Praça
Ontem, voltando do serviço andando pela praca da Se, comecei a reparar na cidade onde vivo, no comportamento das pessoas, nas coisas vistas e nas coisas "nao vista" e confesso que ela tem muito a nos ensinar.
A beleza da noite me fascina! Luzes focando um canto mal iluminado, nos mostrando que nao precisamos brilhar para sermos notados, e sim ter o suficiente para focarmos no que realmente importa. Calcadas irregulares, nos dando a dica de a vida e isso, uma eterna "inconstância" onde devemos aprender a andar conforme as circunstancias nos fornecidas.
Moradores de rua buscando algo pra se alimentar, um lugar para dormir, e sobreviver a mais um dia ... apenas isso. Eles quebram uma regra imposta pela sociedade, que nos diz: "Quer lidar com circunstancias emergênciais? faca administração!" Situações emergênciais sao as que eles lidam todos os dias e nao precisaram aprender isso em nenhuma instituição de ensino...a vida os ensinou.
Me lembro de uma construção antiga em tons de cinza onde havia na torre três pirâmides sendo igualmente parecidas, apenas uma pequena diferença na pirâmide da ponta, pois estava visivelmente danificada, talvez por estar em um local de difícil acesso ou por fugir um pouco do método padrão das demais. Deixando bem claro que sermos metodistas nao nos torna uma pessoa mais organizada ou alguém mais inteligente, eu vejo simplesmente uma pessoa com medo de se arriscar, arriscar a ganhar ou perder sentimentos que a vida nos oferece, e se refugiam na mesmice de serem o que sao sempre.
O amor precisa da sorte, compreensão, uma praça, um banco. Precisa de chuva, sol, rua, casa, cama. O amor precisa de janela, porta e cômodos, precisa também de abraços, cafunés, carinhos e sorrisos. O amor precisa ser quente, e poucas, pouquissimas vezes, quase nunca, frio. O amor precisa de maquiagem, um almoço ou jantar à luz de velas. O amor precisa de você e dele, o amor apenas precisa de amor, e nada mais.
Só acho que poderíamos ser um casal como aqueles que vimos na praça principal e você resmungou dizendo que aquilo era baboseira. EU QUERO BABOSEIRA, EU QUERO ESSA MALDITA BABOSEIRA NA MINHA VIDA! E não há nenhuma surpresa nisso.
Quem passa?
Porque não é o tempo que passa
Quem passa somos nós.
Passa de nível, de praça, de farsa...
Quem passa somos nós.
Quem a vê assim passando, não sabe nada da gente.
Mas o tempo não existe, não é rei, não é pó.
Quem passa...é ela, é ela que vê. Que lança teu corpo e tua mente pra lua e não volta pra buscar. Deixa lá. Emfim, volta pra me amar. Me declarar, prum livro sem final.
Porque quem passa nem sou eu.
Nem é você.
Nem é vocês, nem é a minha voz, é somente meu corpo dando um nó. Dando um passo pra frente e outro pra trás. Assim, não saio nunca do lugar. Mas, meu corpo nu, reflete algo bonito neste espelho, que só nota minha face angustiada. Sou pequena, sou menina, sou distante. Sabes. Quem passa assim sou eu.
De uma hora pra outra. Vou rápido, nem fica meu cheiro, doce. Nem meu suor, batalhado.
Quem passa são as horas que todo dia é a mesma coisa.
Quem passa...É ela, na rua parece atenta ao que não vai acontecer. Olha tanto para os lados, posso até prever, ela vai me olhar, não vai se aproximar, vai sumir...
Quem passa, emfim, é ela.
Os loiros passeiam na praça , os morenos no jardim.Os loiros para quem quiser e os morenos só pra mim!
REALEZA
Numa bela manhã, em meio a gente doce, um homem e uma mulher soberbos gritavam pela praça pública:"Amigos, quero que ela seja minha Rainha!", "Quero ser Rainha!".
Ela ria e tremia.Ele falava aos amigos de revelação, de uma provação terminada.Eles desmaiavam um no outro.
De fato, eles foram reis por uma manhã inteira, em que tapeçarias carminadas se estenderam sobre as casas;
E a tarde inteira, em que eles avançaram do lado do jardim de palmeiras.
Cogumelos
Sentei num banquinho de praça, e fiquei escutando o mundo.
Sentei pra sentir a brisa brincar com o meu cabelo, pra ver as pessoas andarem de um lado para outro. Pra ver as pessoas que sentavam por ali, assim como eu.
Neste banquinho chorei amargamente, e escutei minha gargalhada frenética que não me deixava admitir a dor.
Neste banquinho lembrei de ontem, de quinta, lembrei o mês passado, e de quando as coisas eram certas.
