Povo

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⁠O meu Povo Brasileiro viva, viva nossa gente nos lembremos de Luiz Gonzaga, Marinês e Tiradentes.

O povo não quer sobreviver, quer competir com padrões de vida.

O nosso povo é assim: diz que sabe, sabe aquilo que pensa que sabe e acredita saber o que mais ninguém sabe.

Porque o Senhor fará justiça ao seu povo, e se compadecerá de seus servos; quando vir que o poder deles se foi, e não há preso nem desamparado.

Bíblia Sagrada
Deuteronômio 32:36.

Seria eu como o povo de Lisboa? Após o abalo reerguer-me-ia, vezes sem conta?

O povo segue alienado pela mídia. Enquanto isso o futuro da nação sendo corrompido pela indiferença e incompetência do mercado de trabalho disfarçado de teatro e discurso.


Um monte de gente fingindo e outras olhando, enquanto isso, quantas trabalhando?


Já perdeu a graça transformar amor e justiça em fanatismo e cobiça.

O menor virá a ser mil, e o mínimo, um povo grandíssimo. Eu, o Senhor, a seu tempo o farei prontamente.

Bíblia Sagrada
Isaías 60:22.

Povo sem educação, sem dinheiro é fácil de "domesticar", "abusar".

Já foi o tempo que o povo acreditava, hoje estão mais espertos, vigilantes, observadores.

⁠Não se fica rico trabalhando, e sim, saindo da bolha de povo recalcado.
Riqueza aqui pode não ser bens materiais

É hora de renovar
Acorda gente, acorda povo!
Inverter o caminho, procurar novos horizontes
Semear algo novo
Sonhar com um futuro melhor
Poder acreditar em mudanças
Acorda gente, acorda povo!

Um povo livre por dentro não pode ser governado da mesma forma.

Crônica do Reino Onde o Povo Não Cabe
Ó terra formosa, de rios largos e sol antigo,
onde o chão é fértil, mas o pão é curto,
ergue-se um reino que se diz mãe,
mas que só embala alguns filhos no regaço
e lança outros ao frio da madrugada.
Neste reino de Angola
— que outrora cantou esperança
como quem canta a liberdade recém-nascida
—governam senhores de palavra grossa e ouvido fino,
mais atentos ao eco do próprio nome
do que ao clamor do povo que sangra calado.
Há um partido, não feito de todos,
mas de escolhidos.
Aos que juram fidelidade, chama “companheiros, camarada...os camaradas”;
aos que ousam pensar, chama “inimigos”.
E assim divide o corpo da nação
como espada que corta a própria carne.
Prometeram pão, mas deram discursos.
Prometeram justiça, mas semearam medo.
E enquanto o povo sua na lavra da vida,
os senhores banqueteiam-se em mesas altas,
onde a miséria não tem lugar nem nome.
Oh pátria minha, por que consentes tal trato?
Por que permites que te amem apenas em tempos de voto
e te esqueçam nos dias de fome?
És cantada em hinos, mas negada na prática;
és exaltada nos palanques, mas ferida nas ruas.
O pobre, que é maioria, tornou-se estrangeiro em sua casa.
O jovem, que é futuro, virou ameaça.
E a verdade, que deveria ser farol,
foi vestida de mentira
para não ofuscar os olhos do poder.
Mas saiba o reino — e saibam os senhores —
que nenhum poder dura quando despreza o povo,
pois a história, severa mestra,
cobra com o tempo aquilo que o medo adiou.
E virá o dia em que Angola não será partido,
nem cor, nem clã,
mas casa comum, onde ninguém será inimigo
por pensar,
nem excluído por existir.
Até lá, canta-se esta crônica
não por ódio, mas por amor à pátria,
pois quem critica por justiça
é mais fiel
do que quem aplaude por conveniência.

Quando, em um país, a elite criminosa é defendida por um povo acéfalo, o futuro da nação é comprometido.

"O primeiro passo para um país se transformar em uma grande potência é o povo parar de fazer piadas de suas próprias desgraças."
- Anderson Silva

Conta-se, que há muitos anos, existia um valente povo,
Nas terras, de Portugal, que outro igual não houve!
Eram os tempos do império Romano, que a todos, fazia dano.
Eram os romanos, um povo sem compaixão, um povo insano.

Suas tropas, aos povos, davam opressão e morte muita.
Apesar disso houve um povo, que medo não tivera, dos inimigos.
Foi o povo Lusitano, que destas terras eram amigos!
Sua força era muita, quando unidos, a gente era junta.

Estavam os da gente maléfica, desgostosos e tanto,
Por derrotas, sempre deste povo obtidas...
Em povos outros e em batalhas muitas,
Nunca em história, sua tal houvera desencanto.


Nestas terras havia, glorioso e forte sentimento
Nesta gente da Lusitânia, "Nobre povo, nação valente"...!
De alma grande, gente que por terra esta amar, em frente iam!
Até que os romanos, nenhuma mais força tinham!

Oh tu Deus do Olimpo, a quem com tua ajuda, os de Roma iam!
Sabe que gente de Lusitânia em visão tanto tinham...
O futuro reino de Portugal, que nos mares, dominariam.
Que por seu rei Viriato, os romanos, nunca estas terras teriam!


Mas gente insana, sempre em este mundo, houvera.
Que sobornados, por os de Roma, servos do lusitano rei...
À espada seu senhor, dormindo tal nunca pensara. ..
Que estes de seu povo, a vida lhe tirariam, sem medo da lei.

Oh povo de Portugal lembra-te de Viriato, teu amigo
Que no seu morrer, foi sempre contigo!
E vós filhos de Roma, sabei, que Jesus Cristo,
Esta vossa gente derrotou, sabei pois isto!

Pois o império Romano caiu, por seus muitos pecados,
E Jesus com o amor, aos poderosos venceu...
E desta terra, rei será em fortes atos!
Disso muita certeza, a todos deu!...

⁠Deus ao dar a lei no tempo de Moisés a Israel, nunca pretendeu que o povo fosse salvo pela justiça que vinha da lei. O que Deus queria era que Israel tivesse consciência, que não podia ser salvo pela mesma. Israel devia reconhecer que não era capaz de obter a justiça diretamente da lei, mas obter a justiça vinda de Deus. Precisaria de ser salvo, por uma justiça que vinha de alguém com capacidade de dar essa justiça. Esse alguém era a pessoa do Messias que nesse tempo ainda havia de vir. Ele é a pessoa de Jesus Cristo. Mas por Jesus Cristo, só um remanescente de Israel foi salvo. O restante do povo de Israel, tropeçou na pedra de esquina. A maioria de Israel não foi salvo.

O povo é o conjunto social do qual origina o poder do Estado e ao mesmo tempo é quem vai receber as normas e legitimar continuamente o sistema democrático o aceitando. Por mais que sua participação seja na maioria das vezes mediada, essa estrutura não seria nem um pouco viável sem ele.

Pensamento do dia:


Queijo grátis, só na ratoeira.




Acorda Povo....

O povo paga ao poder público pela ordem e pela segurança, mas, o poder público às vezes se torna um monstro e ataca o povo.