Povo
"Quero que o povo brasileiro entenda as minhas convicções nesse texto! Não me chamem de comunista! Não sou gado comunista e nem gado de direita. Mais claramente, não apoio o Bozo nem o Lula. Se votei na esquerda foi porque não tive outra opção. Coube a mim decidir, através do voto na urna, que eu não apoiaria um novo ditador no meu país. Não aceito ser doutrinado, não me submeto a lavagens cerebrais em cultos religiosos malditos, espalhados por aqui, e nem através dessas plataformas do mal..."
"Apoio o povo venezuelano. Espero, portanto, que a ida da população às ruas sirva também para se manifestar contra os marginais que praticaram 'rachadinhas' em seus gabinetes, contra aqueles que embolsaram joias, relógios e armas do acervo do Estado, e contra os que venderam poços de petróleo para a China a preço de banana, possivelmente recebendo propinas. Espero que esse povo consiga identificar, com os próprios olhos, quem deseja implantar uma ditadura familiar usando o nome do povo!"
"O fundo do poço é o povo observar passivamente vários pastores bilionários e picaretas, se envolverem em política, só para se beneficiarem pessoalmente das leis manipuladas para os isentem do pagamento de impostos federais, estaduais e municipais."
religião sempre foi o anestésico injetado no povo para que ele suporte a exploração do trono sem reclamar, transformando a injustiça social em um 'teste de fé' necessário para a salvação.
A vida nos cruzou pelo rádio e o povo jurou que era carência. Engraçado vindo de quem acredita em cobra falante, mas não aceita que o destino sabe o que faz. Podem duvidar à vontade; o nosso 'oi' foi o começo de uma cura que a hipocrisia de vocês jamais vai entender. O que foi real não precisa de aprovação de quem vive de fábula.
Político é engraçado, é sempre a mesma demagogia. Falam que vão fazer isso e aquilo pelo povo, mas, na prática, nunca fazem nada. O foco é sempre o benefício próprio e o da família deles; o povo que se lasque. Eles tratam a esperança das pessoas como mercadoria.
Se o povo tivesse a real noção do poder que tem nas mãos, esses políticos pensariam duas vezes antes de roubar. O problema é que eles apostam na nossa memória curta e na nossa desunião. Enquanto eles vivem no luxo com o dinheiro dos nossos impostos, o trabalhador luta para sobreviver. Eles pregam o bem comum, mas só praticam o bem para o próprio bolso. "O pior não é só o político ladrão, é que sempre vai ter um baba-ovo para defendê-lo. Esses são os que vivem na mamata, ganhando migalhas para proteger quem está roubando o pão do povo. Eles não têm ideologia, eles têm interesse.
Enquanto o cidadão comum sofre na fila do hospital ou paga impostos altíssimos, o baba-ovo está ali, de prontidão, para passar pano para a corrupção. Eles vendem a própria consciência por um benefício próprio e ajudam a manter esse teatro de pé. Se não fossem esses defensores de estimação, que se vendem por tão pouco, o político não teria essa audácia toda. No fundo, são tão culpados quanto quem desvia o dinheiro, porque ajudam a esconder a verdade em troca de privilégios. "O que mais revolta é ver que eles tratam a prefeitura ou o gabinete como se fosse uma herança de família. Passa pai, entra filho, e a cidade continua com o mesmo buraco na rua e a mesma falta de médico. Eles são mestres na arte de criar dificuldades para vender facilidades.
Eles aparecem na época do voto, abraçam o pobre, comem pastel na feira e tomam café em copo de plástico, fingindo que são 'gente como a gente'. Mas, assim que a urna fecha, o vidro do carro sobe, o ar-condicionado liga e eles voltam para a bolha de privilégios deles. O povo vira apenas um número, um CPF que serve para pagar o fundo partidário e os auxílios luxuosos que eles mesmos aprovam.
A maior arma deles é a nossa divisão. Enquanto o povo briga entre si defendendo 'A' ou 'B' como se fossem times de futebol, eles estão todos juntos no restaurante caro, brindando com o nosso suor. Eles não têm partido, eles têm sócios. O sistema é feito para que nada mude, porque se o povo for educado e tiver consciência, o 'teatro da demagogia' acaba."
Se o povo soubesse o poder que tem nas mãos, acabaria com essa zona na política de uma vez por todas! O problema é que muitos ainda preferem votar por migalhas, vendendo o futuro por um favor momentâneo. Enquanto o povo aceitar ser comprado, esses políticos vão continuar tratando a nossa cidade como se fosse o quintal da casa deles. Acorda, povo! O político tem que ter medo do povo, e não o contrário. Chega de clientelismo e de promessas vazias!