E não quis admitir que tudo isso era passado.
Lembrei de sorrisos, bocejos e abraços.
Só esqueci de lembrar de mim. De quem eu sou ou o que devo fazer.
Esqueci que devo ir ao médico, e tambem tenho uma pilha de relatórios para preencher.
Eu só conseguia sentir o sol aquecendo o meu corpo já à muito tempo frio.
* Lembrei me apenas do que foi bom, e deveria continuar sendo.*
Lembra? De nós dois juntos sentados no banco daquela praça vazia, olhando as estrelas de mãos dadas, sem trocar nenhuma palavra, somente ao som da nossa respiração e dos carros que passam de vez em quando na rodovia..
10. Nunca ria de uma mulher sozinha numa praça dançando sem ter nenhuma musica, pode ter certeza ela está trizte.
As mulheres de antigamente que queimavam sutiãs em praça pública e que queriam ser iguais aos homens só fizeram riscar o fósforo e correr! Sobrou pra quem segurar o rojão e se queimar? Nós, mulheres da atualidade, que nem fomos consultadas se queriamos participar dessa "evolução(?)". Eu por exemplo, jamais queimaria uma lingerie!! Enfim... a herança é nossa. Se antes as mulheres só trabalhavam dentro de casa, hoje trabalhamos também fora de casa! Qual é a vantagem, feministas? Que igualdade é essa que fez a gente trabalhar dobrado?!
Hoje quando me dei conta estava ali...
Noite, sentado ao centro de uma praça;
Sem ter o quê esperar,
Tampouco, quem esperar,
Já não esperava nem o dia que passara... Pois, passou!
Porém, resta o dia que virá!
Como sabiamente disse William Shakespeare:
"...Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte..."
Então... O amanhã chegará,
O sol brilhará intensamente,
E, a vida prosseguirá rumo ao caminho da incerteza...
Farto da luta
Levantou cedo e saiu à rua
Sentou no banco da praça
Com rosto entre as mãos
Chorou como choram os
Inocentes
Gritou como gritam os
Possuídos
No final suspirou como suspiram os
Derrotados ...
Estando eu pela praça da matriz em Senador Canedo, entro, meio indeciso, na fila para comprar o almoço de três reais do restaurante popular. Depois de dez minutos, cheguei à boca do caixa. Com o dinheiro na mão, fui impossibilitado de comprar o Marmitex, porque estava sem máscara na cara. Então, saí sem fazer questão alguma e um pouco feliz até, pois a moça me ajudou na decisão de manter meu regime. Minha "gratidão" foi tamanha que nem tive tempo de observar se a moça atendente usava ou não o tal instrumento repressor. Sua atitude foi me suficiente para eu construir alguns conceitos. Já pensaram se eu dependesse unicamente desse restaurante para viver? Ontem almocei em um restaurante chic em Goiânia, entramos usando máscara, e depois todos deixamos de ser incoerentes, tiramos as máscaras para comer e sentir o cheiro da alimentação. As máscaras sempre caem no final. Os assuntos menos importantes, perdem para os mais importantes. Ou será se a máscara é o sinal da besta do apocalipse? CiFA
Sentado no banco da praça pensei por quantas flores eu já passei, notei a beleza do movimento das suas pétalas ocasionadas pela calma brisa, mas com pressa ou medo, talvez, não parei para sentir o perfume.
MÃE NATUREZA
Natureza....
Oh natureza....
No céu....
Na praça.....
Nos campos....
Mares e mantos....
Em florestas....
Você foi feita.....
E faz a festa....
Estrelas do mar....
Serena como o luar....
Natureza absoluta....
Passos em passos....
Clarão divino....
Sonhos vividos....
Nesse meu versejar....
No ar....
Tua fragância....
De flores que inebria.....
Desnorteia.....
E incendeia....
No fogo.....
Brasa dos vulcões.....
Chama do prazer....
Bendita sensação....
Tempestades...
Equilibra o planeta....
Meiga....
Rebelde e devassa....
Não há nada....
Quem possa,....
Não há nada...
Que te detenha....
Faz e desfaz...
A hora que achar...
Sem temer....
Mesmo corajosa....
Tem seu lado vaidosa....
Criação divina....
E inspiradora.....
Nasceu moldada para o amor.....
Amada natureza.....
És bela....
As vezes fera.....
Ah! Essa Natureza......
Impossível neste mundo...
Quem não admira....
Sua absoluta....
Grandeza....
Autor:José Ricardo
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quem me dera
sonhar com os olhos abertos
me perder na multidão sem precisar voltar
sentar na praça durante um dia.
A estátua na praça, por si só, não é sinalizador de relevantes serviços prestados, podendo, não raras vezes, ser instrumento utilizado para induzir a fabricação de benfeitores.
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