, clama de noite no princípio das vigílias: derrama o teu coração como água perante o Senhor; levanta a Ele as tuas mãos, pela vida de teus filhinhos, que desfalecem de fome à entrada de todas as ruas” (Lm 2.19). “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). O exemplo mais dramático de desabafo é o de Jó. “Por que esperar se já não tenho forças”? Por que prolongar a vida se meu fim é certo?
As grandes verdades da vida deveriam em pratica serem insistidas, não apenas embelezadas pelas teorias.
Imparcialidade jurídica se é que seja possível em prática existir, é quando a lei se faz complementada com a mesma observação por todos, e em todos os pontos de vista jurídico. Do contrário, é mediar a justiça, e não executa-la.
O conhecimento só tem validade em dois momentos da vida, quando colocado em prática ou quando compartilhado.
