Pouco
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Thanatos, esqueceu o que disse agora a pouco? Não seria o Grande Mestre se não estivesse um passo a frente dos deuses! Esta é a Armadura de Altar, do meu irmão mais velho, Hakurei. Estive esperando por esse momento, meu irmão e eu depositamos todas as nossas forças nesta Armadura por mais de 200 anos. Agora você não passa de um pássaro preso em uma gaiola.
O luto é sagrado, pouco importando quem seja o finado; pois, diante de nossos olhos está exposto, junto com o cadáver velado, o destino silente e irrevogável reservado à todos.
Agradecer!
É pouco mas é decente
mesmo assim me sinto bem
o nosso povo é carente
sem reclamar de ninguém
agradeço pelo presente
porque sei que muita gente
nem mesmo esse pouco tem.
Com muito pouco
me locupleto:
um pouco de amor,
uns poucos filhos,
leve carinho,
humilde teto...
O pouco é tudo
no se e quando sincero,
real e completo!
Fugaz
Preciso fugir,
Me perder
E encontrar um pouco de paz,
Eu preciso fingir,
Disfarçando a mesmice,
A rotina,
Solidão;
Ah
Eu preciso,
Preciso ir,
Esgueirando-me na culpa,
Abdicando do tempo,
Cantarolando rouco,
Justificando minhas fugas
Para moucos-embriagados,
Sujeitos-injustiçados;
E no caminho quem sabe
Redescobrir o marasmo,
A monotonia,
O prédio construído de tédio;
Ah
Deve
Nesses andares
Haver melhor lugar
Para estacionar minha inocência,
Coerente incoerência,
Uma mixaria que ainda me resta,
Paradoxo particular.
Preciso dar no pé,
Ensebar as canelas,
Subir,
Sumir,
Escapar
Deste lado do hemisfério ferino,
Insatisfeito com metades,
Maldizendo os retalhos,
Recolhendo as ambições e vivendo,
Precário,
Limitado;
E mais uma vez mudar,
Reinventar o eu,
O fazer,
A juventude perdida,
O devaneio de amar.
Eu estou saindo depressa,
Saindo daqui
Com a esperança de um dia
Reaver o novo,
Num incidente-previsto
Me encontrar de novo,
E nesse novo-antigo lugar
Que também tem validade,
Novamente tentar
Reconstruir,
Escapando de mim,
Do outro,
Das vaidades,
Simplificando,
Sabendo que um dia
Tudo se repete,
O caminho já trilhado,
O percurso já sabido;
O amor mal amado,
Os valores mal vividos,
Voltando o adulto a ser criança,
E acreditando
Que aos tanto e poucos anos
Se pode recomeçar
Sim
Pode recomeçar
Sofrer mais um pouco, um pouquinho ? Quanto seria a mais, quanto tempo? Já são tantos, tantas saudades, lembranças, vontades...já são noites incontáveis sem sono, no abandono. Sonhos não vividos, sonhados...desejos que não acabam, infinitos ! Querer toques, abraços, aconchego...querer colo. Já são tantas frases ditas, repetidas...quantos poemas, poesias escritas, dedicadas...músicas pedidas, lembradas. Mais um pouco, um pouquinho ? São horas infinitas, dias após dias de querer, de sonhar acontecer, de esperar...são descontroles vez em quando, raiva, desespero...são esperanças ! Até quando ? Até quando teria esse tempo, seria esse tempo pra nós, quando ?
Sensação de inutilidade ou baixa autoestima pode ser o reflexo de uma sucessão de escolhas pouco genuínas para si.
Não é fácil ser você mesmo, mas no final acho que seria pior sentir a dor de ser um eterno vazio.
Parece que não importa o quanto o tempo passe, nem quanto a gente cresça, sempre deixamos um pouco de nós e levamos um pouco do que tínhamos.
Deixamos nossa marca e seremos marcado por momentos que não volta, pois a vida não tem replay, levamos aquilo de mais agradável e que valeu a pana para vida.
E pela primeira vez havia alguém ali para você. Espere um pouco, não abra ainda os olhos. Não queira pela última vez sorrir.
O SILÊNCIO! - A melhor arma de arremesso dos que, em ignorância, ousam criticar
sobre o que pouco ou nada sabem,
tampouco percebem.
E então olhas-me com essa cara de anjinho, como quem diz: "espera-me só mais um pouco", querendo manter-me numa redoma, enquanto conferes pela enésima vez, se sou mesmo eu, a tal, especial entre as mulheres. E, com grande lata, voltas sempre.
Sabes que mais? Já foste!... E de vez!
Se o perdoar só é fácil e divino, na ação de outras pessoas, nada impede que então sejamos, um pouco mais pacientes. (taw ranon)
Nossa opnião pouco importa depois que agente conhece alguém de verdade.
Sabe porquê? É muito simples, agora você deve estar pensando: quando chegar a minha vez de casar só caserei alguém do meu nível! Ou talvez eu só casarei uma magra, clara, alta, enfim...linda! Ou talvez uma gorda, escura, baixa, enfim... linda!
O irónico é saber que o que agente quer menos importa quando agente conhece alguém de verdade. Até pode-se violar as regras de preferência, porque o que agente mais quer pode ser a coisa que fará nos mais infeliz...
Me lembro duma cena, onde uma mulher rica diz a'miga; "eu só namorarei um homem da minha classe", mas ela tinha um desejo - de casar com um homem que ama a arte de cozinhar. Será que o homem da classe dela faria isso?
Bem, para o azar dela acabou conhecendo um homem desprovido de classe, namorou ele, mas ele era o homem dos desejos dela, porque amava cozinhar e era um cozinheiro de mãos cheias mas sem classe. Quando a mulher soube disso o largou por outro que possuia classe ou melhor dizendo da mesma classe que ela...
Sairam para jantar e enfim... Ela ficou supresa ao descobrir que diferente! o homem não era do seu desejo, mas era da primeira classe e sabia falar coisas só da primeira classe: negócios e só negócios e nem observou a roupa linda e cara que ela vistia, os brincos que usava - -- de ouro puro.
A final todos eram da peimeira classe, quem se preocuparia com isso?
Ai ela percebeu, o que agente quer não é maior do que ja temos. O que ja temos é nosso e ninguém pode reclamar disso é diferente de contar com o que não nos pertence.
Você valoriza que tem? O teu marido, amigos, família, etc? Você pensa em casar com essa mulher que namora, só tem outra, aquela sua amiga de infância também te diz que te ama, o que fazer?
Lembre-se disso: Conhecer alguém está além dos nossos desejos...
Às vezes nos colocamos sozinhos a percorrer o caminho de quem não conhecemos e, que tão pouco também, somos reconhecidos. (taw ranon)
MUITO A FAVOR também não faz bem. Um pouco mais da metade a nosso favor já faz a diferença necessária para sermos felizes (Nelson Locatelli,escritor)
Pouco a pouco, entre uma música e outra naquela playlist que só fala de amor, a gente percebe o quanto gosta daquele olhar. Sem aviso prévio, vem a saudade daquele abraço que aperta na medida certa, do beijo que tira o fôlego, da doçura de uma mão segurando a outra. Saudade daquele alguém que chegou de mansinho, veio como quem não queria nada, mas em pouco tempo já estava tomando posse de um espaço enorme no coração.
