Povo
A igreja moderna está cheia de animadores de auditório entretendo o povo com superficialidades; o que nos falta são homens para expor as nossas misérias e para nos fazer cair de joelhos, prostrados pela graça, em vez de nos levantar cheios de soberba e justiça própria.
O patriotismo vê-se na coragem de criticar quem está no poder, ou será que se vê num povo que serve esse mesmo poder, especialmente quando foi ele que o elegeu?
o inferno esta vazio e os demônios estão no poder.
o povo é voz do povo o diabo está no poder,
os filhos da nação estão na guerra para que senhor da guerra ganhe um prêmio Nobel da paz.
quantas mães choram pelos seus filhos.
e filhos que nem nasceram vão conhecer...
os órfãos das guerras quem ira alimentar e criar essas crianças... filhos da ignorância de um homem.
sua ganância e luxuria viram paginas da história.
um líder ou imperador de mundo de fantasias...
nação soberba sobre outras nações libertador ou pirata do mundo a a que custo?
mais sangue e lágrimas?
essa é cara da liberdade?
um pais forte que sangra...
o símbolo da América é um corvo em cima de lápide escrito jas a democracia.
seus atos serão lembrados nas páginas da história.
* circo e pão fakes e deepfakes*
Um povo de barriga cheia nao tem *reclamações*
Dentro das verdade escorrem palavras...
As palavras jogadas meramente no vazio. Como degetos no banheiro.
A falta de médico e segurança são dogmas da politica social.
As prática do relativismo político é trama do passado e presente.
O circo está armado o palhaço faz discurso eleitoral...? Todos vão ganhar doces privatiza que sara.
Mais ilusões chinelo no pes de quem anda descalço... novos dilemas na otupia de deveria cuidar de seu povo* (...)
Um traços da existência contemporânea...
O cubismo político e moral sonhos são povo do existência do cociente e realista essas manifestações dos sonho são realidades que ainda não aceitamos ou paradigma de nossas mentes com dilemas pessoais ou fatos dominam seu redor o profundo sentido da consciência.
(Cap. II: O Príncipe)
Num incerto dia, o príncipe resolve cavalgar para ver se o seu povo realmente era feliz. Percebeu que todos tinham tudo que queriam ou quase tudo. As pessoas não brigavam pelo Não Tinham. Há muito tempo brigaram pelo Não Tinham. Passaram assim... Brigaram pelo Não Tinham e pouco a pouco foram perdendo o que tinham.
(Cap. IV: Aparece Rubi)
O príncipe, disposto a salvar o seu povo, partiu para o bosque para pedir uma poção a Floral. Todavia, a entrada do local era protegida por Rubi, o monstro rosáceo da bruxa. Os boatos diziam que ele tinha cara de uma fera brutal; outros, porém, afirmavam que não. O príncipe seguiu seu caminho… e eu, Crianças, o autor desta história, também caminharei ao seu lado para descobrir, com vocês, o encanto deste conto de fadas.
Há dois Brasis: um com 'S', do povo trabalhador, e outro com 'Z', das elites. Lula é Brasil soberano! A mula é o Brazil que zurra!
O povo me vê e muda os olhos, decepcionado ao perceber que tudo o que pensavam sobre mim estava errado.
POA está ficando boa!
A periferia foi abandonada à própria sorte! O povo não tem voz com o prefeito das elites!
A Guarda Municipal do prefeito Melo age como a SS nazista! Oprime o povo, impede eventos populares e odeia humanistas!
Verba Volant, Scripta Manent
O sopro spiritual das eras despertou.
Ecoa o tambor do povo indigena na floresta,
Onde a própria natureza se manifesta.
Nas pedras sagradas de um altar celta.
Na filosofia grega imortal.
Ao Monte Fuji, sob o sol Japonês,
Onde a paz floresce entre as cerejeiras e a brisa.
Na mística judaica, a letra ganha vida Como a Árvore da Criação bem nutrida.
A escrita sagrada que a terra bendiz,
No Tu Bishvat, celebrando a raiz.
Onde o mistério do mundo se torna poético.
- Ramile Godon
JUDAS BRASILEIROS
O povo chora
enquanto zombam os governantes...
Culpa de suas escolhas?
Como escolher entre o menos pior
numa ciranda de ladrões
corrompendo com palavras
mentiras que tem o propósito
levar milhões de pessoas
ao fundo da decadência?
Uma comadre fala para outra
o peso da sua dor
o fardo que não aguenta mais
e que não pára de aumentar
levando embora suas esperanças.
E o Judas sao mesmo brasileiros
contaminando todas as estruturas
com a podridão de seus aliados
mas que não trocou por trinta moedas
e sim por milhões , bilhões
vendendo todo nosso Brasil
para um domínio muito louco.
Enquanto se apresentam como ovelhas
esses lobos vao devorando tudo
fazendo até mesmo o próprio diabo
achar-se menor nas suas artimanhas
numa caldeira de corrupções
derramando o sangue do povo brasileiro
jogando água fervendo nas suas vidas.
Com seus instintos maléficos
pronunciam palavras nos palanques
anunciando novas mudanças...
querendo levar todos acreditarem
que fizeram um caminho celestial
enquanto todos sentem na pele
as brasas e o fogo infernal.
Pobre Brasil !
Que por tamanha riqueza
é destruido por uma minoria
ludibriado pelos traidores da nação
Os verdadeiros judas brasileiros!
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL - ES
"Um povo pode possuir riquezas, exércitos e poder. Porém, sem educação moral, caminha silenciosamente para a decadência."
Quando parte do povo tenta relativizar, a qualquer preço, a depredação cometida por adultos — e, em simultâneo, condena os protestos de estudantes, jovens e adolescentes — fica evidente que a metástase que assola nosso país não apodrece somente o Estado.
Talvez não exista caos comparável àquele que se instala na mente humana.
O simples fato de alguém aplaudir tamanha truculência já deveria constranger o caráter dos que se autoproclamam cidadãos de bem.
É um mau-caratismo sem precedentes: o mesmo “cidadão de bem” que se infla de certezas para absolver adultos que não sabem o que fazem, tentar condenar estudantes.
Um trisal tão nefasto — entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado — só poderia parir tamanha aberração.
A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.
Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.
O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.
Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.
E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.
A música vira trincheira, o louvor vira escudo.
O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.
Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.
O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.
Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.
Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.
Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.
Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.
Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.
O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.
Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.
Nós contra eles não dialogam…
Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…
Quando não fazem pior: se desumanizam.
Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.