O palanque e o altar dividem o mesmo banquete: enquanto um assalta o bolso do povo pelas leis dos homens, o outro saqueia a alma usando o nome de Deus.
O povo não é ignorante por falta de acesso à verdade; é mantido refém por um mecanismo que transforma a dúvida em pecado e a obediência cega em passaporte para o céu.
Ele só entra na favela porque está sob a proteção do crime organizado.
No meio do povo, não anda — afinal, não foi eleito por ele.
Dia 24 de Maio, é o dia de Santa Sara Kali e também o dia do povo cigano no Brasil. Um momento de festa, distribuição de pães pequeninos, musicas e danças milenares da tradição perpetuadas oralmente pelas mulheres Rom, arcabouço e depositório sagrado da cultura Rom universal. O sagrado matriarcado Rom, através das vidas vitoriosas das mulheres Rom trazem consigo em qualquer lugar do mundo, a força, a fé, a resiliência e a resistência cultural de tudo que sobrevive no contemporâneo apesar das indiferenças, marginalizações, perseguições e escravizações passadas. Que o manto de Santa Sara Kali, continue a proteger toda nação Rom, no mundo inteiro.
O Povo Rom (comumente conhecido no Brasil como povo cigano) está expresso publicamente por meio de minhas manifestações e pensamentos literários e de citações que atuo como defensor da preservação identitária e dos direitos dessa comunidade de matriz ancestral. Defendo ativamente que haja uma maior valorização mundial da cultura ancestral e do dialeto próprio do povo Rom. Minhas manifestações focam no respeito universal à resistência e à fé dos Rom.Defendo que organizações internacionais, como a (ONU), busquem mecanismos históricos para a pacificação e o reconhecimento dos direitos territoriais do povo tão marginalizado. Prego a convivência pacífica entre os clãs, buscando prosperidade e direitos em suas estruturas comunitárias tradicionais.
Santa Sara Kali, é considerada santa padroeira do povo cigano, e seu dia é celebrado dia 24 de Maio. Por mais que exista um local de peregrinação a ela, no sul da França, ela não foi canonizada oficialmente pela Igreja Católica. Sendo assim ela é apenas considerada santa pelo povo cigano. Sara na verdade, era uma serva egípcia que ouviu a palavra de Jesus e se converteu. Ela é chamada de Kali, por conta da referencia a sua cor da sua pele, em hindu arcaico, "Cali" vem do sânscrito Kālī, काली, a forma feminina de kālam (negra, ou de pele escura) e também para diferenciar de outras santas que tem o mesmo nome de Sara ou Sarah. Sendo assim é uma figura de devoção dentro da cultura oral cigana como se fosse uma beata popular.
Guarulhos é a cidade onde o povo trabalha duro, sonha alto e enfrenta o abandono com coragem — um gigante adormecido entre promessas não cumpridas e potencial desperdiçado.
EduardoSantiago
Brusque não é só indústria — é força que pulsa entre máquinas, fé que cresce com o povo e raízes que tecem o futuro.
É história bordada no tempo, com fios de coragem e superação.
É o orgulho de uma cidade que transforma trabalho em identidade.
EduardoSantiago
(Cap. II: O Príncipe)
Num incerto dia, o príncipe resolve cavalgar para ver se o seu povo realmente era feliz. Percebeu que todos tinham tudo que queriam ou quase tudo. As pessoas não brigavam pelo Não Tinham. Há muito tempo brigaram pelo Não Tinham. Passaram assim... Brigaram pelo Não Tinham e pouco a pouco foram perdendo o que tinham.
(Cap. IV: Aparece Rubi)
O príncipe, disposto a salvar o seu povo, partiu para o bosque para pedir uma poção a Floral. Todavia, a entrada do local era protegida por Rubi, o monstro rosáceo da bruxa. Os boatos diziam que ele tinha cara de uma fera brutal; outros, porém, afirmavam que não. O príncipe seguiu seu caminho… e eu, Crianças, o autor desta história, também caminharei ao seu lado para descobrir, com vocês, o encanto deste conto de fadas.
Ao conhecer as Escrituras o povo saberá os motivos de seus sofrimentos, quando poderia desfrutar de total felicidade se obedecesse a Deus em primeiro lugar.
Terremotos existem e enterram milhares
ao mesmo instante; nada disso aconteceria
se o povo confiasse, obedecesse e buscasse
a comunhão, a adoração e a proteção divinas, fazendo antes o que Deus quer.
